O Deadline revelou com exclusividade, que Derek Kolstad, criador de John Wick está desenvolvendo um filme em live-action do mangá e anime Hellsing para o Prime Video.
“Desde que meu irmão me apresentou ao mangá e anime de Hellsing há alguns anos, eu fiquei obcecado em adaptá-lo. E quando o produtor Mike Callaghan e sua equipe conseguiram garantir os direitos para então nos colocar em contato com Brian Kavanaugh-Jones e a Amazon… foi um sonho realizado para mim”.
A produção do filme deve começar ainda em 2021. Até o momento, uma data de lançamento não foi revelada.
EXCLU: JOHN WICK writer Derek Kolstad penning feature adaptation of hit Japanese manga HELLSING for Amazon Studios https://t.co/WibGST1dby
O mangá acompanha as atividades misteriosas e secretas da Organização Hellsing, a organização é especializada em combater vampiros, ghouls e outros inimigos sobrenaturais que ameaçam a Inglaterra. Diz a sinopse do mangá.
Para futuras informações a respeito de Hellsing, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
De acordo com o Digital TV Research, empresa norte-americana de análise do mercado de entretenimento, o Disney+ deve superar o número de assinantes da Netflix em 2026, tornando-se assim, o maior serviço de streaming do mundo.
É informado pelo Digital TV Research, que o serviço de entretenimento pago do Mickey deve chegar a 294 milhões de assinantes nos próximos cinco anos, enquanto a sua concorrente de logo vermelho terá 286 milhões de clientes até 2026.
Todavia, apenas na Índia o Disney+ deve ser dominante. É informado, que o streaming contará com cerca de 98 milhões de assinantes graças ao Hotstar, ”subdividiria” dentro da própria plataforma feita ”exclusivamente” para a nação indiana. Já, a Netflix, deve contar com 13 milhões de assinantes no país.
A análise também considera outros streamings, como Prime Video, HBO Max e Apple TV+, que devem ter respectivamente 184 milhões, 50 milhões e 11 milhões de assinantes ao redor do mundo até 2026.
Inicialmente, a Walt Disney projetava ter entre 60 e 90 milhões de assinantes no Disney+ até 2024. Entretanto, Bob Chapek, CEO da empresa, revelou durante o Disney Investor Day 2020, que a projeção foi superada em 1 ano de existência da plataforma. Atualmente, o streaming possui 95 milhões de assinantes em todo o globo. Agora, segundo projeções da própria Disney, o seu serviço de assinantes sob demanda deve arrecadar cerca de 166 milhões de ”inscritos” pagos até 2025. Obviamente, esse número será ultrapassado antes.
Já, a Netflix continua como a maior empresa de streaming do planeta Terra, tendo 200 milhões de clientes ativos.
Você possui o Disney+? Se sim, está satisfeito com que ele oferece? Caso a resposta for não, qual é o ser serviço de streaming favorito? Deixa a resposta nos comentários!
Para futuras informações a respeito do Disney+ e da Netflix, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Eric Kripke, showrunner de The Boys, revelou que a terceira temporada do seriado irá adaptar o Herogasm, que sintetizando brevemente, é uma orgia entre super-heróis que aconteceu nos quadrinhos da franquia.
A adaptação será realizada no terceiro capítulo do novo ano, com roteiro de Jessica Chou.
Até o momento, mais informações não foram reveladas.
The Boys é uma visão irreverente do que acontece quando super-heróis, que são tão populares quanto celebridades, tão influentes quanto políticos e tão reverenciados como deuses, abusam de seus superpoderes ao invés de usá-los para o bem. É o sem poder contra o superpoder, quando os rapazes embarcam em uma jornada heroica para expor a verdade sobre “Os Sete” com o apoio da Vought.
Para futuras informações a respeito de The Boys, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
A série conta a história da família Rock entre os anos de 1982 até 1987, com o foco no menino Chris (Tyler James Williams). Em 1982, Chris completa 13 anos e muda-se com a sua família para Bedford-Stuyvesant, no Brooklyn. Lá, Chris vive situações corriqueiras da vida de um adolescente, tanto nas histórias que realmente acontecem quanto nos pensamentos que são expostos de uma forma humorística. Chris vive com os pais Julius (Terry Crews) e Rochelle (Tichina Arnold), e com os dois irmãos Drew (Tequan Richmond) e Tonya (Imani Hakim). Ele estuda no Corleone Junior High School, colégio onde Chris é o único aluno negro, situação que o vitimiza durante todo seu tempo lá. Mas ele faz um amigo, Greg (Vicent Martella), que vai estar sempre junto de Chris, passando por suas situações tragicamente cômicas. Diz a sua sinopse.
