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Casos de Bat-Família | Batman vai entrar em guerra contra a Batwoman

Esse artigo contém spoilers de Detective Comics #976.

A Bat-Família está em ruínas. Após os terríveis acontecimentos no arco Fall of the Batmen, quando o Victim Syndicate conseguiu transformar o Cara de Barro em uma perigosa ameaça novamente, a Batwoman tomou a decisão de cruzar a única linha que Batman respeita. E matou o antigo aliado.

Após matar Basil Karlo, Kate Kane foi alvo de uma intervenção organizada por Batman e o resto da equipe. Onde a Batwoman pediu para sair do grupo. O que acaba provocando um racha na Bat-família. Red Robin, Salteadora e a Orfã ficam do lado do Homem Morcego, enquanto Batwing e Azrael (recém-incorporados ao grupo) resolvem defender Kate.

Kate Kane, então além de sair do grupo, resolve unir forças com o seu pai e liderar o seu exercito, A Colônia. E leva junto consigo Batwing e Azrael para se juntarem ao exercito. O seu motivo é poder fazer a diferença em escala mundial, não somente em Gotham City. Mas acontece que Batman não confia na organização e os reconhece como uma grande ameaça. O que vai deixar os dois líderes em rota de colisão.

Como A Colônia é uma rede mundial, será que veremos a volta da Corporação Batman de Grant Morrison? E como será o confronto entre Batman vs. Batwoman? E o resto da equipe? Até quando ficarão divididos e quantas perdas ainda terão? As respostas estão no arco The Bat Against the Colony que começa em Detective Comics #976.

Aqui no Brasil, Detective Comics é publicado pela Editora Panini.

 

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Multiplicidade: Quando o Superman conhece a Liga da Justiça Encarnada

O Renascimento do Superman resgatou tudo o que o herói representava: Verdade, justiça e esperança. Peter Tomasi e Patrick Gleason estão escrevendo o título mais divertido da iniciativa até hoje. Além de uma estrutura simples, a revista lida com questões complexas como: o herói não pertencer a cronologia. Essa questão começa a ganhar mais transparência em Multiplicidade, uma história que envolve o incrível Multiverso de Grant Morrison. 

 

Esse é um grande desafio para dupla. Depois de Multiversity, ninguém teve coragem de utilizar os conceitos da obra e a Liga da Justiça Encarnada. Todo cuidado é pouco. Tomasi e Gleason explicam conceitos complexos com muita simplicidade. Os diálogos expositivos contextualizam perfeitamente a obra do escocês aos novos leitores. Quando eles não explicam, então os artistas mostram com clareza. O encontro entre o Homem de Aço e a equipe de heróis protetora de universos é simplesmente épico. Multiplicidade traz boas e divertidas interações entre personagens desconhecidos. 

O roteiro também cria novos personagens como o vilão Profecia e seus seguidores chamados Coletores. O vilão não é tão bem desenvolvido, mas apresenta motivações extremamente plausíveis e pode ser bem aproveitado no futuro. O grande problema aqui é o tempo. O arco dura apenas 3 edições. Isso não é o suficiente para justificar algumas decisões durante o ato final. Tomasi e Gleason tomam algumas decisões as quais com certeza afetarão o rumo de Multiversity Too. Morrison será obrigado a reescrever o roteiro de novo (coitado).

Assim como Multiversity, Multiplicidade leva bem a sério o significado do seu nome. A história conta com múltiplos artistas: Ivan Reis, Ed Benes, Jorge Jimenez, Clay Mann e Tony Daniel. Cada um traz seu estilo único para essa aventura. A arte destoa, mas nunca perde a qualidade. Além disso, eles tiveram a responsabilidade de definir o visual de algumas terras nunca vistas.

