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Games

Destiny 2 | Trailer e parceria anunciada

A Bungie em conjunto com a Activision divulgaram o trailer oficial de Destiny 2, mostrando muito a respeito do jogo, podemos notar os novos personagens, as habilidades e os diversos planetas que poderão ser visitados pelos jogadores durante sua gameplay.

Porém o que mais chamou atenção durante o evento de apresentação realizada pela Bungie nesta quinta-feira (18), foram as informações sobre a versão de PC. Na plataforma, o jogo será distribuido pela equipe da Battle.net, mais especificamente a Blizzard Entertainment. Que já conta com jogos de grande esprecividade no mercado gamer como é o caso de Overwatch, Heroes Of The Storm e Hearthstone: Heroes of Warcraft.

Aqueles que fizerem a pré-compra do jogo ganharão acesso a beta e uma pequena estátua do Clayde-6.

Mais informações sobre Destiny 2 podem ser lidas aqui.

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Detective Comics Quadrinhos

Power Rangers | O Ano Um do Ranger Verde

Power Rangers, a franquia multimilionária da Saban Etertainment, possui um histórico de sucesso que vai além das famosas séries inspiradas nos Super Sentai japoneses, alcançando o cinema – com três filmes, um blockbuster lançado recentemente – e histórias em quadrinhos. Com uma série recente publicada no exterior pela BOOM! Studios, os clássicos guerreiros coloridos retornam com maestria ao inconsciente popular, chegando ao Brasil em uma edição de luxo lançada pela Editora Pixel.

Cinco guerreiros escolhidos por Zordon e Alpha para defenderem o mundo contra as forças do mal de Rita Repulsa. Vermelho, amarela, rosa, preto e azul, utilizando poderes baseados em dinossauros para lutarem e convocarem seus robôs gigantes. Todos devem conhecer a história base da série Power Rangers, e ela é complementada posteriormente com a introdução do Ranger Verde, antigo lacaio de Rita, como sexto membro do grupo. O encadernado “Mighty Morphin Power Rangers: Ranger Verde – Ano Um” está situado logo após a saga “Verde de Raiva” (Green With Evil), onde Tommy Oliver foi apresentado na primeira temporada original.

Escrita por Kyle Higgins e ilustrada por Hendry Prasetya, esta série em quadrinhos dos Rangers consegue modernizar a série clássica e ir além de tudo que já foi feito para a TV em muitos sentidos. Sem a limitação orçamentária os autores possuem liberdade para criar cenas de ação que remetem à primeira temporada de MMPR, porém feitas com um visual muito mais ousado. A arte de Prasetya (Lanterna Verde, Voodoo), que ilustra takes e perspectivas nunca antes vistas pelos fãs, é cinematográfica e fluida, mas também caricata e agradável. Uma sala de treinamento, cenas de ação em alto mar e até mesmo efeitos de teletransporte trazem novos ares para a franquia. E o outro destaque, o texto de Kyle Higgins (Batman, Asa Noturna, Capitão América), é feito com fidelidade e modernização.

Ao retratar Jason, Trini, Zack, Billy e Kimberly com suas respectivas caracterizações típicas da série o roteirista também toma a liberdade de explorar um pouco mais os dramas de cada um, sempre retratando suas falas e atitudes típicas de adolescentes de forma fiel e atual, inserindo até mesmo aparatos tecnológicos mais modernos neste universo. Billy e Trini possuem sua tão aconchegante relação de amizade e apoio, enquanto Kimberly está sempre motivada a tratar Tommy e seus amigos da melhor forma possível. Jason e Zack, grandes companheiros, dividem momentos chave de liderança com relação ao mistério por trás do que vem afetando o grande destaque deste arco, Tommy Oliver, que está sofrendo uma incerteza e constante influência mental negativa remanescente de Rita Repulsa, que deseja retomar o poder do Ranger Verde para si e dominar o mundo. E todos os acontecimentos se desenrolam a partir desta luta na mente de Tommy.

