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Me Chame Pelo Seu Nome 2 | Reencontro de Elio e Oliver será em Paris

Em entrevista para o Bad Taste, o diretor do longa Luca Guadagnino confirmou que os protagonistas Elio e Oliver se reencontrarão em Paris, considerada por muitos, como a cidade da paixão.

“Fico me perguntando se o novo capítulo nas vidas de Elio, Oliver e da família Perlman deveria se passar em Crema ou não… mas acho que não. Vamos dar um pequeno furo: a sequência (não gosto de chamá-la assim, a história deles é mais um ‘ciclo’) será ambientada em Paris. E começa com Elio chorando. Com essa luz brilhando nos seus olhos… e ficamos com a dúvida: ainda estamos vendo o momento em que o deixamos (na frente da lareira)? Não: ele está chorando porque está assistindo ao final de um dos melhores filmes dos anos 1980, Once More do Paul Vecchiali. Absolutamnente consistente com o personagem: Elio ama o diretor… que é melancólico como ele”.

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O jovem Elio está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na bela e lânguida paisagem italiana. Mas tudo muda com a chegada de Oliver, um acadêmico que veio ajudar a pesquisa de seu pai. Diz a sinopse do primeiro filme, protagonizado por Timothée Chalamet e Armie Hammer.

Me Chame Pelo Seu Nome 2 não possui data de lançamento.

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Torre elege os melhores filmes de 2018

2018 foi um ano marcante para o cinema. Presenciamos inúmeras experiências de tirar o folego; rimos, choramos, aplaudimos, gritamos e o principal, nos divertimos. Tudo isso, graças à magia do mundo da sétima arte, pois sem sua existência, muitas histórias magníficas e inspiradoras nunca veriam a luz do dia.

Pensando nisso, alguns redatores da Torre de Vigilância reuniram suas opiniões pessoais sobre os longas-metragens mais marcantes desse ano que já está por acabar. A seguir, você poderá ler cada uma delas, redigidas com muito carinho, de fã para fã.


João Guilherme Fidélis (redator e colunista)

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Apesar de ser um grande fã dos espetáculos caóticos proporcionados por Michael Bay, Bumblebee foi o primeiro filme de Transformers a tocar o meu coração, desde a película dirigida por Bay, em 2007. Este é um filme, simples, focado e centrado em nada mais, nada menos, do que em seus personagens. Todos eles funcionam. Desde o agente Burns interpretado por John Cena, até os maléficos Decepticons. Entretanto, a alma da obra, reside na excelente química entre Charlie Watson (Hailee Steinfeld) e o robô amarelo. O primeiro contato entre os dois, é o momento em que o encanto retorna e permanece dentro da espectador, mesmo após o término da sessão.

O melhor filme de ação do ano. Não há espaço para discordâncias. Não consigo pensar em um blockbuster tão bem coordenado e escrito este ano, senão Missão Impossível: Efeito Fallout. O filme não apenas conta com uma excelente direção, como explora a moralidade de Ethan Hunt (Tom Cruise) de maneira inteligente e traz um excelente antagonista interpretado por Henry Cavill. O roteiro força seus personagens a fazerem escolhas difíceis e é preenchido por diversos plot-twists, daqueles que arrancam um sorriso genuíno do rosto. O cinema pipoca em sua melhor forma.

Confesso que quando O Primeiro Homem foi anunciado, o que me chamou atenção foi o responsável pela direção: Damien Chazelle. Um dos maiores diretores de sua geração. Trouxe duas histórias sobre sonhos, executadas em tonalidades diferentes: Whiplash e La La Land. Aqui, ele revisita a chegada de Neil Armstrong à Lua, sob um olhar mais íntimo, cinzento e intenso. Ryan Gosling e Claire Foy traduzem perfeitamente a proposta do cineasta, o qual entrega um dos melhores, senão o melhor, filme do ano.


Carlos Eduardo Rici (colunista)

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Infiltrado na Klan
O novo filme de Spike Lee se provou em pouco tempo de exibição um filme mais do que necessário para nossa atual sociedade. A acidez do longa somado
a uma ótima história nos brinda com um impactante e inteligente filme.

