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Brett: Massacre em Utah está no Catarse

Depois de alguns anos engavetando esse projeto, Brett: Massacre em Utah está no Catarse pela editora Saicã, trazendo uma história que surgiu em 1994, com o roteiro de Rodinério da Rosa e a arte de Moacir Martins e Vinícius da Silva.

Brett, é um bom e velho faroeste feito aqui no Brasil e que está voltando, dessa vez repaginado.  Rodinério e Moacir sentiram a necessidade de uma inovação, não pelo material anterior não ter a qualidade do que está sendo publicado agora, mas por uma oportunidade de mostrar o amadurecimento dos artistas ao longo desses anos e permitir a vinda de um personagem mais atualizado. Já aviso que para os leitores que curtem leituras como TEX  vai ser um prato cheio. 

Inclusive, uma curiosidade para os fãs de Tex é que Moacir e Vinícius na década de 90 desenharam  páginas teste de Tex , mas devido a terem tomado outros rumos, nunca enviaram as páginas para a Bonelli.

O Quadrinho já conta com 76% de apoio no Catarse, e ainda faltam 20 dias para o seu encerramento e além de recompensas como cards, book plates e marcadores de páginas, alguns sorteios estão acontecendo toda semana para os apoiadores até o fim da campanha. Confira um pouco da sinopse:

“Massacre em Utah, trata sobre a rota do Oregon, por onde centenas de caravanas passavam para chegar no Oeste. John Finn, amigo de Brett, guia uma caravana, que encontra dificuldades para continuar devido ao ataque de bandoleiros. John busca ajuda do amigo Brett e Chako Álvarez. O roteiro não deixa de falar sobre a ganância do homem branco e sua ambição sobre as terras dos índios, bem como a violência contra a mulher em época que elas não tinham qualquer tipo de voz contra o machismo patriarcal.”

Brett: Massacre em Utah  traz a história completa. Capa: Papel cartão com soft touch – Miolo: Papel offset 90g – Formato: 16X22 Cm, com 64 páginas. A partir de R$35,00 com frete incluso.

 

Apoie Brett no Catarse clicando Aqui.

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Terror e Faroeste se misturam na HQ De Passagem 2 – O Acordo

Já está em pré-venda a HQ De Passagem 2 – O Acordo, segundo volume escrito pelo roteirista Luciano Ribeiro e com desenhos de Luan Zuchi. E apesar de ser uma continuação, ela é uma edição independente que aprofunda o universo das misteriosas personagens identificadas apenas como Mãe e Menina.

 

Misturando terror e faroeste, De Passagem apresenta uma família de pioneiros que está chegando ao seu novo terreno na fronteira, mas logo percebe que o sonho se tornou um verdadeiro pesadelo infernal. As duas misteriosas protagonistas precisarão intervir para que as coisas não piorem de forma irremediável.

Confira o trailer da HQ:

De Passagem 2 tem formato 20,5 cm x 14,8 cm, 44 páginas em preto e branco e capa cartão. Para adquirir o seu exemplar pode acessar o site da Kong Comics clicando AQUI.

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As primeiras cavalgadas promissoras de Destination

“Só não gosto de confusão quando estou tomando meu Brandy”

O cenário do quadrinho nacional tem nos presenteado com diversas excelentes produções dos mais variados temas; e o Velho Oeste não tem ficado para trás. Produções como Abutres (Julio Magah e Eduardo Vetillo), Gatilho (Pedro Mauro e Carlos Estefan), Saint Alamo – Balas não sentem culpa (Jonathan Nunes e Rafael Conte) e Balas Contadas (Hiram Miller) são maravilhosos exemplos publicados recentemente.

O cyberpunk também é um estilo que sempre se fez presente. Ultimamente, a Editora Draco publicou Cangaço Overdrive (Zé Wellington, Walter Geovani e Luiz Carlos B. Freitas) e a coletânea Periferia Cyberpunk abordando esse vasto mundo.

Mas e se juntássemos os dois?