Multiplicidade foi publicado entre as edições 8 e 9 da revista mensal do Superman pela editora Panini. É uma divertida história para aqueles que assim como eu, gostariam de rever o que Morrison criou, nas mãos de outro roteirista. Tomasi e Gleason seguem com o mistério cronológico do Superman enquanto se divertem bastante escrevendo esse título extremamente descompromissado. Não é perfeita, mas está muito longe de ser uma história ruim. 

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Eu Sou Suicida: “A escolha de um garoto. Para morrer.”

Em um dia normal como esse, Tom King tomou uma decisão polêmica: Dizer que Bruce Wayne já tentou suicídio. Esse fato deixou muitos fãs do Homem-Morcego divididos, pois talvez o roteirista estivesse passando dos limites. Entretanto, toda a ousadia é justificada em Eu Sou Suicida. Uma das histórias mais importantes do personagem nos últimos tempos. Na trama, Batman precisa resgatar o Pirata Psíquico para ajudar Gotham Girl. Para isso, o Morcego reunirá um time de vilões desconhecidos para invadir Santa Prisca, a nação de Bane. Nesta equipe temos: Tigre de Bronze, Pierrô, Colombina, Ventríloquo e Mulher-Gato

Em Eu Sou Gotham, o careca já provava escrever bem o personagem com um bom toque de ironia e exagero, tal como Grant Morrison alguns anos antes o escreveu. Agora, ele se distancia do estilo do escocês e explora a mente de Bruce Wayne. O Batman de King é frágil e não superou a morte dos pais, tal como outras versões do personagem. Entretanto, ele tem um fator a mais: O fator suicida. O seu Bruce é o mais frágil nesses 80 anos de existência na ficção. O roteirista compara o ato de vestir o manto do Morcego ao suicídio. “É a escolha de um garoto. Para morrer.” como Wayne diz durante a narrativa. Tudo isso através de uma carta. E aí entra outro fator essencial para a história: Selina Kyle

Ele fez o que poucos tiveram coragem. Aprofundar a relação entre a Mulher-Gato e o Batman. Não são apenas beijos em cima dos prédios, são duas pessoas sofrendo. A carta dela se complementa com a dele. King cria o romance perfeito. O Morcego precisa da Gata e vice versa. É um dos momentos mais tocantes e sensíveis da história do Cruzado de Capa. É claro que o roteirista não se foca apenas nos dois, ele também lida com o seu “Esquadrão Suicida”. Ele faz isso magistralmente. Todos os membros tem uma função na história, que cedo ou tarde, é revelada e surpreende o leitor. O destaque vai para o uso do Ventríloquo. A abordagem usada para esse vilão desconhecido é icônica. 

Outro destaque vai para Mikel Janín. Provavelmente o melhor artista do título até então. Os desenhos de Janín ao lado das cores de June Chung beiram a perfeição. É uma mistura de 2D com 3D muito eficiente e atraente. O jeito como a arte brinca com os layouts e os enquadramentos é genial. Passar as páginas e continuar a leitura é uma tarefa difícil. Os desenhos são muito bonitos e repleto de detalhes. É uma verdadeira aula de narrativa gráfica.

O arco também discute sobre alguns temas como a dependência das drogas. O personagem utilizado para representar isso é o Bane. O personagem é dependente do veneno para sua felicidade. É uma abordagem trágica e interessante. Essa dramaticidade se entrelaçará com a tragédia de Wayne em Eu Sou Bane, o próximo grande arco da revista. Por aqui, a história foi publicada entre as edições 6 à 8 da mensal do Morcego pela editora Panini. Eu Sou Suicida é a parte mais tocante da trilogia planejada por King. Adiciona camadas ao personagem enquanto desenvolve uma divertida e excelente história de assalto. O Batman não poderia estar em melhores mãos. 

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Sala Imaculada: Concepção Imaculada é aterrorizante e engraçado.