 

Pantera Negra

O diretor Ryan Coogler, unido a um elenco de peso, trouxe neste ano o que eu considero o melhor filme de heróis que vi nas telonas em 2018. É incrível como mesmo seguindo uma fórmula, Coogler consegue trabalhar de uma maneira séria e bem feita temas importantes pra nossa sociedade, além de saber criar ótimos planos e extrair performances excelentes de seu elenco.

 

Ilha de Cachorros

Wes Anderson voltou ao stop-motion em Ilha de Cachorros, que assim como seus outros filmes, é grandioso em estética e simples em história. Mas não se engane, a simplicidade e acessibilidade de Ilha de Cachorros só torna o filme melhor e mais belo, uma das melhores animações do ano.

 

Você Nunca Esteve Realmente Aqui
A diretora Lynne Ramsey retornou em 2018 com o que talvez seja o longa mais esquizofrênico que tive o prazer de ver neste ano. O filme é uma viagem dentro da loucura do protagonista, sabendo utilizar violência ao seu favor, sem beleza alguma, Ramsey cria um filme forte e faz Joaquin Phoenix entregar uma sensacional atuação.

 

Roma
É de um consenso geral que Alfonso Cuarón é um dos maiores diretores da nossa geração, e em Roma ele só deixa isto mais claro. Apesar de não ser um filme tão acessível, se você conseguir apreciar a obra por completo, vai ver que Roma é uma obra-prima cinematográfica, o cinema em seu estado mais puro, o que não encontramos todos os dias.


Tassio L. Stark (redator)

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Guerra Infinita – por ser a primeira parte da culminação preparada pelo mcu de forma tão cuidadosa desde 2008 e que superou as expectativas de todas as formas. Um filme para ser lembrado.

Jogo Perigoso – Tenso do início ao fim, onde a trama prega peças não só na mente da personagem como também no telespectador. A sensação de alguém te observando no escuro torna uma bela experiência junto com a adrenalina de vê-la sair daquela situação.

Um Lugar Silencioso – Primeiro filme com essa temática do silêncio que me deparei e gostei bastante. Dá uma agonia o silêncio que ajuda o telespectador a adentrar na trama.


Tiago Bacelar (redator)

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2018 foi um bom ano no cinema. Reunimos as joias do infinito para combater Thanos em Guerra Infinita; entramos com Margot Robbie na vida conturbada de uma patinadora em Eu, Tonya; voltamos no tempo para assistir do show do Queen no Live Aid em Bohemian Rhapsody; sofremos na pele de uma mãe desesperada em Três anúncios de um crime; fomos contagiados por um mundo fantástico de referências em Jogador Número 1; ficamos assustados pelo terror de Um Lugar Silencioso; conhecemos animais muito especiais na Ilha dos Cachorros; mergulhamos no fundo do oceano para ver um herói virar Rei em Aquaman; e nos emocionamos com a bonita relação entre a humana Charlie e o famoso Autobot amarelo em Bumblebee.


Daniel Estorari (redator e colunista)

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Diversas películas marcaram os meus doze meses, mas o que mais me fez ficar espantado e impressionado comigo mesmo, foram as obras que conseguiram arrancar lágrimas da minha alma, e é justamente delas que eu mencionarei a seguir.

Vingadores: Guerra Infinita

Você pode não achar a Marvel Studios a melhor empresa do mundo, mas o que não pode ser negado, é como o estúdio sabe trabalhar em cima de suas fórmulas e construir um belíssimo universo cinematográfico por 10 anos. Guerra Infinita é um lindo presente do estúdio para seus fãs, dando-lhes um vilão e trama fora do convencional, mas que se apoiam totalmente em cima das clássicas histórias cósmicas da Marvel Comics. Tudo é conduzido de maneira sutil e delicada até o seu emocionante final, que mesmo sabendo que determinados personagens voltarão a vida, ouvir: ”Por Favor senhor Stark, eu não quero morrer” não foi nada fácil.