Este primeiro arco, que complementa muito bem o seriado, é totalmente focado na jornada do Ranger Verde superando a já citada influência de Rita na sua vida. O dia-a-dia dos heróis é mostrado também com fidelidade ao material original, enquanto os alívios cômicos Bulk e Skull são inseridos em um novo contexto, agindo como jornalistas/vloggers da Alameda dos Anjos. Vilões conhecidos como Goldar e Scorpina possuem seus momentos, e mais da rotina escolar dos protagonistas é mostrada. Com o grupo tendo de se acostumar com o novo membro do enquanto lidam com seus próprios problemas, a narrativa segue de forma natural e muito agradável, trazendo nostalgia e satisfação ao leitor casual e principalmente ao fã.

Como uma lufada de ar fresco, esta primeira parte do Ano Um do Ranger Verde (edições #0 a #4 da série original) introduz os Rangers a uma nova geração, resgata tudo que há de bom na franquia de maneira respeitosa e, acima de tudo, é uma história feita com muito esmero e atenção aos detalhes. Apesar de o arco continuar, este primeiro volume mostrou que os heróis da Saban ainda possuem fôlego para continuarem na mente das pessoas por muitos anos, renovando sua legião de fãs constantemente através de suas aventuras relacionáveis com um público diversificado.

O encadernado também apresenta as divertidas “Contínuas Aventuras de Bulk & Skull”, uma história curta escrita pelo gabaritado Steve Orlando (Liga da Justiça, Superwoman, Batman) e desenhada por Corin Howell (Bat-Mirim), onde os atrapalhados amigos decidem se tornar heróis como os Power Rangers. Obviamente, da forma mais ridícula possível.

Mighty Morphin Power Rangers: Ranger Verde – Ano Um possui 128 páginas encadernadas em capa dura no formato 25,8 x 17 cm, com preço de capa de R$ 44,90.

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Literatura

LeYa lança Arquivos Secretos do Batman e do Superman

As duas edições especiais de luxo publicadas pela editora LeYa, que reúnem arquivos secretos do Batman e do Superman, estão chegando às livrarias. Confira os detalhes abaixo!

O arquivo secreto do mais obscuro dos super-heróis, finalmente revelado. Batman é o super-herói mais amado do planeta, mas será que seus maiores fãs sabem tudo sobre sua misteriosa figura? Batman: Os Arquivos Secretos do Homem-Morcego traz tudo o que você sempre quis saber, e não tinha a quem perguntar. Uma edição de colecionador enriquecida por imagens, ilustrações, e demais peças nunca antes reunidas em um só local. Descoberto na Batcaverna por Mathew K. Manning, o livro é o diário de Bruce Wayne. Guardado às sete chaves, contém toda a intricada informação necessária para realizar sua missão, apenas no caso de alguma eventualidade.

O livro começa com desenhos de infância de Wayne e continua ao longo de uma linha do tempo de eventos significativos na vida do Homem-Morcego. Completo e autêntico de todas as maneiras possíveis, todos os amigos e inimigos de Batman – de Hera Venenosa, Mulher-Gato, Charada e Pinguim, a Coringa, Batgirl, Mr. Freeze e, claro, Robin – aparecem durante o dossiê para traçar o panorama da carreira do Homem-Morcego. Descrevendo de forma completa a guerra de Batman contra o crime, o livro inclui arquivos de computador, notícias, fotos das cenas dos crimes, pegadas, esquemas e mapas reais de Gotham City; provas que foram coletadas e, em muitos casos, até mesmo desenhadas, pelo próprio herói. Batman é um super-herói e um ícone cultural. Introduzido pela primeira vez em 1939, o alter ego de Bruce Wayne ficou conhecido por incontáveis quadrinhos da DC, uma série de TV e filmes de sucesso. Cada detalhe de sua vida é cuidadosa e fielmente detalhado com o envolvimento da DC Comics, tornando Batman: Os Arquivos Secretos do Homem-Morcego o presente indispensável para todos os ávidos colecionadores e fãs.