Você gosta de cultos satânicos com atores hollywoodianos e uma boa pitada de horror e humor negro? Sala Imaculada é o quadrinho perfeito para você, seu pervertido. Na trama, acompanhamos a jornalista Chloe Pierce tentando descobrir o motivo do suicídio de seu marido. Coincidentemente, ele estava segurando um livro de auto-ajuda. Tendo ciência disso, ela vai atrás da escritora do livro, Astrid Mueller, para descobrir o que há de tão perturbador por trás da obra e levá-la a justiça.

O roteiro é de Gail Simone, uma escritora muito conhecida no mundo dos quadrinhos pela criação do movimento feminista Mulheres na Geladeira. O primeiro ponto a se destacar no seu modo de escrita, são as personagens. Ela escreve personagens femininas como ninguém. A protagonista, Chloe, é o dobro da Lois Lane, com palavrões, é uma personagem extremamente forte, determinada e humana. Todas as suas limitações são perfeitamente bem apresentadas ao leitor, inclusive a questão da perda. Astrid Mueller, a antagonista, é também outra grande personagem aqui. Ela é fria, calculista e os seus traumas também são bem apresentados, mas ainda existe um ar de mistério em torno da personagem, que deve ser explorado nos próximos volumes.

Sala Imaculada: Astrid Mueller (Esquerda) e Chloe Pierce (Direita)

O segundo ponto a se destacar é a atmosfera e a liberdade da construção do tom aqui. Essa é uma obra aterrorizante, claustrofóbica, sobrenatural e com um senso de humor muito particular aparecendo nas últimas duas edições. É uma mistura extremamente eficiente para tirar o leitor da sua zona de conforto, mas não traumatizá-lo. Esse é outro ponto alto. Talvez o único ponto negativo que o roteiro apresenta neste primeiro volume seja a conclusão do primeiro arco um pouco apressada, acredito que se o primeiro arco tivesse uma edição a mais, algumas ideias apresentadas e encerradas neste volumes, funcionaram melhor.

Essa é a arte menos assustadora de Hunt em Sala Imaculada.
A arte de Jon Davis-Hunt em Sala Imaculada. Não queria chocar vocês, peguei uma bem leve.

A arte é do Jon Davis-Hunt. Ele contribuí muito para essa atmosfera horripilante. Seus traços são extremamente simples e chocam justamente por isso. Existem tantas cenas grotescas dignas de Preacher do Garth Ennis, que você simplesmente não acredita que elas tenham sido representadas de forma tão simples, pois não apresenta podridão, é uma verdadeira quebra de expectativa muito bem-vinda. Além disso, os designs escolhidos para os demônios são extremamente interessantes e funcionam. É possível perceber inspirações em Alien: O Oitavo Passageiro e Lovecraft principalmente.

Recentemente, a editora Panini publicou o primeiro volume de Sala Imaculada em capa-cartão e papel LWC. Um formato bastante acessível ao leitor. Sala Imaculada: Concepção Imaculada é um ótimo início para uma promissora história sobrenatural e bizarra. Listamos outros grandes títulos da Vertigo moderna aqui.

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Os Mais Perigosos do Mundo: A Liga da Justiça de Amanda Waller

Após os eventos de Trono de Atlântida, Amanda Waller, como uma boa estrategista, viu neste momento uma oportunidade de derrubar a Liga da Justiça criando uma nova equipe: A Liga da Justiça da América. Não pensem que esse é um Esquadrão Suicida 2.0. A equipe é formada por Caçador de Marte, Katana, Stargirl, Vibro, Gavião Negro, Lanterna Verde (Simon Baz) e Mulher-Gato. Eles são liderados por Steve Trevor. No arco Os Mais Perigosos do Mundo, temos a união da equipe e a sua primeira missão: Enfrentar a Sociedade Secreta.

