O The Hollywood Reporter revelou com exclusividade, que a Paramount decidiu engavetar o Star Trek do cineasta Noah Hawley.
De acordo com o THR, a produtora decidiu colocar a produção de escanteio, devido a sua trama, que seria centrada em um vírus mortal que estava matando diversos planetas. Obviamente, a decisão foi feita devido a atual pandemia do coronavírus.
Também foi revelado, que a produção de Quentin Tarantino não está mais em desenvolvimento e teria uma abordagem das obras da década de 30. Atualmente, Star Trek 4 é a prioridade da Paramount.
O capitão Kirk e a tripulação da USS Enterprise viajam para explorar novos mundos e procurar novas civilizações. Diz a sinopse do seriado.
Durante a sua participação no podcast 3 Girls, 1 Keith; revelou o motivo de ter desistido de fazer um filme do Luke Cage e revelou que queria Laurence Fishburne no papel do herói.
“Todos meus amigos me disseram ‘não, não, cara. Precisa ser o Wesley Snipes’. Eu respondi ‘olha, gosto dele, mas Laurence Fishburne é praticamente o Marlon Brando. Quer dizer, ele é o cara’”.
Originalmente, a produção seria lançada na década de 90.
Luke Cage é um dos heróis da Marvel Comics que patrulham as ruas de Nova York. Sua principal habilidade, é a sua pele indestrutível e super força, que foram adquiridas após um experimento traumático.
Para futuras informações a respeito de Luke Cage, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Em uma entrevista exclusiva para o Deadline, o cineasta Quentin Tarantino reforçou que não deve dirigir a sua versão da franquia Star Trek.
“Acho que eles poderiam fazer esse filme, mas não acho que vou dirigir. É uma boa ideia. Eles definitivamente devem fazê-lo e ficarei feliz em participar e sugerir algumas notas sobre o primeiro corte”.
O último filme da franquia, foi Star Trek: Sem Fronteiras, lançado em 2016 com direção de Justin Lin. O longa-metragem de Tarantino seria para maiores e contaria com o retorno de todo o elenco do reboot.
Tarantino é um cineasta, roteirista, produtor e ator americano. Alcançou a fama rapidamente no início da década de 1990 por seus roteiros não-lineares, uso de violência gráfica, diálogos ricos e diversos, com uma mistura irônica de humor e violência.
Para futuras informações a respeito da franquia Star Trek, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Em uma entrevista para o Consequence of Sound, o cineasta Quentin Tarantino afirmou que está se afastando da sua versão cinematográfica da franquia Star Trek.
“Estou me afastando do projeto, mas ainda não tive nenhuma conversa oficial. Era Uma Vez em Hollywood é o meu filme final. Então aliviei essa pressão interna de deixar uma última grande mensagem.”
O último filme da franquia, foi Star Trek: Sem Fronteiras, lançado em 2016 com direção de Justin Lin. O longa-metragem de Tarantino seria para maiores e contaria com o retorno de todo o elenco do reboot.
O último filme da franquia, foi Star Trek: Sem Fronteiras, lançado em 2016 com direção de Justin Lin. O ator Zachary Quinto, que da vida ao Spock nos novos filmes da sage, revelou que todo o elenco do reboot retornará para o filme de Quentin.
Para futuras informações a respeito de Star Trek, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Em uma entrevista para o Collider, o cineasta Quentin Tarantino afirmou que possui ideias para Kill Bill 3 e que recentemente se encontrou com a atriz Uma Thurman para discutir a ideia da sequência.
“Eu e Uma conversamos sobre isso recentemente, para falar a verdade. Preciso pensar nisso com calma, já que essa discussão aconteceu há uma semana. Se qualquer um dos meus filmes for ganhar uma sequência, será um terceiro Kill Bill”.
Tarantino é um cineasta, roteirista, produtor e ator americano. Alcançou a fama rapidamente no início da década de 1990 por seus roteiros não-lineares, uso de violência gráfica, diálogos ricos e diversos, com uma mistura irônica de humor e violência.