Nós temos DestiNatioN.

Lançado oficialmente durante o FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos, DestiNatioN se tornou uma das maiores novidades da feira. Misturando os dois gêneros, a HQ escrita por Alessio Esteves, e com desenhos de Lobo Loss, apresenta um mercenário em busca de vingança, uma religiosa aplacando sua ira por meio da fé e um jovem que só quer conhecer seu ídolo. Ao longo de quatro histórias no melhor estilo pé na porta, soco na cara, o universo de DestiNatioN é introduzido.

“Hora de cair no mal. É o country hardcore funeral!”

O primeiro volume de DestiNatioN é basicamente uma introdução. Em cada história que meio que se interligam, mas ao mesmo tempo são arcos fechados, os mistérios que envolvem os personagens afloram nas páginas e colocam várias pulgas atrás das nossas orelhas. Isso sem contar naqueles que estão começando a terem as suas histórias contadas, deixando a sensação de “ainda vamos ver esse cara de novo” na mente.

A ambientação de DestiNatioN, com seu tom de cor e suas histórias com saloons, prostitutas, brigas e tiros, transporta o leitor para dentro da HQ e, muitas vezes, parece que estamos segurando as músicas da banda Matanza. Aliás em alguns momentos os traços lembram do guitarrista Donida, um dos membros fundadores da banda de country-core.

A arte de Lobo Loss, juntamente com o acertado tom de sépia, ajuda a transportar o leitor para o cenário árido do deserto, aumentando o clima e envolvendo visualmente com as situações e personagens. Algumas outras cores mais fortes aparecem no decorrer das páginas, como o verde nos olhos ou no sangue dos Aracnoides. Igualmente o que acontece com o vermelho, no sangue que explode nas páginas ou nos olhos das maquinas.

Apesar de ser abertamente considerada um cyberpunk, em DestiNatioN, muitas das maquinas, ou membros mecânicos, passam despercebido. Agindo como parte do cenário ou nos movimentos dos personagens. É uma HQ de faroeste com pitadas tecnológicas. Esse é um dos grandes baratos de DestiNatioN, tem a essência da tecnologia futurista, mas que não atrapalha o western. Isso é um dos grandes charmes da HQ.

Outra boa sacada, que nos deixa íntimos em DestiNatioN, são as propagandas de época entre uma história e outra. Cigarros, sabonetes, bebidas, tudo como cartazes dos primórdios do marketing e além, é claro, as capas internas que homenageiam grandes nomes dos quadrinhos mundiais usando referencia de Piada Mortal, Wolverine, entre outras.

“Eu espero que você entenda bem, eu não gosto de ninguém.”

Os personagens apresentados em DestiNatioN são carismáticos, até mesmo aqueles que tomam tiros na cabeça ou na mão. O destaque com certeza é Jeff Van Cypher, um forte candidato a novo queridinho (que ele não leia isso) dos quadrinhos nacionais. Ele é a personificação do personagem mercenário padrão, que persegue o seu alvo implacavelmente, perito com suas armas, experiente, com certo senso de moralidade e sarcástico.

Os quadros, em alguns momentos, lembram tomadas de câmera, mas o que impressiona mesmo são os detalhes no cenário.  As tábuas das casas, os mecanismos sejam de personagens ou dos animais, ressaltam a sutileza do cyberpunk.

“Ergam seus copos por quem vai partir”

Mas, DestiNatioN tem um problema: ela acaba. A introdução a esse mundo tecnológico do Velho Oeste funciona e abre um leque de possibilidades. O universo e o caminho de DestiNatioN já estão abertos, agora é esperar para voltarmos a bater de frente com Jeff Van Cypher e os seus mistérios.

Para mais informações sobre DestiNatioN acesse o perfil oficial AQUI. Ou adquira o seu exemplar no site da Excelsior Comic Shop.