O roteiro de Geoff Johns segue uma narrativa simples e cheia de ação, assim como seus trabalhos anteriores, ele se complica desnecessariamente em alguns momentos. O maior exemplo dessa complicação é com o Arqueiro Verde, um personagem importante para trama e que até a movimenta de certa forma, mas é um personagem extremamente desnecessário para o grupo. Personagens subdesenvolvidos são o que não faltam aqui, alguns são bem mais apresentados do que outros, como Vibro, Gavião Negro e Stargirl. Caçador de Marte, Mulher-Gato, Steve Trevor e Amanda Waller são os melhores personagens do quadrinho. O ponto mais positivo do roteiro de Johns está em como ele escreve Waller e Trevor. Uma figura manipuladora como de costume e extremamente estrategista e um homem obrigado a se corromper. Os heróis são convocados e não existe possibilidade deles dizerem não, ela pode usá-los contra eles mesmos.

A arte de David Finch é realista, sombria e violenta. Representa bem o espírito da equipe, o tom mais militarizado. Ele trabalha bem em quadros menores e principalmente em splashpages, garantindo ótimas cenas de ação. Entretanto, tudo muda quando a partir da quarta edição, Brett Booth assume a arte interna. Booth tem uma arte extremamente noventista com expressões faciais extremamente ovais e corpos sem a mínima noção de anatomia, a arte dele combinaria com o título se a história fosse mais cômica. As cores de Andrew Dalhouse prejudicam os desenhos de Booth e a narrativa.

O primeiro volume também conta com mini histórias do Caçador de Marte escritas por Matt Kindt e ilustradas por Andres Guinaldo. Kindt tem sucesso ao apresentar uma nova origem para o personagem e tornar ele ainda mais relacionável e arte de Guinaldo não é memorável, mas cumpre sua função em mover a narrativa.

Recentemente a Panini publicou o primeiro volume de Liga da Justiça da América em um encadernado capa dura com 164 páginas em papel couche. O formato é o mais adequado para obra e realça a arte de Finch. O ponto negativo fica a cargo da ausência de extras. Os Mais Perigosos do Mundo tem ideias interessantes e poderia se aprofundar mais na questão política, mas prioriza o massaveio. Garante divertimento com certeza, mas desperdiça um pouco do seu potencial para se firmar como uma ótima e simples história causando uma primeira má impressão sobre o título, mas não tão má assim. 

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Liga da Justiça | O que ler antes do filme?

A espera está acabando. Daqui a algumas semanas, os fãs da DC finalmente realizarão o sonho de ver a Liga da Justiça em ação nas telonas. Após a morte do Superman, Bruce Wayne recuperou sua fé na humanidade e reuniu um grupo de pessoas com habilidades especiais para conter uma invasão apocalíptica. O filme dirigido por Zack Snyder e escrito por Chris Terrio se inspirou em alguns quadrinhos para trazer vida à versão cinematográfica das Lendas. Saiba o que você deve ler antes de assistir ao filme:

1 – Liga da Justiça: Origem

Escrito por Geoff Johns e com desenhos de Jim Lee, este é o primeiro arco da revista da Liga nos Novos 52. Na trama, os heróis se unem ao acaso para deter a invasão de Darkseid. O filme não deve ter como inspiração apenas o primeiro arco, assim como a passagem inteira de Johns no título. Um dos motivos que reforçam isto é a presença do Ciborgue na equipe e sua origem ligada às Caixas Maternas, outro aspecto é o formato de cubo das Caixas no filme, também fruto dos Novos 52.

2 – Novos Deuses #7

Nessa edição de uma das suas maiores obras, Jack Kirby, conta a origem da Fonte, do Pai Celestial e do pacto entre Apokolips e Nova Gênesis. Além disso, temos a primeira aparição do Lobo da Estepe, o antagonista do filme da Liga. Se você quiser entender um pouco mais sobre determinados conceitos da mitologia dos Novos Deuses para não ficar perdido durante o filme, essa é uma leitura obrigatória. 