Batman: Os Arquivos Secretos do Homem-Morcego possui 312 páginas em papel offset 90g, encadernadas em capa dura no formato 28 x 21 cm. O preço sugerido é de R$ 119,90.

Dos novos fãs aos mais experientes colecionadores, todos irão se encantar por esta história completa e ilustrada do Homem de Aço. Até os fãs mais ardorosos vão se surpreender com revelações de Superman: Os Arquivos Secretos do Homem de Aço. Tudo o que você sempre quis saber, e não tinha a quem perguntar está neste livro, uma edição de colecionador enriquecida por imagens, ilustrações, e demais peças nunca antes reunidas em um só local. O livro revela aspectos desconhecidos do homem chamado Clark Kent e o universo do maior super-herói de todos os tempos. É um relato abrangente de sua história, feito a partir de recortes do Planeta Diário, entradas de seu diário, artefatos que restaram de Krypton, esquemas para a Fortaleza da Solidão e outras tecnologias, como arquivos da Prisão da Ilha de Stryker, além de centenas de “fotografias” dos inimigos e aliados de Superman, selecionados das HQs.

Traz ainda uma versão completa e profunda da história de vida do Homem de Aço, desde o seu nascimento em Krypton como Kal-El, passando por seu presente como Clark Kent e Superman, e traz até mesmo projeções para o seu futuro. Superman: os arquivos secretos do Homem de Aço é a crônica dos setenta e cinco anos de aventuras do Último Filho de Krypton, organizados de forma fácil de entender. O livro tem grande apelo aos fãs de Superman de qualquer idade – dos colecionadores que estão apenas começando aos leitores de longa data que seguiram o personagem desde suas primeiras aventuras – há novidades para todos. Com um tom moderno e um profundo respeito por seu legado, Matthew K. Manning reuniu todas as informações existentes neste lançamento definitivo e obrigatório.

Superman: Os Arquivos Secretos do Homem de Aço possui 312 páginas em papel offset 90g, encadernadas em capa dura no formato 28 x 21 cm. O preço sugerido é de R$ 119,90.

Ambos os livros já estão disponíveis na Amazon com 20% de desconto e foram lançados em parceria com o site Omelete na CCXP Tour Nordeste.

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Quadrinhos

Editora Lorentz | Vem aí Dylan Dog: Retorno ao Crepúsculo

Como divulgado há uma semana, a estreante Editora Lorentz publicará três edições inéditas da famosa série italiana Dylan Dog, da Sergio Bonelli Editore, em comemoração aos 30 anos do personagem. Hoje, 18/04, foi divulgada qual será a primeira edição desta coleção especial. Confira os detalhes abaixo!

O primeiro volume será a história Retorno ao Crepúsculo, publicada na primeira década do personagem. Com roteiro de seu criador, Tiziano Sclavi, e arte de sua dupla habitual Giuseppe Montanari e Ernesto Grassani, esta aventura é uma revisitação da sétima história do Investigador do Pesadelo, chamada A Zona do Crepúsculo (no Brasil, publicada pela editora Record). Contudo, é importante ressaltar que não é necessário ler esta história para aproveitar o lançamento de Retorno ao Crepúsculo (edição 57 da série original italiana), visto que Dylan Dog não possui uma cronologia tão exigente.

O formato adotado foi o original italiano (maior que as costumeiras edições de Tex que saem hoje nas bancas), com capa plastificada e baixa tiragem. Serão 100 páginas ao preço de capa de R$ 16,00. O personagem foi criado pelo já citado Tiziano Sclavi, um dos maiores ícones dos quadrinhos italianos. Dylan Dog é uma das séries mais consumidas na Itália, tendo superado Tex por alguns anos.

