A Warner Bros. divulgou um novo vídeo promocional da sua vindoura nova animação Lego Batman, destacando o encontro do Morcego de Gotham com os protagonistas das séries da CW:Flash (Grant Gustin), Arrow (Stephen Amell), Supergirl (Melissa Benoist) e Ray Palmer/Eléktron (Brandon Routh) de Legends of Tomorrow.
Confira o divertido vídeo na galeria de reprodução abaixo.
Lego Batman tem no seu elenco: Conan O’Brien como O Charada; Jason Mantzoukas como Espantalho; Doug Benson como Bane; Zoe Kravitz como Mulher-Gato; Kate Micucci como Cara-de-Barro; Riki Lindhome como Hera Venenosa; Channing Tatum como Superman; Adam DeVine como Flash; Jonah Hill como Lanterna Verde; Cobie Smulders como Mulher-Maravilha; Eddie Izzard como Voldemort; Seth Green como King Kong; Jemaine Clement como Sauron de Senhor dos Anéis; Mariah Carey como Prefeita McCaskill; Billy Dee Williams como Duas Caras; Jenny Slate como Arlequina; Ellie Kemper como “Phyllis”; Will Arnett como Batman; Zach Galifianakis como Coringa; Michael Cera como Dick Grayson; Rosario Dawson como Barbara Gordon; e Ralph Fiennes como Alfred.
O filme estreia no dia 9 de fevereiro nos cinemas.
A CW divulgou um vídeo promocional inédito do episódio 11 da terceira temporada de Flash, intitulado Dead or Alive, que será exibido no dia 31 de janeiro. No capítulo, a personagem da DC Comics, Gypsy chega à Terra-1.
O passado de H.R. (Tom Cavanagh) acaba sendo revelado, quando uma caçadora de recompensas com poderes de vibrar as coisas, chamada Gypsy (Jessica Camacho), chega em Central City para capturá-lo e levá-lo de volta à Terra-19, no intuito de ser julgado por seu crime. Tudo isso porque as viagens interdimensionais são ilegais na Terra dele. H.R. decide se entregar. Mas quando Barry (Grant Gustin) e Cisco (Carlos Valdes) descobrem que a única esperança de H.R. seria desafiar Gypsy para uma luta até a morte, eles intercedem e Cisco se oferece para lutar com Gypsy no lugar de H.R.. Harry Jierjian dirigiu o episódio com roteiro de Benjamin Raab e Deric A. Hughes. O teleplay foi feito por Zack Stentz.
Flash tem em seu elenco: Grant Gustin (Barry Allen / The Flash), Candice Patton (Iris West), Danielle Panabaker (Caitlin Snow), Carlos Valdes (Cisco Ramon), Keiynan Lonsdale (Wally West), Tom Cavanagh (H.R. Wells), Jesse L. Martin (Joe West), Jason Bell (Policial), Andrea Brooks (Eve Tessmacher), Jessica Camacho (Gypsy), Rhianna Jagpal (Líder de Torcida), Bri Neal (Líder de Torcida), James Neate (Lazarus) e Ken Tremblett (Danny Hallinan).
A CW divulgou a sinopse oficial do episódio 11 da terceira temporada de Flash, intitulado Dead or Alive, que será exibido no dia 31 de janeiro. No capítulo, a personagem da DC Comics, Gypsy chega à Terra-1.
O passado de H.R. (Tom Cavanagh) acaba sendo revelado, quando uma caçadora de recompensas com poderes de vibrar as coisas, chamada Gypsy (Jessica Camacho), chega em Central City para capturá-lo e levá-lo de volta à Terra-19, no intuito de ser julgado por seu crime. Tudo isso porque as viagens interdimensionais são ilegais na Terra dele. H.R. decide se entregar. Mas quando Barry (Grant Gustin) e Cisco (Carlos Valdes) descobrem que a única esperança de H.R. seria desafiar Gypsy para uma luta até a morte, eles intercedem e Cisco se oferece para lutar com Gypsy no lugar de H.R.. Harry Jierjian dirigiu o episódio com roteiro de Benjamin Raab e Deric A. Hughes. O teleplay foi feito por Zack Stentz.