3 – Liga da Justiça: O Prego

Se você acha que não pode existir uma Liga sem o Superman, então você está certo. Se você acha que nunca existiu uma Liga sem o Superman, então você está enganado. O Prego é uma história do selo Elseworlds que traz uma formação das Lendas sem o Homem de Aço. É uma história extremamente sombria. Zack Snyder provavelmente usou o argumento dessa história como o argumento do filme da equipe. A diferença é que a versão cinematográfica trabalhará com o otimismo e a esperança. 

4 – LJA de Grant Morrison e Howard Porter

Com essa reformulação mais “clássica” da equipe, ao longo de 41 edições, Grant Morrison tratou os maiores heróis de todos os tempos como deuses caminhando entre nós em um run repleto de histórias grandiosas e complexas e a arte de Howard Porter pode ser extremamente noventista, mas é um trabalho gráfico fantástico. Todos nós sabemos que Zack Snyder ama grandiosidade e como vimos no último trailer, o filme promete ser realmente grandioso. Eu não tenho dúvidas de que o filme se inspirou na escala épica que Morrison trouxe à Liga. 

5 – O Retorno do Superman

Todos nós sabemos que o Homem de Aço irá retornar durante o filme, mas não sabemos como. Algumas teorias envolvem Caixas Maternas e até mesmo viagem no tempo para trazê-lo de volta. Até lá, que tal saber como o Homem do Amanhã voltou à vida nos quadrinhos? O Retorno do Superman traz um mundo desesperançoso com saudades do ícone enquanto surgem quatro pessoas para assumir o manto do herói: Erradicador, Superman Ciborgue, Superboy e Aço. Esse quadrinho reforça o quão importante o Superman é importante para o mundo, assim como Snyder pretende em seu longa. 

 

BÔNUS: Super Powers Volume 2

Como observado nos últimos trailers do filme, o céu está vermelho e o chão está sendo terraformado, possivelmente com o intuito de preparar a Terra para a chegada de Darkseid. Saiba que o plot de O Homem de Aço não está sendo repetido. Caso a teoria se confirme, então o segundo volume de Super Powers serviu como uma das inspirações. O quadrinho se passa após a queda de Darkseid, que planeja moldar a Terra à sua imagem enviando as Sementes da Destruição.

Liga da Justiça chega aos cinemas no dia 15 de novembro. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

 

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Detective Comics trará de volta o Batman Azrael

Personagem criado por Denny O’Neil e Joe Quesada, Jean-Paul Valley voltará a aparecer nas histórias da DC Comics não como Azrael, mas como Batman. O roteirista James Tynion IV, nome por trás do título Detective Comics, divulgou a novidade em seu Twitter.

Segundo Tynion, o personagem retornará em Detective Comics #962. Para evitar especulações o roteirista deixou claro que não se trata de um sonho nem uma história imaginária. Confira abaixo a arte de capa divulgada, feita por Yasmine Putri:

Jean-Paul Valley, o Azrael, surgiu em 1992 na revista Batman: Sword of Azrael #1. Vindo de um grupo de assassinos criados pela Ordem de São Dumas, para cumprir a vontade de Deus, sua alcunha é uma homenagem ao anjo da morte islâmico de mesmo nome. Ele conhece Batman e, posteriormente, assume o manto do herói.

Batman treinou Azrael durante um tempo com o objetivo de tê-lo como substituto em Gotham em casos de emergência, e com a Queda do Morcego o herói assumiu o manto de Batman precocemente, usando uma armadura e enlouquecendo, tornando-se muito violento. Com o retorno de Bruce, recuperado, Jean-Paul foi destituído do manto de Batman e retornou ao seu status de Azrael.

O personagem já havia aparecido no início do Renascimento, em Detective Comics #934, sendo derrotado pelo Homem-Morcego. No Brasil, Detective Comics é publicada mensalmente pela editora Panini.