Homem-Aranha no Aranhaverso

Tive a oportunidade de assistir essa linda animação dois meses antes da sua estreia no Brasil. Se eu fosse elogiar essa fábula, provavelmente a coluna teria mais de três mil palavras, portanto, direi apenas o necessário.  Homem-Aranha no Aranhaverso é esplêndido, a Sony Pictures Animation criou uma história simples em cima de um desenho recheado de referências ao universo do amigão da vizinhança, que transita desde as personalidades de Tobey Maguire e Andrew Garfield, até Tom Holland. O mais emprisionante, é que o desenho é um fã de si mesmo, não se esquecendo de tudo aquilo que já foi construído para o Homem-Aranha em todas as mídias.

Aquaman

Warner Bros. Pictures, uma empresa que costuma errar pouco em seus filmes originais, mas que tropeça muito quando produz películas em parceria com a DC Comics; mas dessa vez, ela conseguiu se redimir. Aquaman possui uma história clichê, mas isso não é uma observação negativa, já que sua trama é divertida e bem anedótica. Arthur Cury junto de Mera e Orm, carregam o filme nas costas, ao lado de seu lindo cenário subaquático, que é de deixar qualquer pessoa boquiaberta. Quem diria que um dia, um super-herói que era humilhado por seus pseudos fãs, ganharia um longa-metragem tão épico e avassalador quanto esse?

Bohemian Rhapsody

O famoso ”filme do Queen” é a melhor cinebiografia que eu já assistir. Sintetizando de maneira breve, após o término de Rhapsody, eu comecei a refletir sobre minha vida, sendo que eu uso até hoje algumas atitudes de Freddie como espelho. A união, relacionamentos, intrigas e vitórias, são tudo mais mágicos ao decorrer que a trama avança até cena do Live Aid, que pessoalmente, cai nos prantos só de ver como a atuação de Rami Malek estava condizente com as músicas que estavam sendo tocadas.

Me Chame Pelo Seu Nome

OK, eu sei que essa película estreou no final de 2017 nos Estados Unidos, mas vale a menção, pois chegou no início de 2018 nos cinemas nacionais, sem contar, que é basicamente o filme da minha vida ao lado de alguns outros. Me Chame Pelo Seu Nome é maravilhosamente lindo e triste, que mexe 100% com o emocional. A história é tão perfeita, que em determinado ponto, ela desvincula a mente do telespectador dessa realidade, e a transporta para outro mundo além dos paradigmas convencionais. Sua duração é equivalente ao nosso cotidiano, ou seja, cumprida e massante, mas necessária. Essa obra prima me deu milhões de lições, mas a principal, foi que nem tudo são flores e que não devemos desistir de procurar o amor de nossas vidas. Gostaria de aproveitar a oportunidade, para dizer: Me Chame Pelo Seu Nome, eu te amo.


2019 está prometendo ser tão promissor quanto 2018, já que está aparentando ser uma das melhoras épocas para lançamentos cinematográficos. Sem sombras de dúvidas, ao seu final, terá outra lista como essa. 

Espero que tenham gostado, até a próxima e lembrem-se, assistir filmes é mais que um hobbie.

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Os segredos de um amor sensível de Me Chame Pelo Seu Nome

Perfeição, admiração, sutileza e sofrimento são as quatro principais características que melhor descrevem o filme Me Chame Pelo Seu Nome (Call Me By Your Name) do diretor italiano Luca Guadagnino. O drama contemporâneo está concorrendo a quatro indicações no Oscar, que são: Melhor Ator, Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Canção Original, e sendo sincero, não será difícil para o longa levar para a casa ao menos duas estatuetas, já que a trama consegue criar um laço com o seu telespectador, ou seja, consegue transmitir com facilidade os sentimentos dos personagens ao decorrer de sua trajetória um tanto quanto parada e necessária.

Na trama, nós conhecemos um rapaz de 17 anos chamado Elio, que enfrenta suas férias de forma apática na casa de seus pais na Itália. Mas, tudo muda com a chegada de Oliver, um acadêmico que veio passar cerca de dois meses na casa da família para ajudar o patriarca com a sua pesquisa.