Flash retorna com novos episódios no dia 24 de janeiro na CW.
A DC Comics anunciou para os meses de abril e maio nas HQ’s do Batman e The Flash a história que vai iniciar a desvendar o mistério da presença de “Watchmen” no universo regular da editora. A história vai se intitular “The Button”, em alusão ao icônico bottom do Comediante encontrado na Bat-Caverna na edição especial de lançamento do Rebirth.
“The Button” vai se dividir em quatro partes. As edições do Batman serão escritas por Tom King e desenhadas por Jason Fabok. Já nas edições do The Flash terá roteiro do Joshua Williamson e desenhos de Howard Porter.
“Os dois maiores detetives do Universo DC unem-se para desvendar o mistério por trás de um certo botão de smiley manchado de sangue preso na parede da Bat-Caverna. No entanto o que começa como uma simples investigação acaba se tornando mortal e perigosa. Quando desperta o interesse de um terceiro personagem. Este é um mistério tecido ao longo do tempo, e a contagem regressiva começa aqui” Diz a breve sinopse da DC Comics.
Jason Fabok vai ficar a cargo das capas que terão um tratamento lenticular, que foi tendência nos anos 90, quando o mercado de colecionadores de HQ’s estava no auge.
O Rebirth da DC Comics é um sucesso de vendas e critica. Isso os números comprovam que desde julho quando a Editora das Ideias resolveu “reformular” seus personagens da fase dos Novos 52. Passados seis meses desde o começo da iniciativa, e com o primeiro grande evento já na porta, o crossover entre a Liga da Justiça e o Esquadrão Suicida, chegamos ao final do ano, e o que remete essa época? Sim o Natal e as festas. Então, a DC Comics vai publicar uma edição especial intitulada de DC Rebirth Holiday Special.
Serão histórias contadas pela Arlequina como anfitriã em um palco contando histórias dessa época de festas com os personagens. Coisas como quando o sisudo Damian Wayne compra um presente para Jonathan Kent, A Galeria dos Vilões fecham uma trégua com o Flash para ajudar os órfãos de Central City terem uma grandiosa manhã de Natal, Batman e o Detetive Chimp se unem para ajudar o Papai Noel e os Titãs passando a véspera de Ano Novo juntos e descobrem que é o feriado preferido de Ricardito. Além de contos com o John Constantine, Simon Baz e Jessica Cruz, Batwoman, Superman e sua família e um momento super fofo entre a Batgirl e o Asa Noturna.
Confira algumas páginas na galeria abaixo:
A ideia é seguir como um verdadeiro livro de férias, ele mapeia uma série de celebrações que ocorrem a partir de dezembro até o inicio de janeiro. Natal, Hanukkah, Dongzhi (Solstício de Inverno), Réveillon, e o Dia de Reis. Na ordem em que ocorrem com os heróis participando em cada um. E ter algo leve que trate realmente como um renascimento. Cultivando uma boa esperança para o ano que vai se iniciar.
DC Rebirth Holiday Special vai ter um time de diversos roteiristas como Paul Dini, Tim Seeley, Eric Esquivel, Steve Orlando, Mariko Tamaki entre outros. Entre os desenhistas temos Dan Jurgens, Scott Hanna, Thomas Pitilli, Matias Bergara, o brasileiro Gustavo Duarte entre outros.
Durante a New York Comic Con 2016, a CW divulgou um trailer do que esperar para a segunda temporada da série Legends of Tomorrow. Vários novos personagens são apresentados no vídeo, com direito às presenças de Arrow (Stephen Amell), Flash (Grant Gustin) e Supergirl (Melissa Benoist). Confira na galeria de reprodução abaixo.