Este primeiro volume chega na comic shop Tutatis, em Porto Alegre, no dia 26 de abril. Para as demais localidades do Brasil ficará a cargo da distribuidora, sendo que o eixo Rio-São Paulo deverá receber a revista em alguns pontos de venda em torno do dia 28. A editora oferecerá um sistema de vendas pela internet, com frete módico, além de disponibilizar alguns exemplares para o encontro em Uruguaiana (RS), e posterior terceirização das vendas pelo Mercado Livre.

Para maiores informações, siga a página da Editora Lorentz no Facebook. E fique ligado na Torre de Vigilância para acompanhar o retorno de Dylan Dog ao Brasil!

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Quadrinhos

Pipoca e Nanquim publicará Espadas e Bruxas, de Esteban Maroto

Estreando como editora no mercado de quadrinhos, o canal multimídia Pipoca e Nanquim, de Bruno Zago, Daniel Lopes e Alexandre Callari, publicará no Brasil o encadernado Espadas e Bruxas, de Esteban Maroto. Confira os detalhes abaixo.

As três narrativas gráficas do genial artista espanhol Esteban Maroto reunidas pela primeira vez no Brasil em um só volume, protagonizadas pelos guerreiros bárbaros Wolff, Dax e Korsar. Com texto introdutório do estudioso de quadrinhos e autor de ficção científica Juan Miguel Aguilera, declarações e contextualizações escritas pelo próprio autor, um depoimento de Roy Thomas e uma galeria de imagens exclusiva, esta edição é um épico do gênero Espada & Feitiçaria, repleta de batalhas, monstros, aventuras e… belíssimas mulheres!

Esta obviamente não é a primeira empreitada do Pipoca e Nanquim no mercado brasileiro. Os três editores também já publicaram a série de livros Quadrinhos no Cinema (Generale), que contém três volumes, e trabalham como editores. Zago é editor da Panini Mangás enquanto Callari e Lopes editam publicações da DC Comics.

Esteban Maroto é um famoso quadrinista espanhol nascido em Madrid. Começou sua carreira na década de 60, ganhando destaque em 1967 ao ilustrar a série Cinco por Infinitus, publicada no Brasil pela Ebal. O artista já passou pelas mais diversificadas séries e revistas do mercado, que incluem as famosas Creepy, Eerie, e a Vampirella. Também ilustrou histórias da Red Sonja.

Espadas e Bruxas contém 256 páginas em preto e branco, formato 21 x 28 cm e valor de capa sugerido R$ 120,00. Já está disponível em pré-venda na Amazon, com previsão de lançamento para o dia 2 de maio.

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Detective Comics Quadrinhos

Alena | O amor e o terror com os traumas da adolescência

Um transtorno psicológico supõe uma alteração do comportamento e da razão de uma pessoa. Ao vivenciar algo extremamente chocante, um tipo de trauma, o acontecido acaba por alterar a estrutura mental de uma pessoa e deixa sequelas profundas. Alena, graphic novel sueca publicada no Brasil pela AVEC Editora, é uma história de terror que, entre diversos temas, fala sobre a psique de uma adolescente que deve lidar com as descobertas de sua sexualidade, bullying, aceitação e compreensão social, todos assuntos perturbadores para uma garota da sua idade.

Na obra criada por Kim W. Andersson, o autor demonstra uma exímia capacidade em retratar o que há de pior nas pessoas durante a adolescência. A história se passa na Suécia, numa escola privada de bom status, onde a jovem Alena é bolsista. Há um ano, ela e sua amiga Josefin passaram por uma situação, desenvolvida ao longo do álbum, que tornou a vida da protagonista um verdadeiro inferno: Josefin morreu neste fatídico dia, e o fardo da sua morte caiu sobre os ombros de Alena, que passou a ser ainda mais maltratada pelos outros alunos, cheios de preconceitos e incertezas. A grande questão é que, desde a tragédia, a garota consegue verdadeiramente interagir com sua amiga morta.

