Segundo informações da Variety, o cineasta Edgar Wright será o diretor da nova adaptação cinematográfica de O Concorrente, filme que será baseado na obra homônima de Stephen King.
Simon Kinberg será o produtor. A Paramount Pictures também irá produzir, e ficará encarregada de distribuir o longa-metragem.
Será o segundo filme de O Concorrente, sendo O Sobrevivente, de 1987, o primeiro.
O Concorrente é uma ficção científica que se passa em 2025, ano em que ter uma televisão é obrigação determinada na lei. A GratuiTV é o ópio de uma sociedade em que as diferenças entre pobres e ricos se acentuaram num nível abissal, e a programação é dominada pelos reality shows onde os participantes arriscam tudo, incluindo a própria vida.
O Discussing Filme revelou que o cineasta Simon Kinberg, está desenvolvendo uma série de ficção para o Apple TV.
A obra será a mais cara do serviço de streaming, uma vez que será rodada no Reino Unido,Japão, Nova York e Jordan. Até o momento, o nome do seriado está sendo mantido em sigilo, entretanto, a produção está usando Ray James como codinome.
Audrey Chon, Chad Freehan e Amy Kaufman farão a produção executiva da série com Simon Kinberg e David Weil, que também serão responsáveis pelo roteiro. Jakob Verbruggen será o diretor do piloto e a primeira temporada terá 10 episódios.
Simon Kinberg é roteirista, diretor e produtor de cinema norte-americano nascido na Inglaterra. Ganhou notoriedade após produzir e roteirizar os filmes da franquia X-Men.
Poderia iniciar esse artigo ridicularizando o fato de que a FOX tentou adaptar mais uma vez a Saga da Fênix Negra. Porém, eu preciso discordar. Não porque eu vivo para isso, mas há uma hipérbole negativa em torno das reações ao novo filme dos mutantes. X-Men: Fênix Negra é um bom filme.
Apesar de gerar desconfiança imediata por ter contratado Simon Kinberg (O Confronto Final) como roteirista e diretor, esse sentimento se esvai a partir dos 20 minutos iniciais. Pois os X-Men agem como X-Men. A primeira cena de um filme sempre deve definir sua atmosfera e Fênix Negra se mantém firme em seu drama e sua tragédia.
Grande parte disso se deve às intenções de Kinberg em querer aproximar a obra da maturidade e do realismo proporcionado por Logan. É algo a ser apreciado, pois X-Men: Fênix Negra dá um dedo-do-meio constante à suavização, ao humor em momentos dramáticos, extremamente corriqueiros em filmes do subgênero. Eu sou grato por isso.
Não apenas a coragem de Kinberg em querer se distanciar o máximo dos filmes de HQs deve ser notada, como também a sua direção. Acredito que a obra se beneficiaria ainda mais de sua proposta crua, caso fosse para maiores. Pois as cenas de ação, extremamente bem dirigidas e executadas com muito estilo, são extremamente violentas. Kinberg não liga para as crianças e faz do seu terceiro-ato, um trem desgovernado poderoso, criativo, apesar das suas limitações.
A trilha sonora também contribui para o ritmo frenético da produção. Composta por Hans Zimmer, a música é fantástica, cósmica, trágica, densa e tensa. Há uma verdadeira aliança entre a direção e a musicalidade, o que conta como mais um ponto positivo para esse filme tão odiado. Há um frescor constante durante os 114 minutos. Porém, admito, nem tudo são flores.
Apesar de conseguir contar sua história bem, o cineasta precisa aprimorar sua direção com atores, destacados, mais pelo seus talentos do que pela coordenação. Alguns diálogos soam estranhos e em alguns momentos ,expositivos, mas não é motivo para crucificação, pois não falha em manter o interesse do espectador e consegue progredir tematicamente, mesmo razoavelmente.
Os antagonistas, o fator menos pé no chão da obra, são simplesmente desnecessários. O real conflito deveria ser entre os mutantes. A aproximação com o lado cósmico do material-base foi um erro. Além disso, o Ciclope (Tye Sheridan) é jogado para escanteio e não influencia diretamente no plot. Uma pena, pois A Saga da Fênix Negra é sobre Scott e Jean, mas o filme é decente em contar uma história sobre Xavier e Grey.
Em relação às performances, Sophie Turner realmente impressiona como Jean Grey e em transmitir dualidade emocional, conseguindo dividir o talento em tela com A Primeira Classe. Fassbender como Magneto está mais auto-consciente, MacAvoy explora um lado mais sujo do Professor-X, Lawrence apresenta uma progressão coerente como Mística, tal qual Hoult, como Fera. O resto do elenco é bom, mas o destaque dramático fica por conta do quinteto.
O real inimigo de X-Men: Fênix Negra é o estúdio. Conforme noticiado, originalmente, o filme seria mais longo e o desfecho seria mais grandioso, provavelmente, explorando mais os seus personagens. Porém, o resultado final é surpreendentemente tenso, divertido e decente. É uma conclusão satisfatória para franquia.