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The Oz Effect | Novo arco revelará a identidade de Mr. Oz

Mr. Oz apareceu pela primeira vez em Superman #32 dos Novos 52 e desde então, tem sido uma das figuras mais misteriosas do Universo DC muito ligada ao Superman. Ele capturou Tim Drake, que a Bat família pensa estar morto, e o Apocalipse original que matou o Homem de Aço. Depois do retorno de Wally West, da revelação sobre o segundo Clark Kent e o mistério envolvendo o Bóton, a identidade de Mr Oz finalmente será revelada nas páginas de Action Comics no arco The Oz Effect. Confira as solicitações de setembro da revista:

“Action Comics #987

Escrito por Dan Jurgens

Arte de Viktor Bogdanovic

Capa lenticular de Nick Bradshaw

Capa variante de Mike Janin

“The Oz Effect” primeira parte. Os agentes do misterioso Mr. Oz começam a se mover enquanto o Homem de aço trabalha para parar o caos que eles provocaram em Metropolis e ao redor do globo. Mas quando Mr Oz sai das sombras, sua identidade deixa O Último Filho de Krypton chocado. A história que começou em DC Universe: Rebirth #1, começa a ter seu fim aqui.”

“Action Comics #988

Escrito por Dan Jurgens

Arte de Patch Zircher

Capa lenticular de Nick Bradshaw

Capa variante de Mikel Janin

“The Oz Effect” segunda parte. Enquanto Superman luta contra as ramificações da identidade de Mr. Oz, as origens da figura misteriosa e o longo caminho para o destino de Superman finalmente se revelam.”

“Action Comics #989

 Escrito por Dan Jurgens

 Arte de Victor Bogdanovic

 Capa lenticular de Nick Bradshaw

 Capa variante de Neil Edwards e Jay Leisten

 “The Oz Effect” terceira parte. A surpreendente revelação sobre a origem do Mr. Oz deixou o Superman chocado. Com O Homem de Aço ocupado com os desastres que se manifestam em todo o mundo, Mr. Oz terá tempo de enfrentar Lois Lane.”

“Action Comics #990

 Escrito por Dan Jurgens

 Arte de Victor Bogdanovic

 Capa lenticular de Nick Bradshaw

 Capa variante de Neil Edwards e Jay Leisten

“The Oz Effect” quarta parte. Se o Superman não apoiar a causa de Mr. Oz, talvez Superboy o faça. O misterioso vilão atinge o coração do herói quando ele e Jon unem forças. O Último Filho de Krypton terá que fazer uma escolha:  salvar seu filho ou seu planeta adotivo.”

“Action Comics #991

 Escrito por Dan Jurgens

 Arte de Victor Bogdanovic

 Capa lenticular de Nick Bradshaw

 Capa variante de Neil Edwards e Jay Leisten

“The Oz Effect” quinta parte. Depois de ter sido revelado como [NÃO FOI DIVULGADO], Mr. Oz realiza sua última jogada contra o Homem de Aço e sua família, deixando o Homem do Amanhã questionando quais outros segredos e mentiras o aguardam em um futuro próximo com o fim do Efeito Oz.”

 

Além disso, em Detective Comics teremos um arco focado em Tim Drake e sua fuga da prisão de Oz:

“Detective Comics #965

Escrito por James Tynion IV

Arte de Eddy Barrows

Capa de Eddy Barrows

Capa variante de Rafael Albuquerque

“A Lonely Place of Living” primeira parte. Esta é a história que você pediu: Onde está Tim Drake? Robin Vermelho encara uma encruzilhada… escapar da prisão mais diabólica jamais inventada, ou encontrar a si mesmo abandonado além do tempo e do espaço por toda a eternidade! Sem muita escolha, certo? Mas quando ele encontrar quem está preso junto com ele, o mundo de Tim irá mudar como ele nunca imaginou! Esta é uma das grandes histórias da era Renascimento, preparando terreno para um épico de Detective Comics”

“Detective Comics #966

 Escrito por James Tynion IV

 Arte e capa de Eddy Barrows e Eber Ferreira

 Capa variante de Rafael Albuquerque

 “A Lonely Place of Living” segunda parte. Tim Drake foi trancado na prisão de Oz, mas agora ele está livre e perambulando na prisão enquanto o misterioso vilão luta contra o Superman. Mas ele é o único prisioneiro livre?”