Para futuras informações a respeito de Todo Mundo Odeia o Chris, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Em entrevista para o Collider, Greg Daniels, criador e showrunner de The Office, declarou que um revival do seriado não é impossível, mas que ele não está trabalhando em algo do semelhante no momento.
”Não estou trabalhando em nada em relação a isso no momento, mas definitivamente, não é impossível um revival de The Office. Tenho duas séries que estou produzindo agora, então, estou um pouco sem tempo”.
Vale mencionar, que Daniels possui ideias para um reboot da produção (para mais informações, clique aqui).
No formato de pseudodocumentário, a série retrata o cotidiano de um escritório em Scranton, na Pensilvânia, filial da empresa fictícia Dunder Mifflin, de suprimento de papel. Michael Scott (Steve Carell) é um patrão insensível mas que se preocupa com o bem estar de seus empregados, enquanto a série traça um olhar sobre todos eles, destacando suas diferenças e particularidades.
The Office está disponível em território nacional através do Prime Video.
O Prime Video disponibilizou os cartazes individuais de One Night in Miami, centrado nos personagens Sam Cooke (Leslie Odom Jr.), Malcom X (Kingsley Ben-Adir), Muhammad Ali (Eli Goree) e Jim Brown (Aldis Hodge).
Dirigido por Regina King, o filme é um dos favoritos das principais premiações de cinemas.
Four legends. One legendary night. Regina King's spectacular feature debut, ONE NIGHT IN MIAMI, comes to the big screen starting this Friday. Tickets on sale now at https://t.co/q9c3nt8QRj! pic.twitter.com/Yu6KyIvB80
— Reading Cinemas Manville with Titan Luxe (@Manville12) January 5, 2021
One Night In Miami é um recorte da vida do lutador de boxe da categoria de peso-pesado, Cassius Clay, o Muhammad Ali. O filme acompanha sua trajetória desde jovem, quando ganhou visibilidade após participar do Miami Beach Convention Center e sair como vencedor de sua categoria, além de revisitar como se deu o início de sua amizade com Malcom X, Sam Cooke e Jim Brown.
One Night in Miami chega em 15 de Janeiro de 2021.
O The Hollyood Reporter revelou com exclusividade, que o serviço de streaming Prime Video cancelou Utopia após uma única temporada.
A produção é uma versão norte-americana do seriado inglês de mesmo nome.
Não foi revelado pelo site o motivo do cancelamento de Utopia. Especula-se, que é devido a renovação de The Expanse, que terá um alto orçamento em sua temporada final.
Em Utopia, um grupo de jovens adultos, que se encontram on-line, obtém uma história em quadrinhos de culto underground, que não apenas os aponta como alvos de uma sombria organização estatal profunda, mas também os sobrecarrega com a perigosa tarefa de salvar o mundo.
Para futuras Informações a respeito de Utopia, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Não sei se temos tempo de vida o suficiente para chamar algo de “Tradição”, mas todos os anos, durante a ceia de ano novo da Torre, juntamos as maiores mentes do website para que haja uma digladiação gratuita entre seus membros. O objetivo? Tentar discutir sobre o ano que passou, e ver o que ele trouxe de bom e tentar esquecer o que ele trouxe de ruim.
Nós, os primos pobres que viemos visitar o Tio rico que mora no Centro, preparamos os nossos rankings pessoais dos Melhores Animes de 2018. Os três redatores trabalharam duro tentando não esganar uns aos outros, e você pode conferir o que cada um achou abaixo.
Também foram feitas indicações de Quadrinhos Nacionais e Internacionais, por nossos colegas mais prestigiados. Além dos Melhores Filmes de 2018.
Caramba, outro ano se passou e cá estamos mais uma vez, pestanejando e esperneando pra ver quem consegue se mostrar como o cara de pior gosto do site todo. Dois mil e dezoito foi um ano muito mais modesto, recatado e do lar, quando comparado com seu antecessor… Ao menos quando falamos de animês. Eu, particularmente, consegui curtir bem melhor as jóias que encontrei, e consegui relevar as pérolas que apareceram. Podemos dizer que foi um ano de superação, em todos os sentidos.