A Noiva (Uma Thurman) é uma perigosa assassina que trabalhava em um grupo, liderado por Bill (David Carradine), composto principalmente por mulheres. Grávida, ela decide escapar dessa vida de violência e decide se casar, mas no dia da cerimônia seus companheiros de trabalho se voltam contra ela, quase a matando. Após cinco anos em coma, ela desperta sem um bebê e com um único desejo: vingança. A Noiva decide procurar, e matar, as cinco pessoas que destruiram o seu futuro, começando pelas perigosas assassinas Vernita Green (Vivica A. Fox) e O-Ren Ishii (Lucy Liu). Diz a sinopse do primeiro filme.
Para futuras informações a respeito de Kill Bill 3, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Em entrevista ao JOE.ie, Brad Pitt e Margot Robbie disseram que adorariam participar do Star Trek de Quentin Tarantino.
“Com certeza sim!”,Brad Pitt falou com total empolgação.
“Eu faria qualquer coisa que Tarantino está fazendo”, declarou Margot Robbie.
O novo longa de Star Trek comandado por Tarantino, será para maiores e fará parte do mesmo universo da trilogia de J. J. Abrams.
O último filme da franquia, foi Star Trek: Sem Fronteiras, lançado em 2016 com direção de Justin Lin. O ator Zachary Quinto, que da vida ao Spock nos novos filmes da sage, revelou que todo o elenco do reboot retornará para o filme deQuentin.
Star Trek de Quentin não possui data de lançamento.
Atenção, essa matéria contém pequenos spoilers de Era Uma Vez… Em Hollywood.
Em uma entrevista para o Hollywood Reporter, Quentin Tarantino afirmou que não descarta a possibilidade de seu último e décimo filme ser uma obra de horror.
“Se eu pensar em uma ideia ótima para um filme de terror, a farei como meu décimo filme. Eu amo filmes de terror. Eu adoraria fazer um filme de terror. E eu até acho que a sequência no Rancho Spahn [de Era Uma Vez em Hollywood] é o mais perto de uma cena de terror. Eu acho vagamente assustadora. E eu nem tinha percebido o quão boa era até o meu montador me falar. Ele disse, ‘a sequência no Rancho Spahn é um filme de terror. É O Massacre da Serra Elétrica com maior orçamento”.
Tarantino é um cineasta, roteirista, produtor e ator americano. Alcançou a fama rapidamente no início da década de 1990 por seus roteiros não-lineares, uso de violência gráfica, diálogos ricos e diversos, com uma mistura irônica de humor e violência.
Para futuras informações a respeito de Quentin Tarantino, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
É realmente difícil ter que falar sobre essa obra sem suspirar, ou não querer empolgadamente falar das cenas favoritas. Acho que esse é algo que poderia ser chamado de “Efeito Tarantino“; é quando você, mesmo depois de dias, ainda não consegue assimilar o que viu e viveu ao ver o filme. Antes de começarmos, uma coisa deve ser explicada sobre ‘Era uma Vez em… Hollywood‘, isso não é uma biografia. É um filme do Tarantino. “É O filme do Tarantino!”, como diria minha cabeça ao terminar esse longa.
O filme se situa no ano de 1969, contando as tramas de Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), Sharon Tate (Margot Robbie) e Cliff Booth (Brad Pitt). Os personagens de DiCaprio e Pitt são dois grande amigos que trabalham juntos no ramo de cinema e televisão, e nisso damos início ao filme. Rick ao lado de Cliff, seu dublê, busca a fama de ser uma estrela, o que os acaba levando aos assassinatos realizados por Charles Manson na época. Assim, somos apresentados a Sharon Tate, que acaba de se mudar com seu marido, Roman Polanski, para Los Angeles. Com sua junção de fantasia e realidade, nós temos aqui uma história fantástica.
Provavelmente, esse é o longa mais puxado para o humor dramático que Quentin já dirigiu em sua carreira, e também um dos com menos violência (mas não se assuste, o filme tem partes de violência muito bem dirigidas). Também já vimos algo que o diretor fez em “Bastardos Inglórios“, juntando a realidade e a ficção, e isso merece reconhecimento. O filme consegue transitar entre ‘filme de época’ e a visão do Tarantino. Na medida que temos movimentos de câmeras mais usados da época, gírias e tudo remetente aos anos 60, ainda temos a fotografia, os diálogos e piadas que apenas ele poderia ter criado, e lógico, várias cenas com pés.