“Detective Comics #967

 Escrito por James Tynion IV

 Arte e capa de Eddy Barrows e Eber Ferreira

 Capa variante de Rafael Albuquerque

 “A Lonely Place of Living” terceira parte. É uma corrida para salvar o futuro de Tim e sua equipe quando Red Robin tenta escapar da prisão fora do tempo e encontrar seu caminho de volta à Terra.”

O Renascimento já está sendo publicado no Brasil pela editora Panini. Para mais informações fique ligado na Torre de Vigilância.

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DC Comics | Personagem que gerou polêmica nos anos 30 vai voltar

A DC Comics vai trazer de volta um personagem que estava no “limbo” da editora para se tornar um dos vilões principais da HQ New Superman. Para quem não sabe, é nessa série, que estreou depois do Rebirth, onde são contadas as histórias de Kenan Kong, o Superman chinês.

A série, escrita por Gene Leun Yang e desenhada por Billy Tan, mostra Kenan Kong e sua luta diária para se tornar digno de usar o nome “Superman” na China, a HQ ainda conta com as versões chinesas de outros super-heróis (como o Batman e a Mulher-Maravilha). Mas na ultima edição foi revelado que Ching Lung era a grande mente pensante do mal a ser derrotada.

A Trindade chinesa

Para quem não sabe, Ching Lung é um personagem que foi capa da Detective Comics #1 em 1937, um ano antes do Superman fazer a sua estreia nos quadrinhos. Por causa dos seus traços com bigodes Fu Manchu, olhos puxados ofensivos e as vestimentas tradicionais do oriente, o personagem foi citado diversas vezes, por vários críticos, como exemplo de estereótipo ofensivo aos asiáticos, o que fez a editora coloca-lo no esquecimento durante várias décadas.

“O Rebirth é sobre abraçar a história do Universo DC, então temos que voltar até o inicio, certo?” disse Yang para o Washington Post. “Se Realmente queremos abraçar quem somos como americanos, temos que olhar tanto o bom, o mal, o bonito e o feio de nossa história. O Rebirth é sobre a recuperação do passado da DC Comics, também temos que examinar as coisas feias também. Então é isso que esperamos fazer.”

O design de Ching Lung em New Superman é praticamente o mesmo usado originalmente nos anos 30. Yang, que é americano com descendência chinesa, depois de fazerem diversas novas versões, optou que fosse melhor deixar o mesmo visual do passado.

 

“Pensei que redesenhando Ching Lung, nós realmente estaremos introduzindo uma nova forma de ‘perigo amarelo’. É isso não é o que queremos fazer,” falou Yang. “O objetivo não é retroceder aos antigos estereótipos. A DC no passado começou isso de ‘perigo amarelo’. Uma coisa que desumanizou um povo inteiro. E agora a DC tornou seu símbolo mais importante, o Superman em chinês. Me orgulho de fazer parte da história da editora e dos quadrinhos americanos em geral”.

Ching Lung chega às páginas da edição New Superman #8.

saint seya

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Action Comics e Detective Comics retornarão com numeração original

Durante uma entrevista sobre o DC Ribirth ao site CBRGeoff Johns, o chefe criativo da DC,  revelou que Action Comics e Detective Comics, as duas séries com maior tempo de publicação da editora, retornarão com a numeração original.

O Rebirth trará todos os títulos com a numeração zerada, exceto Action Comics e Detective Comics, que retornarão respectivamente nas edições #957 e  #934. Ambas as séries terão lançamentos quinzenais e chegarão na edição #1000.

Vale lembrar que o Rebirth não se trata de um Reboot, mas sim de um renascimento, com o retorno de elementos antigos e também de novos conceitos para o Universo DC.

O renascimento editorial começa em Maio nos EUA.