Com Capitão América: Guerra Civil e Mogli: O Menino Lobo arrecadando 404,27 milhões de dólares e 358,4 milhões, respectivamente, na bilheteria norte-americana, Scarlett Johansson entrou para a lista dos 10 mais rentáveis atores de todos os tempos, domesticamente, sendo a a única mulher desse ranking. Em toda sua carreira, seus filmes geraram 3,3 bilhões de dólares de bilheteria, nos Estados Unidos.
Muito desses números deve-se ao envolvimento de Scarlett Johansson no Universo Cinematográfico da Marvel. O papel favorito dela é a Viúva Negra.
“Eu realmente gosto de fazer a Natasha; de interpretar a Viúva Negra [em Os Vingadores, Capitão América: O Soldado Invernal, Vingadores: Era de Ultron, e Capitão América: Guerra Civil],” disse a atriz de 31 anos de idade, Scarlett Johansson, em entrevista à revista Michigan Avenue, após ter recebido o 2016 Renaissance Award, do Gene Siskel Film Center, em cerimônia no Ritz-Carlton Hotel, em Chicago, Illinois. “Tem sido uma interessante jornada, levar uma personagem, e crescer com ela, ao longo de todos esses anos. Ser capaz de descascar todas as camadas em volta, sendo capaz, como você faz em vida, no mundo real, de crescer com essa pessoa. A Viúva Negra é uma personagem realmente enigmática, e tem uma incrível história de origem. Então, ainda existe muita coisa dela ainda para contar.”
Scarlett Johansson foi questionada então do porquê dos fãs terem uma profunda afeição por seu papel na Marvel. “As pessoas gostam de peças de um quebra-cabeça,” ela explicou. “Essa é a parte divertida do universo da Marvel. Eles gostam de ver essas pequenas partes se unificando, e descobrindo pequenas referências, as quais conhecem dos quadrinhos e histórias anteriores. É fascinante. Adoro isso.”
Scarlett Johansson aumentará seu recorde na bilheteria, quando o filme de animação Sing for lançado em dezembro, e o live-action Ghost in the Shell estrear em 21 de março de 2017. O próximo projeto da Marvel, que ela está confirmada para aparecer, é em Vingadores: Guerra Infinita Parte 1, mas ele só chega em 4 de maio de 2018.