Mais uma vez, a maior parte do meu Top 10 foi coberto pelas postagens de “Primeiras Impressões“. Como sempre ressalto, os primeiros episódios são os mais importantes, pois são eles que fazem com que os últimos sejam assistidos. Se quiser conferir algumas das palavras precoces que eu balbuciei esse ano, basta clicar no hyperlink no nome da cada show (que tiver um, é claro). Pode te ajudar a entender quão mais fundo é o buraco que estamos. E eu já adianto: O buraco é beeeem fundo. E bem engraçado, também. Esse foi o ano das comédias e eu AMO COMÉDIAS.
Vamos comentar, começando de baixo pra cima: Em décimo lugar, Cells at Work! foi bem divertido e contou com um elenco de alto peso molecular (ai desculpa gente eu sou Químico eu preciso fazer essas piadas quando surge a oportunidade). Apesar de ser engraçado com suas piadas nerds bazonga xd, ele acaba tendo um conteúdo muito mais denso do que se espera de uma comédia, e as suas punchlines foram praticamente as mesmas por toda a duração. Ainda é um baita de um show e merece a posição no ranking.
A nona posição dispensa apresentações. A quinta parte de JoJo chegou e sinceramente? Eu quero ser um gangstar. Ainda estamos no começo da história, mas pelo menos ela está tomando algum rumo, diferente da parte quatro, né…
Para a oitava posição, a postagem do começo do ano já ajuda um bocado. Gostaria apenas de acrescentar que adorei o rumo da história, por mais surpreendente que isso possa parecer. O tema principal – graças a Deus – foi para o segundo plano, e um tema muito melhor (ou menos polêmico, caso prefira…) assumiu seu lugar. E mesmo com o gosto amargo na boca, o final conseguiu ser positivamente emocionante. After the Rain foi mais do que uma referência a Falamansa.
Já que estamos citando os melhores do ano, fiquem com o que eu julgo ser a minha melhor piada de 2018. De Holmes of Kyoto.
Grancrest War fica em sétimo, e preciso confessar que o show cresceu em mim muito mais do que eu jamais poderia imaginar, quando escrevi suas Primeiras Impressões… Não só por suas personagens, mas por chegar um momento onde as coisas se acalmaram e finalmente começamos a entender o que diabos estava acontecendo. As vezes… Nós Gotta go fast um pouco mais devagar.
Liderando a segunda metade da tabela, Clear Card não só foi a sequência que queríamos como foi a que merecíamos. Qualquer fã da garota mágica de Tomoeda deveria voltar a sua infância de TV Globinho e assistir essa continuação. Acabou em aberto? Acabou. Deixou todo mundo com raiva e com gostinho de quero mais? Deixou. Mas a jornada vale, e não é só pela nostalgia.
IRODUKU e Chio’s School Road, quinto e quarto lugares… Mantiveram sua excelente qualidade do início ao fim, e creio que os seus respectivos Primeiras Impressões possam responder por mim.
Inaugurando o pódio, Asobi Asobase foi a coisa mais idiota que eu vi no ano, e justamente por isso merece tantos elogios. Como vocês podem ver, boa parte do meu ranking foi preenchido por comédias… Eu adoro comédias, de todos os tipos e formas. Se você gosta de comédia, sinceramente, qualquer uma das que foram citadas aqui irá te apetecer, basta escolher seu tempero. E o tempero de Asobi Asobase é o pior de todos. E isso o torna um dos melhores. É o macarrão com feijão do ano. E embora eu deteste a combinação… Ah, vocês entenderam.
O mesmo vale para Magical Girl Ore. A postagem explica bem do que se trata, mas não faz jus à qualidade. Acredito cegamente que a obra concluída é no mínimo dez vezes pior (ou melhor, você que sabe) do que eu passei.
Mas, apesar de tudo… Quem realmente levou o caneco foi o dito cujo: O maldito animê com um dos piores nomes localizados que eu já vi, Bunny Girl. Achei simplesmente sensacional como o autor conseguiu fazer um drama adolescente ser tão interessante. Como comentei no Primeiras Impressões… Ele usa de um bode expiatório que hoje eu percebo ser duplo: É tanto pra trazer o sobrenatural pro mundano, como pra fazer o mundano se tornar mais interessante, graças ao sobrenatural.
O desgraçado é um gênio.
Redator: Pedro Ladino
Bom, como já citado pelo Vini, 2018 se mostrou um ano excelente para animes, é claro que tivemos algumas bombas, mas no geral, foi um ótimo ano. Minha lista terá ao todo 11 animes, pois eu realmente não conseguir tirar, ainda que o primeiro das menções honrosas realmente valia a pena estar lá.