Legends of Tomorrow tem no seu elenco: Victor Garber (Dr. Martin Stein), John Barrowman (Malcolm Merlyn), Arthur Darvill (Rip Hunter), Christopher De-Schuster (Wolfgang), Franz Drameh (Jefferson ‘Jax’ Jackson/Firestorm), Sarah Grey (Courtney Whitmore/Stargirl), Lance Henriksen (Todd Rice/Obsidian), Matt Letscher (Eobard Thawne/Reverse-Flash), Caity Lotz (Sara Lance/White Canary), Matthew MacCaull (Hank Heywood/Commander Steel), Ashley O’Connell (French Doorman), Amy Pemberton (Gideon), Dominic Purcell (Mick Rory/Heat Wave), Maisie Richardson-Sellers (Amaya Jiwe/Vixen), Brandon Routh (Ray Palmer/The Atom), e Nick Zano (Citizen Steel/Nate Heywood).
O seriado retorna com sua segunda temporada no dia 13 de outubro, às 20 horas, na CW.
A New York Comic Con 2016 vai até domingo, 09 de outubro.
O Flash sempre foi um dos personagens mais queridos entre fãs da DC Comics. Seja graças a passagens memoráveis nos quadrinhos e sua importância histórica ou ao desenho animado da Liga da Justiça, o herói é o primeiro sinônimo de velocista lembrado pelo inconsciente popular. “Tal pessoaé rápida como o Flash“; “Fui e voltei rapidinho igual o Flash“. Entretanto, o Velocista Escarlate nunca recebeu a merecida atenção em adaptações live-action (apesar das tentativas, uma delas nos anos 90) até o ano de 2014, quando a série The Flash produzida pelo canal CW estreou. E com ela tudo mudou, pois os conceitos do universo de quadrinhos da DC Comics começaram a ser levados a sério de forma fiel, alcançando um novo público a partir daí.
Contém spoilers das duas primeiras temporadas de Flash.
O universo de séries da CW começou em outubro de 2012 com Arrow. O sucesso da série do Arqueiro Verde foi estrondoso, e graças a ele temos hoje diversas séries (algumas bem sucedidas, outras nem tanto) baseadas em quadrinhos, tanto da Marvel quanto da DC. Obviamente o histórico de séries de TV produzidas pela DC Comics é muito mais antigo, vindo desde os anos 50. Porém, a série do Arqueiro foi a responsável por modernizar as adaptações de quadrinhos seriadas na TV, além de verdadeiramente introduzir um universo coeso de adaptações live-action, algo semelhante ao que a Marvel vinha fazendo no cinema.
A série da DC mais recente até então era Smallville, que teve sua última temporada exibida em 2011, também no canal CW. Os atuais produtores do CWverso (como é chamado o universo das séries da emissora) apresentaram um pitch de uma produção baseada no Arqueiro Verde e receberam carta branca com uma única condição: afastar ao máximo a vindoura série do Arqueiro da fantasia que era Smallville.
Teve então o início da vida do Arqueiro Verde na TV, que ruma atualmente para sua quinta temporada, absorvendo inicialmente muita inspiração do realismo de Christopher Nolan em suas adaptações do Batman. A jornada de Oliver Queen seria a transformação de um vigilante procurado pela polícia para um herói conhecido, e com isso a personalidade clássica do Arqueiro dos quadrinhos foi perdida entre outros altos e baixos. Contudo, a segunda temporada (tida como a melhor da série) começou a introduzir elementos fantásticos dos quadrinhos como a droga da super-força Miraclo, “super” vilões e Barry Allen, o cientista forense que foi atingido por um raio e ganhou super velocidade. E com o renascimento de Barry Allen num hospital de Central City a DC Comics ganhou uma nova vida na TV, algo semelhante ao que ocorreu em 1956, quando a Era de Prata dos quadrinhos teve início graças ao novo Flash (o mesmo Barry Allen) e posteriormente, em 1959, ao novo Lanterna Verde (Hal Jordan), modernizando a DC da época.
