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Ella Purnell entra para o elenco de Fallout

Foi divulgado de forma exclusiva pelo Deadline, que a atriz Ella Purnell entrou para o elenco de Fallout, vindoura série do Prime Video baseada no game homônimo. 

Ella Purnell viverá a protagonista feminina do seriado, que até o momento, não teve detalhes ao seu respeito divulgados. Ella é conhecida pelos seus trabalhos em Arcane, Army of the Dead: Invasão em Las Vegas, O Lar das Crianças Peculiares, Malévola e Kick-Ass 2. 

Jonathan Nolan, o idealizador do projeto, dirigirá o primeiro capítulo. 

Fallout é um RPG eletrônico produzido por Tim Cain, desenvolvido pela Black Isle Studios e publicado pela Interplay em 1997. O jogo acontece em um cenário pós-apocalíptico no século XXII, mas sua história e arte, foi grandemente influenciada pela paranoia nuclear que atacou os anos 50.

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Fallout | Walton Goggins é escalado para ser o protagonista da série

A Variety anunciou com exclusividade, que o ator Walton Goggins será o protagonista da série Fallout do Prime Video, que será baseada no game homônimo. 

Detalhes do seu personagem não foram divulgados. Entretanto, acredita-se que ele dará vida à um personagem baseado nos mutantes Ghoul, humanos destruídos pela explosão nuclear que se transformaram em criaturas  grotescas e são imunes à radiação. 

Jonathan Nolan, o idealizador do projeto, dirigirá o primeiro capítulo. 

Fallout é um RPG eletrônico produzido por Tim Cain, desenvolvido pela Black Isle Studios e publicado pela Interplay em 1997. O jogo acontece em um cenário pós-apocalíptico no século XXII, mas sua história e arte, foi grandemente influenciada pela paranoia nuclear que atacou os anos 50.

Fallout não possui data de lançamento.

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Séries

Fallout ganhará série produzida pelo Prime Video

Foi revelado por meio da Variety, que o game Fallout, ganhará um seriado produzido pelo Prime Video.

Os idealizadores da produção, serão Jonathan Nolan e Lisa Joy, responsáveis pela série de ficção-científica Westworld.

“Fallout é um dos melhores jogos de todos os tempos. Estamos incrivelmente empolgados em fazer parceria com Todd Howard e o resto dos colaboradores brilhantes da Bethesda, para dar vida a esse universo maciço, subversivo e sombriamente engraçado com a Amazon Studios”. Afirmou Jonathan e Lisa em um comunicado de imprensa.

 

Fallout é um RPG eletrônico produzido por Tim Cain, desenvolvido pela Black Isle Studios e publicado pela Interplay em 1997. O jogo acontece em um cenário pós-apocalíptico no século XXII, mas sua história e arte, foi grandemente influenciada pela paranoia nuclear que atacou os anos 50.

Fallout não possui data de lançamento.

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Cinema

Christopher McQuarrie tinha planos para um filme do Superman

Há quase uma década, Henry Cavill estrelou como Superman em O Homem de Aço. Apesar de suas participações em Batman vs Superman e Liga da Justiça, fãs querem ver outra aventura solo do personagem. Talvez o sonho não se realize tão cedo. Em sua conta do Twitter, o diretor Christopher McQuarrie (Missão Impossível: Efeito Fallout) revelou ter proposto um novo filme do herói para a Warner Bros.

https://twitter.com/chrismcquarrie/status/1147088978610442241

“É difícil explicar, pois o meu envolvimento com Lanterna Verde estava ligado ao filme que eu e Cavill estávamos propondo. Os estúdios nunca se importaram com as minhas ideias originais, apenas que eu consertasse as deles.”

https://twitter.com/chrismcquarrie/status/1147144618204643328

Ao ser perguntado se o filme se conectaria com O Homem de Aço, ele respondeu: “Certamente, poderia.” Além disso, McQuarrie também declarou que ele tinha uma proposta escrita para um filme do Lanterna Verde. Mas acredite ou não, Warner não disse não para o cineasta, apenas não levou adiante ambos os projetos.

https://twitter.com/chrismcquarrie/status/1147130756445159424

“Eles nunca disseram não. Apenas não levaram adiante. Isso foi antes do lançamento de Fallout. E não, eu não reconsideraria, pois há outras coisas as quais eu quero fazer.”