 

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DestiNation | Conheça a HQ que mistura faroeste com Cyberpunk

O FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos desse ano já está chegando e as novidades nos quadrinhos nacionais estão começando a pipocar. Uma delas é a promissora DestiNation. A trama, que mistura os gêneros faroeste e cyberpunk, traz a história de um mercenário cibernético que está caçando um ciberxamã que destruiu a sua família.

DestiNation tem roteiros de Alessio Esteves (Gibi Quântico, Zikas, Kimera – A última Cidade, Despacho entre outras) e com artes de Lobo Loss (O Mundo de The Witcher – Old Dragon) e apresenta um mercenário em busca de vingança. Uma religiosa aplacando sua ira por meio da fé. Um jovem que só quer conhecer seu ídolo. Um xamã hacker com ritual inacabado.  Confira na galeria abaixo uma prévia, artes promocionais e a capa da HQ:

 

DestiNation é composta de quatro histórias em 48 páginas com tons de sépia coloridos e em formato americano. São os títulos das histórias:

  • O Troféu: Quem está andando por aí com o chapéu do famoso Jeff Van Cypher? Como ele conseguiu o objeto?
  • Descanse em Paz: Um momento de luto torna-se uma batalha morta.
  • O Fã Número 1: O encontro com o seu maior ídolo pode mostrar que tudo o que se sabe sobre ele está errado.
  • A Benção, irmã: Quando seu inimigo usa magia, toda ajuda é necessária. Mas até a benção de Deus tem seu preço.

Para saber mais detalhes e novidades sobre DestiNation, acompanhe a Page oficial da publicação, clicando AQUI. Como dito antes, a HQ será lançada oficialmente no FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos, que acontecerá em Belo Horizonte/MG entre os dias 30 de maio a 03 de junho.

 

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Gatilho | Graphic Novel de faroeste vai se tornar uma trilogia

Durante a sua participação do podcast Confins do Universo 048 – Era Uma Vez no Oeste, o desenhista Pedro Mauro confirmou que Gatilho, HQ ilustrada por ele e escrita por Carlos Estefan, lançada no ano passado, vai se tornar uma trilogia. Confira AQUI.

“Já estamos trabalhando na segunda edição, e a história está praticamente fechada. Vou começar a desenhar daqui a pouco, e está ficando muito legal”, disse Pedro. “A trilogia é uma homenagem ao pistoleiro sem nome, e já temos uma ideia de como será a terceira edição”.

Publicada de forma independente no ano passado, Gatilho, conta a história de um caçador de recompensas chegando a uma cidade abandonada em busca de justiça. Mas, para conseguir o que quer, precisará enfrentar muito mais do que o homem que procura… terá que enfrentar fantasmas do passado.

A publicação se tornou um sucesso imediato e já está chegando a sua terceira tiragem. O planejamento é lançar o segundo volume na CCXP desse ano e o terceiro no mesmo evento, em 2019.

Confira a nossa análise sobre Gatilho AQUI.

Fonte: Universo HQ.

 

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Justiça e vingança se misturam em Gatilho

“Não estou atrás de Deus, velho… vim pelo diabo!”

Faroeste sempre foi um gênero muito por querido por todos. Quem nunca, no seu imaginário infantil, sonhou em ser um cowboy, salvar diligencias e trens de ataques de famigerados bandidos, adentrar no saloon e se aventurar no deserto? O Brasil sempre foi um grande consumidor desse nicho, com games como o ancestral Sunset Riders e Red Dead Redemption, diversos filmes, até novelas (Bang Bang exibida pela Rede Globo em 2005) e quadrinhos gringos como Tex e Lucky Luke. Mas faltava materiais dos nossos quadrinhistas. Como eu disse, faltava.

Bem que na verdade, nós sempre fizemos muito sobre o nosso Velho Oeste. Que aqui seria o Cangaço. Gedeone Malagola quadrinizou As Aventuras de Milton Ribeiro, baseado no clássico filme nacional O Cangaceiro (1954). Emir Ribeiro, em 1979, criou Severino, protagonista da HQ O Cangaceiro. A maior referência desse universo, Lampião, ganhou uma versão na Nona Arte por Flávio Colin em Mulher-Diaba no Rastro do Lampião (um clássico dos quadrinhos nacionais).