The Flash é uma série que transpira quadrinhos. O cientista forense Barry Allen teve sua mãe assassinada por um misterioso borrão amarelo e seu pai foi julgado culpado. Vivendo com uma família adotiva, Barry cresce tentando desvendar o mistério do assassinato de sua mãe até o dia em que o Acelerador de Partículas dos Laboratórios S.T.A.R explode, gerando uma tempestade que deu poderes de diferentes formas a pessoas de diferentes tipos, entre elas o próprio Barry, atingido por um raio que gerou sua super-velocidade. A origem dos poderes de Barry foi adaptada para se encaixar à premissa da série, porém o grosso está aí.
O crescimento de Barry como um herói é explorado desde o primeiro episódio. O personagem vivido por Grant Gustin descobre novos limites para seus poderes a cada aventura, assim como nos quadrinhos as diferentes versões do Flash sempre fizeram. Tais aventuras acabam culminando em histórias envolvendo conceitos até então intocados em filmes ou séries. É importante lembrar que para algo se tornar verdadeiramente revolucionário deve abranger o maior público possível ao mesmo tempo que introduz algo novo ou simplesmente muda paradigmas. “The Flash” fez ambas as coisas, além de ter afastado o tom sombrio presente até então em Arrow e ter ideias atualmente refletidas nos quadrinhos e no cinema.
“O Flash do século 25 é o oposto de mim! Ao invés de ser um defensor da Lei… Ele é um bandido!”
O público-alvo da CW sempre foi os jovens. O catálogo de séries do canal é direcionado a pessoas mais novas, e isso gera o aspecto de “novela” das produções, sempre com dramas familiares e mensagens motivacionais. Porém, o trunfo de Flash está no modo como as histórias são contadas. Sendo um verdadeiro seriado de super-herói, as motivações dos personagens são muito bem trabalhadas (principalmente na primeira temporada), contando com um elenco de apoio excelente. De forma orgânica, Flash alcançou um novo público e começou a plantar as sementes de ideias exploradas nos quadrinhos desde os anos 50, sempre com destaque para a Era de Prata, fase da qual os idealizadores do seriado extraem muita inspiração, ditando assim o tom dos episódios.
Em uma única temporada Barry lidou com vilões “pé-no-chão”, animais com poderes (como o Gorila Grodd), viagens no tempo e o grande vilão Flash Reverso, responsável pela morte da mãe do herói. Numa crescente, os 23 episódios aos poucos adicionaram elementos importantes para a trama e para o final deste arco, fazendo com o que o público novato no mundo dos quadrinhos se acostumasse com tais conceitos e os consumidores fiéis de HQs sintam-se homenageados. Você pode não gostar da forma como a série é contada ou dos padrões da CW, mas há de convir que a coragem investida pelo trio de produtores (Greg Berlanti, Andrew Kreisberg e Geoff Johns) tentando aproximar a série dos quadrinhos é louvável. Tudo isso numa mídia mais limitada como a TV.
“Flash de Dois Mundos” referenciada no segundo episódio da segunda temporada.
Com a segunda temporada os fãs presenciaram mais conceitos bem trabalhados em tela, repetindo, totalmente inéditos para o público que consome somente live-actions tanto da DC quanto da Marvel. De forma massiva a série utilizou o conceito do Multiverso existente nos quadrinhos desde os anos 50, introduzido numa história da Mulher-Maravilha onde a heroína encontrava uma versão alternativa dela mesma, e posteriormente (tida como introdução oficial pela editora) na clássica “Flash de Dois Mundos“, onde Barry Allen encontra o Flash da Era de Ouro, Jay Garrick,que o inspirou a se tornar herói. Nunca negligenciando tais ideias a série da CW bebe diretamente da fonte dos clássicos do personagem para contar suas histórias, adaptando-as a um novo público consumidor. Rapidamente algumas Terras Paralelas foram estabelecidas na TV, incluindo uma onde o Caçador de Marte, Supergirl e seu primo Superman residem, enfrentando alienígenas frequentemente. Flash é capaz de fazer amizade com personagens de outras Terras e chamar a atenção de novos públicos através de um simples portal para um mundo que está vibrando em uma frequência diferente.