Toda a trama gira em torno de um mistério e das descobertas a respeito não somente do passado da personagem, como também dos coadjuvantes. Alena sofre bullying (físico, moral e sexual) constante de Filippa, a típica garota fútil e invejosa presente na vida de qualquer pessoa, que não mede esforços para humilhar quem ela julgar como inferior. Filippa, que é capitã do time de lacrosse, nutre uma inveja especial pela protagonista graças ao garoto Fabian, um dos poucos que tentam (sem muito sucesso) ajudar a “estranha” e “perturbada” personagem principal.

Não bastasse todo o inferno causado por Filippa, Alena lida com muitas dúvidas. Sua sexualidade é abordada de uma forma muito real, com dois pesos a puxando constantemente para um ou outro lado. Josefin é uma alegoria que representa todas as dúvidas da garota, a parte que sempre a puxa para o lado pessimista da vida. A existência da amiga morta, interagindo com Alena o tempo todo, cria um aspecto misterioso ao redor de sua presença física no decorrer da história. Nos momentos em que ela está sozinha, a arte assume tons de laranja e roxo, cores que representam vitalidade e sucesso (laranja) e espiritualidade, magia e mistério (roxo), criando um estilo que pode ser interpretado como a persistência que permite Josefin ainda existir, e o que de tão misterioso a faz viver após a morte.

O autor é muito bem sucedido em unir os elementos citados acima com uma arte cinematográficaexpressiva, para criar não somente bons e memoráveis momentos, como também para chocar bastante. A violência é esbanjada em graus que se elevam a cada capítulo, e todo o sanguinolento desenvolvimento cria dúvidas na cabeça do leitor com relação ao que está acontecendo. Afinal, o que Josefin representa na vida da “heroína” desta história? O que ainda precisa ser contado? A condução desta aventura trágica é apoiada por uma narrativa rápida, plot twists tensos e uma cadência que lembra bons filmes do tema. A dicotomia entre a vilania e o heroísmo também se faz presente, aumentando a angústia no decorrer das páginas.

As figuras adultas, retratadas como seres indiferentes, também soam reais. Durante boa parte da adolescência, muitos adultos simplesmente não entendem ou não se importam com o que se passa na cabeça dos jovens, e quem tenta ajudar acaba piorando a situação. Este tipo de situação ocorre de maneira similar com a conselheira do colégio de Alena, focada (também sem muito sucesso) em desvendar a mente da aluna que vem sofrendo tanto. Os outros professores, e até mesmo o diretor, basicamente aparentam não se importarem tanto com o que está acontecendo. E a garota está no fogo cruzado entre o desprezo e a superficial colaboração por parte de uma minoria.

O desfecho surpreende e fecha pontas soltas. Muitos dos acontecimentos mostrados em capítulos prévios, ao alcançar o final da história, tornam-se puramente interpretativos. Ao tentar decifrar a mente de Alena o leitor acaba mergulhando nas possibilidades, tentando explicar as coisas baseando-se na realidade. E os sentimentos de Alena, postos em xeque ao longo de tanto sofrimento, recebem um final inesperado, demonstrando não somente o que Josefin representou na vida da protagonista como também o quanto a angústia afetou seu psicológico: a prova definitiva de como as dúvidas podem transformar a vida de alguém num verdadeiro terror, tal qual um amor psicótico. Especialmente num período tão sensível da vida como é a adolescência.

A obra foi vencedora do Swedish Comics Academy’s Adamson, prêmio de quadrinhos de maior importância da Suécia, além de ter sido publicada nos EUA pela Dark Horse, casa de famosas séries como Hellboy e Conan.

O autor possui outras séries publicadas, como Love Hurts, de 2009 – onde estabeleceu seu estilo de contar histórias – e Astrid, série protagonizada por uma aventureira espacial. A graphic novel Alena foi adaptada para o cinema, com um longa dirigido e roteirizado por Daniel di Grado, com textos de Kerstin Gezelius e Alexander Onofri.