Apesar de não existir planos para outro filme do Superman, Warner Bros quer introduzir a Supergirl nos cinemas. Em relação a Tropa dos Lanternas Verdes, só se tem conhecimento de que Geoff Johns está envolvido na produção. Para saber sobre tudo o que acontece no Universo das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Gameplay Games

Review | Fallout 76

Sobrevivência sempre foi o principal tema nos jogos de Fallout. Tudo do lado de fora dos Vaults é enferrujado, quebrado e deteriorado. Mas você acaba se acostumando com a sujeira, se acostumando com as tranqueiras que encontra, e gradualmente se torna um sobrevivente. Infelizmente, Fallout 76 é tão desgastado quanto o seu próprio mundo. Embora haja vislumbres dos antigos Fallout, como buscas irônicas sobre a burocracia do velho mundo e genuinamente relatos sobre o impacto da automação na classe trabalhadora, Fallout 76 não tem o coração e o dinamismo de jogos anteriores da série da Bethesda.

Em Fallout 76 você será apresentado a robôs com profundidade emocional de uma torradeira. Mesmo o personagem robótico principal, que seria a “pessoa” mais próxima a você, com quem a interação deveria ser “natural” não agrada. Uma Miss Nanny modificada chamada Rose, que raramente é tridimensional, tirando a única parte da sua história trágica de criação. E é assim que Fallout 76, não entrega seu potencial, em grande parte ele nem chega perto de ser realizado. Embora os NPCs robóticos pudessem ter sido a grande revelação aqui, as automações que você encontra são vendedores, guardas ou apenas recepcionistas ornamentais. Você se sente verdadeiramente sozinho.

Digamos que não muito sozinho. A crescente comunidade do Fallout 76 brilha tanto quanto o flash de câmeras polaroids ou de uma nuvem de cogumelo. O multiplayer aqui serve para preencher o vazio, as vezes você é recheado por aquela explosão de alegria quando encontra outro sobrevivente no deserto, mesmo depois de horas e horas jogando a novidade do multiplayer. Ajudar alguém a realizar a missão dá a você aquela sensação de solidariedade e isso é, sem dúvida, uma das melhores coisas sobre o Fallout 76.

Independentemente de você estar jogando sozinho ou com amigos, você provavelmente terá uma sensação de déjà-vu. Appalachia é construída usando o mesmo Mecanismo de criação do Fallout 4 e de Skyrim, então a maioria de seus arredores parece estranhamente semelhante à viagem de 2015 para o Wasteland. As texturas levam alguns segundos extras para carregar, mesmo quando você está perto, em terceira pessoa, ou quando seu personagem parece ter sido construído com um manequim de luxo e seus inimigos parecem não possuir articulações. Mesmo depois do beta, ainda podemos encontrar alguns problemas como, os inimigos fazerem pose para combate e deslizarem em direção a você como se estivessem sobre um piso rolante, pedaços de rocha e folhas ficando verde néon quando elas não carregam por inteiro. E não tem como não comparar com o esmero das produções de 2018 como God of War, Homem-Aranha e Red Dead Redemption 2 fazendo ondas com seus gráficos excelentes, podemos até falar de Horizon Zero Dawn em 2017, assim decretando que o Creation Engine simplesmente não está à altura dos grandes.