Connor Hawke, Flash dos anos 90 e um anel da Legião dos Super-Heróis. Todas imagens mostradas no momento em que Barry viajou para outra Terra pela primeira vez.
Além do Multiverso, fãs do Flash lidam desde sempre com a ideia do Legado de super-heróis. Barry Allen tornou-se o Flash somente graças a inspiração proporcionada por Jay Garrick. Wally West, o Kid Flash de Barry, tornou-se o Flash para honrar a morte de seu mentor durante a Crise nas Infinitas Terras. E o legado do Flash (bem como a Família Flash) sempre cresce. Tal abordagem também não é esquecida pela série da CW, onde na segunda temporada a maioria dos personagens de legado foram introduzidos. O Wally da série (baseado nos Novos 52), inclusive, é um fã do Flash e será utilizado como Kid Flash na terceira temporada. Jesse Quick foi atingida pela segunda explosão do Acelerador de Partículas e Jay Garrick é um Flash mais velho interpretado por John Wesley Shipp, o ator que deu vida ao Flash na série de TV dos anos 90. Sim, o legado é presente até na vida real.
Nas mãos de Mark Waid (maior e melhor roteirista a passar pela revista do herói, e grande fã da série de TV), o conceito da Força da Aceleração foi criado, e nas mãos de Kevin Smith a ideia foi adaptada e explorada a fundo pela primeira vez na telinha, sempre com o objetivo de ser algo didático para todos os públicos. E aos poucos as sementes são plantadas.
A Família Flash dos quadrinhos.
Porém, é importante ressaltar que a importância do seriado do Flash vai além da introdução de conceitos a novatos (algo extremamente positivo, obviamente). O sucesso gigantesco da série teve impacto até nos quadrinhos, onde muitos especulam que as mudanças recentes foram feitas para adequar o tom de ambas as mídias. Recentemente o legado foi trazido de volta com o Rebirth da DC Comics, onde o Wally West original retornou nas mãos de Geoff Johns e Barry deve treinar o segundo Wally. Com essa mudança, o cinema também foi impactado, com Johns assumindo um cargo mais alto e prometendo otimismo e esperança aos filmes da editora. Algo mais leve, similar ao que as séries de TV (Flash, Arrow, Supergirl e Legends of Tomorrow) se tornaram.
O já citado elenco de apoio também recebe atenção especial. Vilões como o Capitão Frio, Nevasca, Patinadora Dourada, Grodd, Flautista e Onda Térmica são bem trabalhados, alguns explorados até mesmo em spin-offs, e heróis também foram introduzidos aos poucos. Nuclear (com o conceito de legado explorado mais uma vez), Mulher-Gavião, Gavião Negro e Vibro foram alguns dos heróis apresentados na série de forma natural e, quase sempre, com bons atores. Por fim, o elenco de humanos razoavelmente normais, como Harrison Wells (vivido por Tom Cavanagh) ou o pai adotivo de Barry, Joe West (Jesse L. Martin) são responsáveis por alguns dos melhores momentos.
E as referências aos quadrinhos não param:
“Flash desaparece na Crise. Céu vermelho desaparece. Completa a fusão da Wayne Tech e Indústrias Queen.”
Não param:
Flash (uma miragem dele) se sacrifica para salvar o multiverso como na Crise original.
E não param:
Zoom torna-se o Flash Negro, entidade mortífera inimiga do Flash.
Com a promessa de expandir ainda mais esse universo da TV, a terceira temporada de Flash está marcada para estrear dia 04 deoutubro de 2016. A ideia da vez será o paradoxo do Flashpoint, saga moderna dos quadrinhos da DC criada por Geoff Johns e responsável pelo início dos Novos 52, adaptada ao contexto da série e prometendo impacto nas séries irmãs.
Que o time responsável por The Flash é fã do universo dos quadrinhos, todos já sabemos. O que ninguém esperava, talvez nem mesmo a Warner, era o fenômeno que o Velocista Escarlate se tornaria, retornando ao posto de uma das revistas mais vendidas da editora, rendendo muito com merchandising e com novos fãs tão devotos. O Flash voltou com tudo desde 2014 graças a série, e isso inegavelmente é um Fato Flash.