Alena possui 120 páginas em papel couché 115g fosco encadernadas em capa cartão no formato 19 x 28 cm e valor de capa sugerido de R$ 59,90.

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Quadrinhos

SESI-SP Editora | Confira a capa, preço e sinopse de Valerian

Lançamento da SESI-SP Editora previsto para maio, Valérian et Laureline, série apelidada no Brasil apenas de Valerian, finalmente teve as características técnicas de seu primeiro volume divulgadas. Confira abaixo

Fruto da imaginação transbordante de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières, os personagens de “Valerian” e Laureline surgiram pela primeira vez nas páginas de Pilote, em 1967. Por sua inventividade e audácia, a série rapidamente se tornou referência absoluta para os leitores de histórias em quadrinhos de ficção científica.

A série do agente espaço-temporal é um clássico dos quadrinhos europeus de ficção-científica e conta com mais de 20 álbuns publicados, sempre figurando entre as dez séries mais vendidas da editora Dargaud. Um dos autores, Mézières, trabalhou juntamente com Moebius no desenvolvimento do visual do filme O Quinto Elemento, de Luc Besson. Narra as aventuras de Valerian e sua colega Laureline, enquanto viajam pelo universo, espaço e tempo. Uma mistura de space opera com viagem no tempo. A revista Pilote foi a casa das primeiras publicações de outras séries grandiosas como, por exemplo, Asterix o Gaulês.

Uma adaptação cinematográfica da série será lançada nos cinemas no dia 20 de julho de 2017. O filme conta com a direção de Luc Besson e elenco composto por Cara Delevingne, Dane DeHaan, Rihanna, Clive Owen, Ethan Hawke, John Goodman e Kris Wu.

A edição nacional terá 160 páginas, capa cartão, e compilará as três primeiras histórias, em formato 29 cm x 22 cm. O preço de capa sugerido é R$ 58,00.

No dia 13 de maio, a SESI-SP Editora fará um evento de lançamento em São Paulo, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Avenida Paulista, n° 2073), das 10h as 12h00. Para maiores informações, clique aqui, e não deixe de acompanhar a Torre de Vigilância.

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Quadrinhos

Confira a capa nacional de Zenith, de Grant Morrison

Como foi noticiado há uma semana, a Mythos Editora estará republicando Zenith, obra de Grant Morrison e Steve Yeowell, previsto para ser lançado em maio de 2017. Agora, foram divulgadas as informações técnicas sobre o primeiro volume, incluindo a sinopse e sua capa. Confira abaixo.

Zenith – Volume 1
– Edição de luxo em capa dura
212 páginas em preto e branco
– Formato álbum (18,7 x 25,9 cm)
– Desaconselhável para menores de 13 anos
– Distribuição setorizada e venda permanente na loja virtual da Mythos
– Preço sugerido: R$ 74,90

Roteiro: Grant Morrison
Arte: Steve Yeowell

Sinopse: CONHEÇA O MIRACLEMAN DE GRANT MORRISON! Zenith, um popstar egoísta e escroto, é o único herói em atividade depois da morte dos combatentes da segunda guerra e da dissolução da superequipe Nuvem 9, dos anos 1960. Infelizmente para o mundo, deuses sombrios de outra dimensão querem tomar o planeta… e somente Zenith, com um punhado de heróis aposentados da geração paz e amor, têm condições de derrotá-los! E não é só isso: o geneticista responsável pela criação dos superbritânicos e um milionário megalomaníaco se aliam num plano nefasto. Zenith vai precisar impedir a destruição de Londres e, ao mesmo tempo, confrontar seu passado! Tudo pela cabeça brilhante de GRANT MORRISON!

Clique aqui para ler o preview do encadernado.

Serão lançados dois volumes compilando as quatro fases originais. No exterior foram quatro volumes com cerca de 100 páginas cada, enquanto aqui o número foi reduzido para dois volumes, com cerca de 200 páginas cada e tradução de Érico Assis, responsável pela adaptação de outras obras de Morrison como Os Invisíveis, Patrulha do Destino e Superdeuses.