Mas claro que há locações muito bem trabalhadas no jogo. The Mire e Cranberry Bog, são as duas áreas mais bonitas, e são diferentes de qualquer coisa que você já viu em Fallout, incrivelmente exuberantes, radiantes de vida e criaturas estranhas. The Mire é um pântano de árvores frondosas e trepadeiras sencientes que contaminaram a fauna local, com grama tão alta e espessa que, em parte, obscurece sua visão quando se esgueira. Cranberry Bog é um simples, porém fantástico local extraterreno, árvores bulbosas, com troncos que parecem barrigas salientes, brotando do chão e a terra é um vermelho violento como sangue, são locais angustiantes, que transmitem o clima perfeito de exploração como Fallout deve ser. Seguindo de mãos dadas com as mutações que você pode desenvolver, além dos novos medidores de fome e sede, essas áreas mostram que o mundo que você conheceu se foi e que você está lutando pela sobrevivência.

Falando em luta, as criaturas são uma adição fantástica a Appalachia. Forçando você a criar estratégias na hora, já que basicamente elas aparecem de surpresa durante a gameplay, é quase como jogar um simulador de observação de pássaros, mas em vez de pássaros são monstros radioativos e no final eles querem te matar. A sensação de satisfação vem quando eles estão mortos e você passa por seus corpos sem medo. Algumas aparições são tão raras quanto Meotwo no Pokemon Go. Esta versão apocalíptica da observação extrema de pássaros definitivamente incentiva você a voltar para caçar essas criaturas, se você tiver paciência.

A esquisitice da ficção científica em Fallout é famosa, como procedimentos burocráticos hilariantemente frustrantes ainda sendo reforçados por robôs apesar de seus escritórios serem escombros em torno deles, uma sociedade secreta de vigilantes liderados por uma dublê / atriz, os eventos públicos que simplesmente como um desfile há muito tempo perdido ou ajudar um prefeito robótico a pegar garrafas de cerveja em local completamente destruído. Além disso, na maioria dos cantos e recantos há cartas de pessoas mortas há muito tempo, holotapes deixados pelas primeiras pessoas para tentar fazer de Appalachia uma casa, esqueletos deixados em poses simplesmente perturbadoras. Você sente que os lugares estavam vivos uma vez. Mas não mais. Corpos mortos de invasores, colonos e socorristas estão espalhados em cabanas e acampamentos, um lembrete doloroso de que você chegou tarde demais para ajudar.

Sem NPCs, a conexão emocional que faz com toda a sobrevivência valer a pena está seriamente ausente. Cada quest de enredo principal que você escolhe tem uma conclusão inevitável: você é a última esperança. Seja a Irmandade do Aço, os Respondentes, o Estado Livre, ou até mesmo os Raiders formalmente hostis, sempre é para você ajudar a reconstruir ou descobrir o que aconteceu com algum grupo. Isso é emocionalmente exaustivo. Não ajuda, sem NPCs, adicionar peso emocional ao que você está fazendo é quase impossível. Tudo bem, que em Fallout 4, toda aquela ladainha poderia ser apenas uma busca, mas pelo menos você sentia que estava fazendo a busca por alguém, que alguém se importava se você conseguisse voltar. É difícil fazer um holotape pré-gravado soar como se importasse.

VEREDITO:

Fallout 76 tem algumas peculiaridades novas, mas elas servem principalmente para mostrar como o restante do jogo está desatualizado. O que acontece é que em Fallout 76 você não quer apenas sobreviver, você quer viver. Com suas questões temperamentais, questões técnicas e mecanismo fora de moda, o Fallout 76 não tem a vida que fez do pós-apocalipse um farol de esperança nos jogos anteriores. No entanto, quando ele entra em um novo território, às vezes literalmente como no caso de The Mire ou Cranberry Bog, ou apresenta novos inimigos, você vê algumas das faíscas que fazem o Fallout ser Fallout.

Vale a pena lembrar que como Fallout 76 é um MMO, há a possibilidade real de que assim como em Elder Scrolls Online o Fallout 76 de hoje será muito diferente do Fallout 76 do próximo ano, então, caso ele não seja seu jogo ideal, espere a poeira radioativa abaixar, e confira novamente, o jogo com certeza irá continuar crescendo e se adaptando.

