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Confira um resumão da Opening Night Live da Gamescom 2019

Pela primeira vez na história, a Gamescom, a maior feira de games da Europa, recebeu uma pré-conferência com a presença de várias publishers e desenvolvedoras, além de Hideo Kojima, que trouxe novidades sobre seu vindouro jogo Death Stranding.

A Opening Night Live, como foi chamada a conferência, foi organizada pelos criadores da The Game Awards, sendo apresentada pelo jornalista Geoff Keighley.

Confira um resumão de tudo que aconteceu na conferência:

  • Gears 5 recebeu um trailer da campanha:

Gears 5 chega no dia 10 de setembro para Xbox One e Windows 10.

  • Novo Comanche é anunciado, mas sem muitos detalhes

O jogo está sendo publicado pela THQ Nordic e chega em 2020.

  • Need For Speed: Heat ganha trailer de gameplay

O game foi anunciado na semana passada, mas só agora ganhou o primeiro trailer de gameplay. Ele chega no dia 8 de novembro para PS4, XONE e PC (Origin).

  • Kerbal Space Program 2

  • Little Nightmares 2 é anunciado e chega em 2020 para PS4, XONE, PC e Switch

  • Predator: Hunting Grounds ganha primeiro trailer de gameplay

  • The Cyrcle, um PVE/PVP foi anunciado e está em early access, disponível agora!

  • Humankind, um jogo de estratégia da SEGA, foi anunciado, após inúmeros teasers

  • Everspace 2 

  • The Witcher 3 para Nintendo Switch ganha data de lançamento: 15 de outubro

  • Desintegration, do co-criador de Halo, é anunciado oficialmente

https://youtu.be/f0AeSDjUVjs

  • Remothered Broken Porcelain

  • Erica, um FMV, está disponível agora para PlayStation 4

  • Port Royale 4

  • Iron Haverst 1920+

  • Death Stranding ganha dois trailers de personagens e um mini-gameplay

https://youtu.be/kk2w7MlmEdI

E foi isso! Ao decorrer da semana mais novidades e jogos serão anunciados.

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Sem Kojima, Konami anuncia Metal Gear Survive

Na surdina, durante a Gamescom 2016, a Konami anunciou um novo jogo da saga Metal Gear, porém focado em sobrevivência, chamado Metal Gear Survive.

Assista ao trailer:

A história se passa após os eventos de MGS V: Ground Zeroes e em uma realidade alternativa. Desenvolvido com a Fox Engine, ele vem com a premissa de colocar até quatro jogadores em um time que deve fazer de tudo para sobreviver ao ataque de zumbis.

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A Konami também informou que as técnicas de furtividade, característica principal da franquia, ainda continuarão e novas armas serão adicionadas.

Esse é o primeiro jogo da saga Metal Gear sem Hideo Kojima, criador da franquia, que saiu da Konami após muitas brigas com a mesma. A reação dos fãs esta sendo bem negativa, no momento em que essa noticia esta sendo escrita, o trailer acima conta com mais de 26 mil deslikes.

Metal Gear Survive sai em 2017 para Playstation 4, Xbox One e PC.

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Hideo Kojima e Sony | Um caso de amor!

Hideo Kojima, criador da série Metal Gear Solid, juntamente com e Mark Cerny, arquitecto-chefe do sistema e plataforma PlayStation 4, se encontraram e fotos foram publicadas nas redes sociais de ambos. Porém, não se trata de apenas um encontro de negócios, na verdade Kojima e Cerny estão em uma viajem de negócios pelo mundo, com duração prevista para 10 dias, a dupla está procurando as mais quentes novidades no ramo da tecnologia.

De acordo com os executivos, os dois estariam buscando nessa viajem novos gadgets, e magos na computação, para algum futuro projeto. Os dois aparentemente vão estar twittando sobre a experiência, por isso, é provável que descobriremos mais durante a próxima semana e meia.

Hideo Kojima e Cerny

Cerny e Kojima

Como sabemos, Kojima está trabalhando com o seu estúdio independente a Kojima Productions, em um novo jogo para a Sony. Logo seria razoável assumir que a viagem tem algo a ver com a parceria recém-reformada, que circunda no primeiro jogo do estúdio que aparecerá pela primeira vez no PlayStation 4. Afinal, quem melhor para produzir um jogo, do que o desenvolvedor do console e o criador de uma das maiores franquias de jogos de espionagem?

Ou então, este é apenas uma grande viajem de amigos!

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Análise | Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

Desde sua pós-produção Metal Gear Solid V: The Phantom Pain vem arrancando suspiros e preocupações por parte de seus fãs. Tudo isso por causa de um nome em específico: Kojima, o diretor que trouxe a franquia de maior sucesso para a vida humilde de vários gamers, teve problemas com a distribuidora Konami.