Fique ligado na Torre de Vigilância para acompanhar as novidades!

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Consoles Games

Nintendo Switch | Data de lançamento e preço divulgado

Na madrugada de quinta (12/01) para sexta (13/01), a Nintendo realizou uma conferência onde foram divulgadas novas informações a respeito de seu novo console, que elevará a portabilidade para um nível ainda não visto.

Durante o evento foram divulgadas algumas imagens do novo console, assim como seus componentes.

 

Além das novas imagens foram divulgados, a data de lançamento do console e seu valor.

Torre de Vigilancia DATA DE LANÇAMENTO NINTENDO SWITCH

 

Torre de Vigilancia PREÇO NINTENDO SWITCH

 

A Nintendo ainda complementou com a afirmação de que o Nintendo Switch não contará com trava de região, comum em outros consoles como medida de diminuição do contrabando.

 

Nintendo Switch tem data de lançamento confirmada para 3 de março de 2017 para Estados Unidos, Canadá, Japão e Coreia-do-Sul. Seu valor de mercado esta avaliado em 299 dólares.

Quando o Nintendo Switch chegará ao Brasil e qual será o seu valor? Não perca nenhuma informação a respeito do novo console da Nintendo, fique ligado em nosso Facebook e Twitter.

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Colunas Consoles Gameplay Games

Análise | Uncharted 4: A Thief’s End

A franquia iniciada em 2007 com Uncharted: Drake’s Fortune, ganhou seu capítulo final. O quarto titulo e exclusivo do PlayStation 4, produzido pela Naughty Dog e publicado pela Sony Computer Entertainment. Uncharted 4: A Thief’s End ocorre cerca de três anos depois de seu antecessor, e traz o desfecho de uma das principais séries exclusivas de todos os tempos.

O jogo em si é um excelente ato final para as aventuras de Nathan Drake. De forma geral é o jogo mais aguardado para os Sonystas, e fãs da série em geral, o peso carregado pela desenvolvedora desde do anúncio do jogo, passando pelos problemas com a produção e até mesmo na entrega do produto, é imenso, os fãs queriam algo revolucionário, assim como foi a trilogia lançada para PlayStation 3. Poucos são os estúdios capazes de trabalhar sobre pressão direta dos consumidores e realizar um trabalho surpreendente, a Naughty Dog certamente pertence aos “poucos”.

 

De início damos de cara com Nathan Drake, mas este parece diferente, mesmo ainda sendo aquele aventureiro que nos acompanhamos nos jogos anteriores, seus trejeitos e aparência rementem a um ar mais maduro e experiente ao mesmo tempo em que vemos sua angustia de estar onde estar. Drake não está vivendo mais aquelas suas aventuras, sua vida agora se resume a rotina de vida comum junto a Elena, entretanto tudo vira de cabeça para baixo quando Sam, irmão mais velho de Nathan aparece. O motivo? Ele supostamente estava morto!

O motivo fica claro quando somos colocados frente a um pedido de ajuda. Nada mais que encontrar um tesouro pirata misterioso do século 17, que segundo lendas, dizem ter escapado com mais de £ 50 milhões em dinheiro e desapareceu em torno de Madagascar.

De forma geral a Naughty Dog é conhecida principalmente por seus jogos com potenciais gráficos elevadíssimos, de forma a extrair de forma concisa o potencial gráfico dos consoles com selo Sony. E com Uncharted 4 não poderia ser diferente, o jogo usa e abusa desse recurso, nos entregando cenas cinematográficas durante praticamente toda a gameplay. Claro que sofrendo algumas quedas de frame rate, mas nada que atrapalhe a experiência do jogador.