O desenrolar do filme funciona muito bem, a motivação de cada personagem, suas personalidades, tudo é muito bem desenvolvido. Por mais que no segundo ato do filme o roteiro acabe ficando um pouco mais arrastado, não quer dizer que faça perder qualidade, é nesse momento onde temos as partes mais importantes para o final, e onde entramos mais na cabeça e na história de cada personagem. Em todos os atos, a diversão é algo que não falta e poder ver a progressão de cada trama é eletrizante e curioso.
Um dos feitos mais impressionantes do filme são as atuações, todos os atores estão dando o seu melhor. Enquanto DiCaprio consegue passar a dor de um ator fracassado, Brad Pitt consegue passar a imagem de um dublê misterioso e durão. Mas, a única crítica aqui vai pelo fato de não terem usado do magnifico talento da Margot Robbie, que apenas ganha suas falas após a uma hora de filme. Sendo que o filme tem como base o caso do assassinato de Sharon Tate, durante a primeira hora de filme nós apenas vemos a atriz sendo admirada, sem ter um impacto; praticamente usada só para mostrar a sensualidade de Sharon, que foi a sex symbol dos anos 60.
Talvez possa ter sido uma forma de falar do cinema da época, ou da forma em que a mulher era retratada, mas mesmo assim, é triste ver a Margot não podendo mostrar todo seu talento. Em suma, um baita espetáculo de atuação, praticamente uma aula de um elenco de peso como esse. Até mesmo os personagens secundários e alívios-cômicos conseguem um destaque com suas atuações.
Não podemos esquecer da parte técnica do filme, que foi feita majestosamente. A fotografia do filme, como já mencionada, usa de cenários, ângulos e movimentos que remetem a outras obras dos anos 60, mas também é possível ter a visão do diretor nelas. Com imagens lindas que possuem de cores vibrantes, contraste e chamativas; literalmente um ”every frame a painting”.
Sobre a trilha-sonora, simplesmente fantástica e selecionada. Com músicas da época, o filme cria uma atmosfera que faz o espectador entrar para o mundo do filme, e todas conseguem tornar as cenas momentos mais memoráveis ainda. Em certos momentos, a trilha sonora é também utilizada para a transição de cenas, que funciona perfeitamente bem, e deixa um toque especial.
A maestria por parte do Tarantino e sua equipe técnica fazem com que o nível do filme se eleve cada vez mais, cena após cena, é impossível não se apaixonar pela fotografia, ou não ficar com vontade de dançar ao escutar músicas tão icônicas.
Em conclusão, Era uma Vez em… Hollywood é um filme que respeita a base da sua história, que consegue cativar o espectador até o final e que ao mesmo tempo consegue entreter. Um filme que tem sua visão própria, mas que ao mesmo tempo consegue remeter aos clássicos da época, o nono filme de Quentin Tarantino é uma grande obra, e eu poderia dizer que uma das suas melhores, que até mesmo com suas falhas, tem seu encanto único.
“Era uma Vez em… Hollywood” chega aos cinemas brasileiros dia 15 de agosto.
Em uma entrevista para o GQ Austrália, o cineasta Quentin Tarantino reafirmou que se aposentará após o seu décimo filme, sendo o nono, Era Uma Vez em Hollywood.
“Acho que quando falamos sobre longas-metragens, eu cheguei ao fim da estrada. Me vejo escrevendo livros e começando a escrever peças teatrais, então ainda me manterei criativo. Mas acho que já entreguei tudo o que tinha para entregar aos filmes.”
Tarantino é um cineasta, roteirista, produtor e ator americano. Alcançou a fama rapidamente no início da década de 1990 por seus roteiros não-lineares, uso de violência gráfica, diálogos ricos e diversos, com uma mistura irônica de humor e violência.
Um ator de televisão e seu dublê embarcaram em uma odisséia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles. A sinopse oficial ainda não foi divulgada.
Foi liberado um novo cartaz de Era Uma Vez em Hollywood, filme dirigido por Quentin Tarantino e protagonizado por Brad Pitt e Leonardo DiCaprio.
Um ator de televisão e seu dublê embarcaram em uma odisséia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles. A sinopse oficial ainda não foi divulgada.