Boatos rolaram, e declarações foram feitas, mas apesar de tudo isso o jogo foi lançado, e o que para alguns é o desfecho da história de Venom Snake, para outros não passa de mais uma parte da conturbada vida desse mercenário. Metal Gear Solid V: The Phantom Pain é o décimo primeiro titulo lançado da série Metal Gear, e o quinto em ordem cronológica. O jogo é a continuação de eventos ocorridos em Metal Gear Solid V: Ground Zeroes, porém sendo anteriores aos eventos do original Metal Gear. Produzido pela Kojima Productions e desenhado, idealizado, co-escrito e co-produzido por Hideo Kojima, foi publicado pela Konami para as plataformas de, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 e Xbox One  e para PCs em 1 de Setembro de 2015.

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De maneira espetacular, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain segue um caminho diferente de outros jogos da série. Deixando de lado horas e horas de cutscenes, de maneira a intercalar esses momentos com os que tínhamos controle dos personagens, mas nos preenchendo de cenas épicas tal qual a que temos no hospital logo no início do game (já mostradas em vários trailers), The Phantom Pain é pura jogabilidade, possuindo mecânicas introduzidas em Ground Zeroes.

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Claro que há cutscenes, e há muitas delas, porém estão espalhadas no mundo inteiramente aberto e de liberdade absoluta, que acaba tomando o protagonismo para si. Possuindo uma diversidade de caminhos, o jogo nos surpreende ainda mais quando notamos a quantidade de elementos presentes nos cenários, desde soldados, carros, tanques, e helicópteros, a fuzis, rifles, pistolas, granadas, minas; animais como, cachorros, cavalos, ursos, lobos; e outros elementos como cabanas, torres, barracas, e montanhas.

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Graças a esse elemento novo que dispomos no jogo, a linearidade é simplesmente abandonada, deixando a critério do jogador, escolher como prosseguir a trama. Metal Gear Solid V: The Phantom Pain possui dois grandes mapas, um é o Afeganistão, e o outro é a Angola, cheios de vilarejos, bases, livres para exploração furtiva, ou como bem quiserem. As missões principais são facilmente notadas nos mapas, mas o que pode passar despercebido por você no calor da ação, pode esconder recompensas valiosas (recursos, soldados aliados), então preste atenção em locais que não tem tanta “importância”.

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Em relação aos soldados aliados, pode se considerar como uma das mais marcantes adições na franquia. Podemos ter como nosso companheiro de missões duas figuras bem relevantes, uma é a sniper Quiet e a outra é DD, um cachorro bad-ass com tapa-olho, cada um possuindo habilidades distintas que se tornam úteis em determinadas missões, como a habilidade de DD, tornando-o capaz de encontrar inimigos próximos, plantas que podem ser usadas em medicamentos e animais hostis. Quiet é uma sniper, uma franco-atiradora, que pode, em pontos específicos, encontrar alvos, e oferecer cobertura. Tudo isso para nos deixar ainda mais envolvidos na jogabilidade, permitindo a criação de nossas próprias histórias como Big Boss.

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E o jogo fica muito melhor quando durante o gameplay podemos ouvir faixas de músicas encontradas durante o próprio. A seleção inclui músicas como The Man Who Sold the World, de David Bowie (música de entrada), Maneater, de Daryl Hall & John Oates, e Take On Me do A-Há, maravilhosamente durante toda essa experiência, os sons ambientes ficam abafados por conta dos fones nos ouvidos utilizados por Snake. E se isso não bastasse, além de músicas é possível adquirir diálogos, acrescentando em detalhes a mitologia da franquia.

Caso você nunca tenha jogado, lido, ou assistido nada relacionado a franquia Metal Gear, infelizmente você irá se perder, pois o jogo se conecta com as duas “fases” da saga, a história de Big Boss, com a original, de Solid Snake. Mas isso não irá interferir na obra prima de Hideo Kojima, se você considerar o jogo como uma continuação, e a história de um passado cheio de ódio e vingança.

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VEREDITO:

Em Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, Kojima se despede de forma épica. Unindo elementos já apresentados na série, o game se reinventa e muda a todo o momento para agradar o jogador. Nunca antes Metal Gear teve mecânicas e jogabilidade tão bem produzidas, com um mundo no qual nossas habilidades são realmente importantes para que tenhamos sucesso. Sua falta de foco na história não o torna ruim, nem o faz passar perto disso. Mesmo não possuindo um mapa ala Skyrim, com grande ambientação, ou numerosos ícones para eu explorar no mapa, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain trouxe um novo conceito de exploração, nos obrigando a planejar, adaptar e improvisar. The Phantom Pain é de longe o título mais ousado e surpreendente a ser lançado pelo estúdio. Sendo não apenas o melhor Metal Gear, como também um dos melhores jogos de furtividade e ação.

Pontos Positivos

  • Jogabilidade
  • Gadgets
  • Ação desenfreada
  • Exploração
  • Furtividade

Pontos Negativos

  • Mundo aberto pouco aproveitado
  • Enredo sem profundidade

NOTA FINAL: 9,0