Logo de cara não me surpreendi com os gráficos do game, o jogo começa um pouco lento e sem nada que necessitasse de todo o poder de fogo do PlayStation 4. Entretanto quando mergulhamos de verdade na história, quando estamos diante dos estrondosos cenários exóticos e inexplorados por nós até então, pude ver a verdadeira integração de um trabalho de desenvolvimento com as capacidades gráficas do console.

O jogo quase que se mantêm fixo na casa dos 30 fps, e não há quebra de fluidez durante todo o gameplay. Os efeitos da chuva junto a vegetação, o comportamento da água, as animações dos personagens convergindo com suas interações com os objetos do cenário, assim como a quantidade absurda de detalhes contidos nas cenas tornam a experiência que já era boa, ainda melhor. Possuindo uma combinação primorosa entre as partes técnicas e estéticas o jogo é sem sombra de dúvidas, deslumbrante.

Mas não só de gráficos vivem os jogos da nova geração. Na jogabilidade é onde encontramos a verdadeira identidade de Uncharted 4 sendo o elemento mais importante da série desde seus primórdios.

Temos uma mudança forte aqui, nos jogos anteriores nas partes de combate, nos encontrávamos uma jogabilidade linear, onde era necessário caminhar seguindo etapas pré determinadas, caso quiséssemos progredir. Em Uncharted 4 ainda possuímos esses combates lineares, contudo eles foram colocados em momentos oportunos e conveniente. Fazendo, dessa forma existir níveis onde nos temos maior liberdade de movimento (algo que remete a Assassins Creed) mas nada grande o suficiente para ser denominado “mundo aberto”, mas algo que permite a exploração e inúmeras possibilidades.

Outra mudança válida encontrada no game é a questão do stealth. Nos jogos anteriores nos tínhamos esporadicamente momentos onde era necessário utilizar habilidades de forma sorrateira, aqui temos a liberdade de escolher a maneira como progrediremos no jogo, seja em silêncio sem chamar a atenção dos inimigos derrubando-os um a um, ou descarregando seu pente de balas nos adversários da forma mais bad-ass possível. Entretanto ainda encontramos limitações nessa “liberdade”, como por exemplo, a impossibilidade de avançar na área sem eliminar todos os adversários, seja de forma stealth ou não.

Contamos ainda com o multiplayer. Não é o carro chefe de Uncharted 4, mas é uma boa escolha de divertimento quando terminarem o modo história. Contamos com quatro modos, o conhecido Team Deathmatch, o Plunder (captura de bandeira), Command (captura de zonas) e o Ranked Team Deathmatch, onde temos cerca de oito mapas relacionados as áreas encontradas no modo história. Ainda contamos com a adição das Mysticals, que são poderes sobrenaturais e dos Sidekicks.

Além disso tudo o modo multiplayer também traz a possibilidade de fazermos microtransações utilizando os Uncharted Points, que podem ser adquiridos com dinheiro real, todavia, tudo o que pode ser desbloqueado através dos Uncharted Points pode ser ganho durante a gameplay.

VEREDITO:

Uncharted 4 é uma despedida a Nathan Drake, e como tal, emociona. Porém, não há garantias que este seja o último jogo da franquia. Tanto pelo fato de ser a mais lucrativa, quanto a ambiciosidade de se usar todos os poderes gráficos dos próximos consoles da Sony. 

Apesar de encontrarmos níveis de qualidade excelentesUncharted 4 tem seus defeitos. Em algumas ocasiões notamos atrasos no carregamento de algumas texturas, assim como no frame rate. No entanto considerando o jogo como um conjunto, é algo que não afeta a experiencia do jogador, mas algo que poderia ser evitado, levando em conta o histórico de desenvolvimento. O game funciona e vai agradar a grande massa consumidora. Contudo não causará o mesmo impacto que o primeiro ou o segundo capítulo causaram. Dessa forma, Uncharted 4 irá levá-lo através de uma viajem intensa e cheia de aventuras, onde todos os proprietário de PlayStation 4 tem a obrigação de participar.

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