Assim que Ezra Miller foi escalado como o Velocista Escarlate, muitos fãs questionaram a capacidade do ator para atender suas expectativas em Liga da Justiça. Isso ainda inclui em encarnar um personagem icônico que há dois anos está sendo interpretado por Grant Gustin na série The Flash.
Na manhã desta terça-feira (21), a imprensa que visitou o set do filme revelou importantes detalhes da trama e uma boa impressão sobre a versão cinematográfica de Flash.
O estúdio Warner Brothers permitiu o Comicbook.com não só assistir o ator em ação, mas também assistir um clipe com cenas de Barry Allen.
Ray Fisher (Victor Stone/Ciborgue) e Ezra tem um relacionamento fantástico. A cena em si não envolve muita interação entre eles, mas a química entre as tomadas fica bastante evidente e é bem divertido de observar. Ray conversou com a imprensa e mostrou bastante carisma e entusiasmo. Depois, Miller soltou várias piadas enquanto vestia o traje de seu personagem. Ao recuperar o fôlego, puxou seu amigo para um rápido ensaio antes de voltar a filmar.
No set, os dois dançavam ao redor do outro entre as filmagens. Piadas com a Mulher-Maravilha, pois a Gal Gadot encarna tão bem que fica difícil diferenciar. O ator mostrou um ar bem confortável ao lado de Ben Affleck.
Confira a descrição em Gotham, onde mostra todo o bom humor do nosso Flash.
Uma pequena curiosidade: Foi revelado que no Universo Estendido da DC, Barry nasceu em 30 de setembro de 1992 (mesma data de nascimento do ator).
Liga da Justiça está atualmente sendo filmado em Londres e tem previsão de lançamento em 2017.
O fã Alex Luthor criou um impressionante trailer para uma adaptação em live-action do Flashpoint, a minissérie de quadrinhos que inspirou Liga da Justiça: The Flashpoint Paradox, e ao que indica será o foco central da terceira temporada da série The Flash.
Você pode conferir o trailer de Flashpoint Paradox abaixo. O Alex Luthor usou como narração o áudio do filme de animação, Flashpoint Paradox, junto com cenas alteradas digitalmente de séries do Universo da DC na CW, de Batman Vs Superman: A Origem da Justiça, Lanterna Verde, dentre outras.
Flashpoint foi uma minissérie de 5 edições, escrita por Geoff Johns, com arte de Andy Kubert. Isso conta a história de um universo alternativo, onde nem o Superman e o Flash existem, as nações da Mulher Maravilha e do Aquaman estão em guerra, e o Batman é o Thomas Wayne, após o assassinato do seu filho Bruce.
Como o mundo tentando sobreviver à guerra sombria e ultra-violenta entre Atlantis e Themyscira, e partes da Europa submersas no oceano, Barry Allen foi o único que possuía as lembras do mundo pré-Flashpoint. Ele teve que trabalhar para restaurar seus poderes, no intuito de voltar no tempo e corrigir tudo isso.
A grande reviravolta, para aqueles que não conhecem essa história, é que essa terrível e apocalíptica linha temporal foi resultado de Barry ter voltado no tempo, no intuito de salvar sua mãe de ser assassinada pelo Flash Reverso.
A história do Flashpoint foi, em seus elementos fundamentais, adaptada em um filme de animação, chamado Liga da Justiça: The Flashpoint Paradox. É uma das produções de animação do Universo da DC mais bem elogiadas pela crítica e pelo público, e certamente vale a pena ser conferida.
A Warner Bros Interactive Entertainment orgulhosamente apresenta o primeiro trailer de Injustice 2, com o embate de deuses vs homens!
Se emocione com o trailer abaixo:
No vídeo temos o retorno de Flash, Superman, Batman e Aquaman, que desta vez terão armaduras para ir ao combate. A principal novidade foi a inclusão da Supergirl ao jogo, até então personagem inédita da franquia Injustice.