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Como a  excelente canção original diz: ”Eu te amei pela última vez, É um vídeo? É um vídeo?” É exatamente o que o filme retrata quando a atração de Elio pelo Oliver é descoberta, que mesmo tendo dificuldades para se assumir para os seus pais, amigos e outras pessoas que tem uma relação afetiva com a família, o personagem vivido por Timothée Chalamet se poupa de seguir uma linha de raciocínio mais comum e chata, indo para o lado mais natural da situação, que, apesar de perceber desde o início a opção sexual do personagem, tudo é tratado de uma forma mais leve e em alguns casos, mais realistas.

É perceptível que Guadagnino dirigiu um projeto cinematográfico para premiações e não para ser exibida em salas de cinemas comuns. Isso fica claro com a sua fotografia um pouco quanto sem foco, que lembra bastante as técnicas de filmagens usadas na década de 70 à 90. Outro fator que dá indicio de algo mais contemporâneo, é a sua história longa e arrastada, que em certos momentos, lembra a narrativa de um livro de romance dramático, tando que faz com quem estiver o assistindo, deseje que tudo aquilo acabe logo e que parta para outra. Mas é claro, tudo feito de uma maneira proposital.

Só que no segundo ato em diante, é que tem-se uma mudança drástica no cenário e ambientação, mas, antes disso, tudo é apresentado no ponto de vista de apenas uma cidade com diferentes lugares, onde os personagens gostam de passar as suas férias e até mesmo relaxar.

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O jeito como o drama e a tristeza são tratados aqui, é muito mais que uma simples experiência cinematográfica, provando que é possível sentir melancolia e mal-estar sem fazer grandes cenas marcantes, demonstrando assim, os fatores apenas por simples e subjetivos olhares. O amor do protagonista pelo personagem secundário do excelente Armie Hammer é desenvolvido com mais calma e sutileza, se diferenciando dos famosos filmes de romance onde os dois personagens principais já demostram compaixão um pelo outro logo em seu epílogo.

Apesar de não ter uma marcante trilha sonora, as Mystery of Love  e Visions Of Gideon, ambas compostas pelo músico Sufjan Stevens, criam uma ambientação mais melosa e  harmônica  em situações mais tensas e fortemente marcantes. Pode-se dizer o mesmo dos clássicos dos anos 80, que são tocados em situações mais descontraídas e alegres.  

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Me Chame Pelo Seu Nome não é uma simples história de amor que foi adaptada através de um livro do mesmo nome. Não! Ele é mais do que isso, pois conta os segredos  de um amor sensível através de um ponto de vista menos clínico e mais humano possível. Após o seu desfecho, permanece na mente de quem assistiu e consegue de forma pontual te fazer pensar e refletir em suas pequenas ações afetivas com outra pessoa. Pode ficar tranquilo, pois isso será usado para o bem e não para o mal.

Espero que tenha gostado, até a próxima e bendito seja os mistérios do amor.

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A Forma da Água lidera! Logan e Guardiões Vol. 2 indicados ao Oscar

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta terça-feira, 23 de janeiro, os indicados ao Oscar 2018. A Forma da Água recebeu 13 indicações. Star Wars: Os Últimos Jedi ficou com 3.

Logan concorre à Melhor Roteiro Adaptado, depois de ser anunciado ao prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Guardiões da Galáxia Vol. 2 disputa a estatueta de Melhor Efeitos Visuais e Margot Robbie a de Melhor Atriz por I, Tonya.

Melhor Filme

Me Chame Pelo Seu Nome
O Destino de Uma Nação
Dunkirk
Corra!
Lady Bird – É Hora de Voar
Trama Fantasma
The Post – A Guerra Secreta
A Forma da Água
Três Anúncios Para um Crime

Melhor Direção

Dunkirk – Christopher Nolan
Corra! – Jordan Peele
Lady Bird – É Hora de Voar – Greta Gerwig
Trama Fantasma – Paul Thomas Anderson
A Forma da Água – Guillermo del Toro

Melhor Atriz

Sally Hawkins – A Forma da Água
Frances McDormand – Três Anúncios Para um Crime
Margot Robbie – I, Tonya
Saoirse Ronan – Lady Bird: É Hora de Voar
Meryl Streep – The Post: Guerra Secreta