 

E podemos citar também: A Guerra do Reino Divino (Jô Oliveira), Lampião, Era o Cavalo do Tempo Atrás da Besta da Vida (Klévison Viana), O Capitão Rapadura (Mino), as obras de Henfil, Xaxado (Cedraz), Cangaceiros, Homens de Couro (Wilson Vieira, Eugênio Colonnese e Mozart Couto). Mais recentemente, Bando de Dois (Danilo Beyruth), a EXCELENTE Jurados de Morte (Beto Nicácio e Iramir Araujo). E está em produção a coletânea Sangue no Olho da Editora Draco, que vai focar no tema.

Mas faroeste temos poucas coisas, onde posso destacar, a revista independente Bill The Kid & Outras Histórias (Arthur Filho), Abutres (Julio Magah e Eduardo Vetillo) publicada pela Editora Estronho e Gatilho a produção independente de Pedro Mauro e Carlos Estefan.

E Gatilho é incrível.

Apesar de evidentes referências a produções de western das décadas de 60 e 70, o andamento é bem diferente do que estamos acostumado a ver no gênero. Para começar esqueça a tradicional trama de mocinho e vilão. Em Gatilho é o mal que provoca ações que desencadeiam mais formações do mal. Aqui sabemos que o mal pode fazer. E o que ele faz é germinar ainda mais o mal. Na batida da velha máxima “olho por olho”, tão normal em uma terra árida onde se resolve tudo na bala e na brutalidade, a sutileza é o ponto forte da HQ. A trama começa quando um caçador de recompensas chega a uma pequena e esquecida cidade em busca de justiça. Mas para atingir o seu objetivo, precisa enfrentar fantasmas do passado.

Gatilho tem uma levada bem misteriosa na sua leitura, que não entrega o jogo em nenhum momento e coloca pistas e sutilezas em seus quadros. O leitor tem que prestar bem atenção na linda arte de Pedro Mauro para não deixar passar nenhum detalhe. E como é rica de detalhes. A história vai misturando presente e passado com transições simples como um gesto, uma mosca, um garoto tocando gaita, uma paisagem ou na posição dos personagens.

Por diversas vezes temos a impressão de estarmos “lendo um filme” de western. Mas com diálogos melhores do que de algumas produções cinematográficas. Parece que uma trilha sonora até soa em nossas cabeças por tão profundo que mergulhamos no mundo da HQ. O clima de homens fortes que não tem nada a perder (mas sempre perdem algo) é representada com palavrões, cenas fortes como de abuso sexual, tensão, violência e mortes que vão ditando o ritmo do ótimo suspense escrito por Carlos Estefan, roteirista da Mauricio de Sousa Produções, em seu segundo trabalho autoral. O PLOT TWIST funciona, chega provocar certo choque. Apesar de que se o leitor ficar atento, ele descobre logo de cara. Mas mesmo assim não deixa de funcionar. Ele completa toda a estrutura que o roteiro vai construindo ao longo da trama e fecha com chave de ouro.

A arte de Pedro Mauro é um espetáculo a parte em Gatilho. Com belíssimos jogos de luzes e sombras e incríveis ângulos cinematográficos. O artista prende o leitor, que como disse lá em cima no texto, tem que ficar atento, em riquezas de detalhes em cada quadro. A cena do saloon é fantástica! O bar cheio, cada personagem ali dentro com ações e trejeitos únicos. É um colírio para os olhos. Pedro já é um velho conhecedor do Velho Oeste desde quando desenhava na Editora Taika e em trabalhos na icônica Bonelli Editore e parceiro do roteirista Gianfranco Manfredi (Criador de Mágico Vento). Durante a CCXP do ano passado, trocamos uma ideia com o desenhista, confira AQUI.