Começando a lista com um dos animes mais educativos que eu já tive o prazer de assistir. Cells at Work! é simplesmente uma das surpresas do ano. É bem produzido, e possui um ótimo timing cômico, e consegue ser pesado quando precisa. O episódio 12, sendo mais específico, trouxe um tom totalmente inesperado para o anime, trazendo medo, agonia e incômodo.
Apesar de possuir uma produção feita com troco de pão, WotaKoi é uma ótima comédia romântica sobre otakus. O show de referências e as piadas são um show a parte. O timing cômico é excelente. Além de ter uma das melhores aberturas do ano.
Idols, e tudo relacionados a elas, nunca me chamaram a atenção, tanto pelo estilo, quanto pelas controvérsias relacionadas a esse mundo. Para um anime que não possuía nem sinopse quando estreou, Zombie Land Saga foi a maior surpresa do ano para a minha pessoa. Desde o primeiro ao último episódio, o anime conseguiu me tirar risadas o tempo todo. Mas não é só na comédia que o anime se sustenta, ele possui críticas à esse mundo, qualquer um que saiba um pouco sobre o quanto nojento é o cotidiano das Idols. As músicas são ótimas também e o Koutarou é o melhor personagem masculino do ano.
08 – Asobi Asobase – workshop of fun – (Assista em: Crunchyroll)
Ainda que algumas piadas não funcionem, as personagens e as situações de Asobi Asobase são o ponto alto do anime, as dubladoras mandaram muito bem, em especial Hina Kino, que interpretou a Hanako. A mudança na voz é bastante natural e as reações são ótimas.
E o melhor anime de drama do ano vai para… uma comédia? Ainda que seja um anime de comédia, a parte que mais me conquistou em Hinamatsuri foi a parte dramática estrelada pela personagem Anzu. Eu chorei assistindo, que personagem! As partes de comédia com a Hina são bem legais também, ainda que algumas piadas sejam previsíveis, mas o anime vale pela Anzu.
Homenagem a Ashita no Joe (que eu não assisti e nem li, ME DESCULPEM), e é fantástico. Mesmo com uma produção limitada, o anime conseguiu passar a sua mensagem de forma sensacional. Ainda que o Boxe mova a trama, Megalo Box não é necessariamente um anime de luta. A estética noventista de Megalo Box faz ele passar um tom de clássico, além de uma trilha sonora fenomenal, e que foi parar até no Spotify.
A primeira vista, conhecendo o Japão como ele é, After the Rain possui uma sinopse que faz qualquer um pensar: isso vai dar merda. Mas, graças a Deus, esse anime é MARAVILHOSO. Que personagens, que produção, até perdoo o WitStudio por ter “estragado” The Ancient Magus Bride, e por favor, que lancem o mangá por aqui.
E aqui está o motivo para que essa lista tenha 11 obras e não 10, como de costume. Minha lista já estava praticamente fechada quando, por motivos paralelos a Torre, eu comecei a assistir. Starlight já estava na minha lista fazia um tempo, mas por causa dos atrasos do Hidive em colocar legendas em PT-BR, eu acabei deixando de lado para assistir quando acabasse, no entanto, esqueci. E meu Deus, que anime ein? A mensagem que ele trás é ótima, como crítica ao show business. Além de possuir as melhores cenas de lutas do ano. BANANICE BEST GIRL.
Aqui um anime que eu nunca pensei que assistiria, até descobrir que poderia assistir individualmente cada série de Lupin III. Para um primeiro contato com a franquia, não poderia ter sido melhor. Essa nova parte trás mini-arcos de 4 episódios que se juntam no final, e é incrível. Lupin é um excelente personagem, que funciona mesmo você só sabendo o básico sobre ele: é um ladrão, o maior de todos. Assistam Lupin III!
Quando você começa o ano com uma obra de arte chamada Devilman Crybaby, pode apostar que o resto dele será sensacional. Produção, trilha sonora e porrada no coração, só assistam. Devilman Crybaby se tornou um clássico instantaneamente, Masaaki Yuasa, eu te amo. O final mais sincero possível.
E chegamos ao anime que eu considero o melhor de 2018. Até Outubro eu considerava Devilman Crybaby imbatível. Mas sempre podemos contar com a Trigger, não é mesmo? (shiu, fica quieto ai Darling in the Franxx)
A direção de Gridman é espetacular, a ausência de trilha sonora em diversas partes acaba trazendo uma imersão e agonia. E só Deus sabe o quanto eu gritei com as cenas de luta, enlouqueci criando teorias e perdi o folego com Gridman. E o final… incrível, somente isso.