Melhor Ator

Timotheé Chalamet – Me Chame Pelo Seu Nome
Daniel Day Lewis – Trama Fantasma
Daniel Kaluuya – Corra!
Gary Oldman – O Destino de Uma Nação
Denzel Washington – Roman J. Israel

Melhor Ator Coadjuvante

Willem Dafoe – Projeto Flórida
Woody Harrelson – Três Anúncios para um Crime
Richard Jenkins – A Forma da Água
Christopher Plummer – Todo o Dinheiro do Mundo
Sam Rockwell – Três Anúncios Para um Crime

Melhor Atriz Coadjuvante

Mary J. Blige – Mudbound
Allison Janney – I, Tonya
Laurie Metcalf – Lady Bird
Octavia Spencer – A Forma da Água
Lesley Manville – Trama Fantasma

Melhor Roteiro Original

Doentes de Amor
Corra!
Lady Bird
A Forma da Água
Três Anúncios Para um Crime

Melhor Roteiro Adaptado

Artista do Desastre
Me Chame Pelo Seu Nome
Logan
Molly’s Game
Mudbound

Melhor Animação

Poderoso Chefinho
Viva – a Vida é uma Festa
Touro Ferdinando
Com Amor, Van Gogh
The Breadwinner

Melhor Documentário em Curta-Metragem

Edith+Eddie
Heaven is a Traffic Jam on the 405
Heroin(e)
Kayayo: The Living Shopping Baskets
Knife Skills
Traffic Stop

Melhor Documentário em Longa-Metragem

Abacus: Small Enough to Jail
Faces Places
Icarus
Last Men in Aleppo
Strong Island

Melhor Filme Estrangeiro

Uma Mulher Fantástica (Chile)
The Insult (Líbano)
Loveless (Rússia)
The Square (Suécia)
On Body and Soul (Hungria)

Melhor Curta-Metragem

DeKalb Elementary
The Eleven O’Clock
My Nephew Emmett
The Silent Child
Watu Wote/All of Us

Melhor Curta em Animação

Dear Basketball
Garden Party
Lou
Negative Space
Revolting Rhymes

Melhor Canção Original

“Remember Me” – Viva: a Vida é uma Festa
“This is Me” – O Rei do Show
“Mighty River” – Mudbound
“Mystery of Love” – Me Chame Pelo Seu Nome
“Stand Up for Something” – Marshall

Melhor Fotografia

Blade Runner 2049 – Roger Deakins
O Destino de Uma Nação – Bruno Delbonnel
Mudbound – Rachel Morrison
Dunkirk – Hoyte van Hoytema
A Forma da Água – Dan Laustsen

Melhor Figurino

A Bela e a Fera
Destino de uma Nação
Trama Fantasma
A Forma da Água
Victoria e Abdul – o Confidente da Rainha

Melhor Maquiagem e Cabelo

O Destino de Uma Nação
Extraordinário
Victoria e Abdul – o Confidente da Rainha

Melhor Mixagem de Som

Em Ritmo de Fuga
Blade Runner 2049
Dunkirk
A Forma da Água
Star Wars – Os Últimos Jedi

Melhor Edição de Som

Em Ritmo de Fuga
Blade Runner 2049
Dunkirk
A Forma da Água
Star Wars – Os Últimos Jedi

Melhores Efeitos Visuais

Blade Runner 2049
Guardiões da Galáxia Vol.2
Kong – A Ilha da Caveira
Star Wars – Os Últimos Jedi
Planeta dos Macacos – A Guerra

Melhor Design de Produção

A Bela e a Fera
Blade Runner 2049
O Destino de Uma Nação
Dunkirk
A Forma da Água

Melhor Montagem

Em Ritmo de Fuga
Dunkirk
I, Tonya
A Forma da Água
Três Anúncios Para um Crime

Melhor Trilha Sonora

Dunkirk
Trama Fantasma
A Forma da Água
Star Wars – Os Últimos Jedi
Três Anúncios Para um Crime

A cerimônia acontece no dia 4 de março.