Gatilho é um colírio para os amantes do western spaghetti, dos filmes de Sergio Leone, dos quadrinhos de Sergio Bonelli e tantos outros ícones como Clint Eastwood e Charles Bronson. Uma leitura agradável, com artes impressionantes e que faz o leitor repetir a dose logo após o término. Pois sempre há um detalhe novo que passa despercebido no mundo de sutilezas escondidas em Gatilho.

Gatilho tem 64 páginas e o valor de R$ 35,00 e pode ser adquirida pelo e-mail: gatilhohq@gmail.com

 

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Editora Draco procura colaboradores para coletânea sobre faroeste

Um dos gêneros que ganhou força nos quadrinhos nacionais nos últimos tempos foi o faroeste. Excelentes HQs como Bando de Dois (Danilo Beyruth), Gatilho (Carlos Estefan e Pedro Mauro), Jurados de Morte (Iramir Araujo e Beto Inácio) e Abutres (Eduardo Vetillo e Julio Magah) são alguns exemplos de produtos de qualidade nesse nicho. A Editora Draco, vai investir nesse filão e está montando a sua próxima coletânea chamada Sangue no Olho.

“Homens armados, sol escaldante, botecos mal frequentados, pistoleiros de cabeça quente, mulheres que aprendem a sobreviver sozinhas, vinganças sem limites, criminalidade transbordando… tudo isso descreve o climão de um bom faroeste, mas também tem muito a ver com o Brasil. Quantos lugares não têm tudo isso e ainda grandes torças de tiro, jogatina ilegal e tudo o que caracteriza um belo de um bangue bangue? Muitos né?” diz o parte do texto divulgado pela Draco.

E como toda coletânea da editora, você, estimado leitor, pode mandar o seu trabalho, seja como desenhista ou roteirista ou como ambos para ser analisado e quem sabe publicado em Sangue no Olho. Algumas coletâneas como O Rei Amarelo em Quadrinhos, O Despertar do Cthullu e Demônios da Goetia são obras que aconteceram dessa mesma forma.

A Draco está procurando histórias do gênero que sejam ambientadas no Brasil de todas as épocas, com elementos domo terror, policial, suspense e até mesmo fantasia. Lembrando que somente podem ser enviadas histórias originais. O editor Raphael Fernandes vai organizar a coletânea onde serão escolhidas oito historias para serem publicadas.

Sangue no Olho terá 168 páginas com 8 histórias de 20 páginas cada. Para mais detalhes acesse o Blog da Editora Draco e se você for mandar um material, boa sorte!

 

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Balas Contadas conta um épico inspirado nos clássicos faroestes italianos

Diversos autores brasileiros encontraram na plataforma de financiamento coletivo Catarse um jeito para poderem publicar as suas HQs, e Hiram Miller foi um desses quadrinistas. Depois de uma bem sucedida campanha, está pronto a HQ Balas Contadas, um faroeste inspirado nos clássicos Velho Oeste Italiano que fala sobre o valor da amizade, lealdade e perda.

Balas Contadas conta as histórias do fora-da-lei Teller, o líder do Bando Ébrio. Ele fala sobre seus comparsas e mostra que ser parceiro é mais do que estar junto, se embriagar, dar cobertura em tiroteios ou em brigas de bar. O cenário é o mais tradicional de western possível: deserto, locomotivas, pólvora e muito whisky.

Confira a capa e algumas páginas de Balas Contadas na galeria abaixo:

 

Esse é o primeiro projeto de Hiram Miller, roteirista e ilustrador de Balas Contadas. A história toda começou depois que Hiram perdeu um amigo muito querido, então ele começou a escrever e desenhar para poder homenagear seus companheiros de aventuras.

Balas Contadas tem 80 páginas coloridas, formato 17 cm X 26 cm, lombada quadrada, arte-final tradicional a nanquim e pintura digital. Mais informações sobre a HQ pelo email: balascontadas@gmail.com, no site oficial balascontadas.com e na página oficial no Facebook.