00 – Sangatsu no Lion S2 (Assista em: Crunchyroll)
VOU ROUBAR MESMO. Sangatsu no Lion para mim é o anime da década, e que todos deveriam assistir. O anime começou em 2017, mas temporada se encerrou esse ano. O arco do bulliyng tratado nessa segunda temporada é pesadíssimo e me deixou passando mal, ao ponto de ter que pausar os episódios a cada cena filha da puta. O segundo arco é espetacular, e explora mais personagens do anime. Assistam Sangatsu no Lion, é sério.
10 – Darling in the Franxx (Assista em: Crunchyroll)
Apesar do final apressado e decepcionante, Darling in the Franxx fez jus ao seu sucesso inicial e apesar dos pesares ainda é uma obra interessante e aproveitável até o episódio 18.
A aguardada adaptação da novel de mesmo nome escrita por Akatsuki Kana foi um misto de decepções com expectativas elevadas com base nos livros, e deleite com com as maravilhas visuais e sonoras de encher os olhos. Violet Evergarden ganha um lugar nessa lista pela sua excelência técnica e fidelidade à essência da história original, apesar das mudanças.
Uma das grandes surpresas de 2018 e do estúdio David Production, foi o anime original Cells at Work que se excedeu pela excelente temática e execução na animação em CG. Cells at Work com seu leque de personas das células do corpo humano entregou uma temática genuína e refrescante, se tornando um clássico; aquele anime do corpo humano.
A intensidade do brilho não dita a duração ou a beleza da chama. Koi wa Ameagiri foi anunciado com uma sinopse controversa e de interesse dúbio, mas demonstrou sua beleza sem chamar muita atenção. Uma beleza memorável que marcou um grande romance de 2018.
6 – That Time I Got Reincarnated as a Slime (Assista em: Crunchyroll)
Desde Sword Art Online e Daimachi, o gênero isekai ficou saturado com dezenas de animes genéricos toda temporada. That Time I Got Reincarnated as a Slime seguindo a mesma nota de KonoSuba, torna o gênero interessante novamente ao colocar o protagonista na pele de uma singela amoeba, transformando o que antes seria um clichê inexpressivo em uma comédia de expectativas além da fantasias shounen.
Você tem que ter um QI muito baixo para entender Pop Team Epic. Com uma proposta de adaptar tiras de 4 painéis, a realização desse anime foi uma afronta à Deus. Pop Team Epic se destacou pela qualidade humorística absurda que personificou tudo que simboliza o humor memético da internet.
Sempre que uma nova série é anunciada há a certeza de qualidade está por vir. A parte 5 da adaptação de Lupin continua com o ascendentes nível de qualidade já estabelecidos nos filmes clássicos e especialmente no anime de 2015. Lupin III: Part 5 não é apenas um doce para os fãs de longa data como também uma porta de entrada para novos espectadores.
Juntando zumbis e idols, Zombieland Saga reformula o padrão imposto por Idolmasters e Love Live! e trás uma nova vida ao gênero. Zombieland Saga deu a luz a Kotarou Tatsumi (info do dublador aqui), o melhor personagem do ano que definiu o sucesso desse grupo de idols e desse anime.
Após 45 anos a obra prima de Go Nagai finalmente teve a adaptação que merecia através da Netflix, apresentando a obra para toda uma nova geração. Devilman Crybaby permanece fiel ao original da melhor forma possível além de apresentar diversas referências ao original e aos OVAs. Fiz um texto dedicado ao anime, onde me expresso melhor sobre ele.
A comemoração do aniversário de 50 anos de Ashita no Joe, fez jus ao nome de uma dos clássicos dos animes de boxe e se consagrou como um dos melhores do ano. Fazendo uma releitura de personagens e trazendo a história para um cenário mais moderno, Megalobox reviveu o espírito dos grandes personagens que Ashita no Joe nos apresentou pela primeira vez há 50 anos. Sem uma animação impecável, mas com uma proposta direta e impactante, um estilo mais simples e sujo e uma trilha sonora memorável, Megalobox marcou este ano se tornou apenas uma marca à ser seguida por animes do gênero, como também um eterno clássico.
E esses foram os animes que consideramos os melhores de 2018, e que 2019 seja tão promissor quanto.