PONTOS POSITIVOS:

  • Novas criaturas intrigantes para lutar.
  • História fascinante de Appalachia.
  • Novas regiões ampliam o que o pós-apocalipse pode ser.

PONTOS NEGATIVOS:

  • Numerosos problemas técnicos.
  • Mecanismo gráfico desatualizado.
  • A maioria das missões sem profundidade.
  • Falta de profundidade emocional para os (poucos) robôs NPC.

 

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Minecraft | Expansão de Fallout será lançado para consoles

Microsoft, revelou que a expansão temática de Fallout chegará para Minecraft  na forma de uma DLC, que será disponibilizada para os consoles em 2017.

Confira a galeria abaixo:

O pacote terá 44 Skins, que serão baseadas nos personagens e nos monstros do game. A interface também irá mudar, onde receberá um visual retro bem parecido com o painel do Pip-Boy. A expansão será paga e ainda não tem data de lançamento.

Minecraft já está disponível para Android, PlayStation 4, Xbox 360, iOS, PlayStation 3, XBOX ONE, WII U e Playstation VITA.

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Fallout 4 | Nova expansão ganha data e trailer

A terceira e mais nova expansão de Fallout 4, Far Harbor, finalmente ganhou uma data de lançamento. Junto com ela, foi divulgado um novo trailer. Confira abaixo:

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Capa da expansão

Sinopse:

“Em Far Harbor, um novo caso da agência de detetive Valentine leva você em uma busca por uma jovem e uma colônia secreta de sintéticos. Viaje para a costa do Maine, para a misteriosa ilha de Far Harbor, onde níveis mais altos de radiação criaram um mundo mais selvagem. Se envolva no conflito entre os sintéticos, os Filhos do Átomo e a população local. Irá você trabalhar para trazer paz a Far Harbor, e a que custo?”

A expansão vem acompanhada do Season Pass, mas também poderá ser adquirida a parte.

Far Habor chega no dia 19 de Maio para Playstation 4, Xbox One e PC.

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Análise | Fallout 4 – À comunidade com orgulho!

A Bethesda regressa à série, cerca de cinco anos depois do lançamento de Fallout New Vegas, com a adição de novas tecnologias a sua Engine na PlayStation 4, Xbox One e PC, e equipado com um modelo de iluminação melhorada, chega aos mercados Fallout 4.

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O jogo se passa no ano de 2287, anos após o fatídico dia em que Estados Unidos e China devastaram boa parte da humanidade com sua guerra nuclear. Descobrimos que Boston agora é conhecida como Commonwealth, passamos também a conhecer o único sobrevivente da Vault 111, acompanhado da versão mais atualizada e melhorada do Pip-Boy, aparelho que permite a verificação de condições vitais para o personagem, e de seu companheiro, um cão da raça pastor-alemão.

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Há uma enorme densidade de coisas aqui, e isso significa que você tem um longo caminho pela frente. Nada é muito complicado de entender em Fallout 4, há apenas uma imensidão de coisas para processar e compreender sua necessidade no game, mas rapidamente você está fora do “cofre”, livre para ir a qualquer lugar e fazer o que bem entender.

A cidade de Boston está impecável. E junto a ela chega um enorme mapa, cheio de variáveis, podendo competir, pelo menos em tamanho, com produções como The Witcher 3 ou Skyrim. E não é a toa, a Bethesda utilizou a mesma Engine distribuída em Skyrim para Fallout 4, a chamada “Creation Engine”, porém com uma boa quantidade de melhorias.

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Quer se trate de uma missão, um confronto com a facção aleatória, ou descobrir um novo assentamento, o mundo inteiro é uma história à espera para ser contada pela direção que você resolver seguir. Há sinais de rádio, conversas para ouvir, edifícios abandonados cheios de utensílios em potencial, como cartas, livros, instrumentos musicais, e assim por diante.

É o tipo de jogo onde você define uma missão, e sem querer, quatro horas e múltiplas missões secundárias depois, você acidental se lembra da real razão de ter saído para explorar. Esta enorme nível de distração vem em parte do fato de que Fallout 4, como todos os jogos da Bethesda, não faz qualquer distinção real entre uma missão principal ou uma side-quest. O mundo é um lugar muito mais interessante por causa disso e você nunca sabe o que esperar. Alguns objetivos sem nomes, escondidos, podem chegar a durar três horas. Entre resolver assassinatos, bancos roubados, cair de um arranha-céu, e seguir o caminho principal, nem chega perto da total diversão proposta no game.

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A reforma não foi apenas nas missões ou nos mapas, o combate é muito mais gratificante aqui. Não chega a ser um Call Of Duty, ou um Battlefield mas o tiroteio proposto, já não se encontra como um evento desconectado do jogo, conseguindo se integrar de forma coesa, funcionando muito bem durante todo o gameplay.

Trabalhando para o Minuteman, uma espécie de milícia local, você visita locais diferentes, apaga os inimigos próximos e, em seguida, ajuda a comunidade a se reconstruir. Recursos como alimentos e água são muito importantes para o bom desenvolvimento da Comunidade, a energia e defesa devem ser aprimoradas através do recolhimento de sucata da região, além de ser úteis para construir bombas, geradores e torres.

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Outra distração que serve para um propósito muito maior é o armor crafting. Embora este seja um pouco menos relaxante. Cada pedaço de lixo que você pode encontrar em terrenos baldios agora tem um uso, possibilitando a personalização tanto dos equipamentos como sua Power Armor. Tudo isso visando mais o futuro do que resultados imediatos, o que muitas vezes, deixa mais claro que é bem melhor, você comprar ou encontrar melhores armas, do que perder tempo procurando e enchendo seu personagem de peças de sucata.

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Mas isso é uma questão de opção, o jogo te deixa livre para escolher, você pode muito bem se preocupar nos recursos para a sua Comunidade, assim como suas defesas, e sua armor crafting ou simplesmente correr com uma espingarda a laser procurando rastros de super-mutantes.

Um pouco mais fácil, mas ainda sim rendendo uma bela dor nas costas a armadura de energia aparece. Você tem contato com essa novidade logo no início do jogo. Ao contrário de armas ela não necessita de reparos constantes após cada missão mas, como as armas, precisa de upgrades e mods, que exigem uma quantidade absurda de materiais, mas é tão satisfatório que todos os esforços valem a pena quando você o utiliza e sai por cima da missão. Pense nisso como um carro com as pernas. Você vai crescer ligado a ele, ficar irritado por arranhões, e mexer por horas sob o capô.

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VEREDITO:

Há um mundo inteiro aqui para descobrir e mesmo depois de muitas horas, parece que apenas arranhamos o jogo superficialmente. De longe a coisa mais importante a se fazer é finalizar todas as missões, poucos jogos pregam uma sensação de liberdade total como Fallout 4. Além de suas ações terem consequências reais no game, se você jogou New Vegas, Skyrim, Oblivion ou qualquer outro da Bethesda, certamente encontrará várias familiaridades.

Fallout 4, não é nada mais que um enorme jogo, que pode ser qualquer coisa que você quiser que ele seja. Um imenso RPG, com um enorme mundo para explorar que só é limitado pela sua imaginação e desejo de explorar.

PONTOS POSITIVOS

  • Enorme mundo totalmente aberto

  • Jogabilidade

  • Design

  • Efeitos visuais

PONTOS NEGATIVOS:

  • Complexidade

  • Taxas de frame rate irregulares

NOTA FINAL: 9

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Fallout 4 está disponível para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One

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Bethesda lançará cerveja comemorativa de Fallout

Bethesda revelou que em comemoração do lançamento de seu mais novo jogo, Fallout 4, uma cerveja especial será produzida.