Um fracasso é bem doloroso para toda uma equipe e reflete bastante nos próximos passos para alguma franquia. O mais recente caso é com o mais recente filme da franquia dos mutunas.
Numa entrevista recente para o The Business, o diretor Simon Kinberg compartilhou o seu pensamento sobre o que deu errado.
”Eu realmente gosto muito do filme e tive um tempo maravilhoso fazendo-o. Estou aqui dizendo que quando um filme não funciona, coloque a culpa em mim. Eu sou o roteirista e diretor, se o filme não conectou com o público, isso é comigo.”
Há muito sobre o que pensar em relação a estreia original para o longa, porém Simon está tentando não insistir nisso.
”Quero dizer honestamente, não há como saber. E isso é o que eu acho que pode deixar as pessoas loucas e mantê-las a pensar sobre o fracasso de um filme anos depois. Se a lição que você aprendeu é que teve uma data errada ou não teve um bom marketing – isso não é uma lição.”
Kinberg assumiu a direção pela primeira vez em Fênix Negra e durante sua trajetória na franquia, foi produtor e roteirista.
X-Men: Fênix Negra segue com inexpressivos R$148,8 milhões mundialmente.
Durante uma entrevista, Simon disse a respeito sobre o rumo que a franquia tomará após Fênix Negra.
”Eu vejo isso como um novo capítulo. Vejo a franquia indo rumo à uma direção diferente e isso não significa que o próximo terá o mesmo tom, apenas que o próximo terá algo distinto. Acho que por muitos anos, os X-Men, Bryan Singer realmente transformou o gênero de super-heróis quando o primeiro saiu. Isso é quase há 20 anos. E naquela época, os filmes do gênero não eram muitos populares, na verdade. Houve alguns fracassos em meados dos anos 90 e também não teve muitos filmes de heróis, se houve algum, os X-Men foram revolucionários em seu momento.”
Ele continuou.
”Mas isso foi há 20 anos e acho que realmente senti que era hora de realmente mudar o visual, a sensação, o tom e a vibração desses filmes. Isso não significa que este é o único a seguir, apenas significa que se sou eu ou quem dirige o próximo, você pode fazer diferente e você tem que fazer diferente.”
X-Men: Fênix Negra será lançado em 7 de junho de 2019.
Nesta sexta-feira (7) aconteceu o painel da FOX na atual edição da CCXP e contou com a presença de Simon Kinberg, diretor de Fênix Negra. Durante a conversa, ele revelou que Feige revisou o roteiro da próxima aventura dos mutunas. Só que também informou que não terá nenhuma conexão com o MCU.
A atual fusão entre a Fox e Disney segue em sua fase final e tendo uma previsão de conclusão ainda em 2019. Isso significa que os vindouros projetos da Fase IV em diante contará com a presença dos X-Men e Quarteto Fantástico.
Jessica Chastain e Sophie Turner também estavam presentes no painel, e Jessica falou sobre a sua participação no longa:
”Amei interpretar uma líder de outro mundo. Eu posso falar alienígena? Adorei interpretar uma alienígena e foi muito divertido. A maioria das minhas cenas foram com a Sophie Turner. Tive muito tempo com ela e gostei do modo como as cenas foram feitas.”
Chastain continuou:
”O que posso dizer sobre quem interpreto é que sei da existência desse mistério em torno dela, porém é por uma boa causa. Posso dizer que ela é muito forte e encoraja Jean a abraçar seu poder e força. E também… será que posso falar isso? Vou dizer! Lutei contra todos os X-Men no filme. Sou muito durona, então foi divertido.”
Fênix Negra seguirá com as aventuras da equipe da atual franquia tendo que lidar com a transformação de Jean Grey na personagem-título e correndo contra o tempo para evitar a destruição de tudo que existe.
Sophie Turner, Jessica Chastain e o diretor Simon Kinberg , virão ao Brasil para promover o longa X-Men: Fênix Negra, que estreia em 7 de Junho do ano que vem em todos os cinemas brasileiros. As atrizes e o cineasta estarão presentes no dia 7 de Dezembro durante a CCXP 2018. Turner, Chastain e Kinberg apresentarão apenas o painel do longa e não terão sessão de fotos e autógrafos com os fãs.
Ambientado em 1992, Charles Xavier (James McAvoy) está lidando com o fato dos mutantes serem considerados heróis nacionais. Com o orgulho a flor da pele, ele envia sua equipe para perigosas missões, mas a primeira tarefa dos X-Men no espaço gera uma explosão solar, que acende uma força malévola e faminta por poder dentro de Jean Grey (Sophie Turner).
Para futuras informações, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância!
Durante um recente bate-papo com o Cinema Blend, o produtor Simon Kinberg admitiu que o sangue coletado pelos funcionários da Essex Corp. na cena pós-créditos de X-Men: Apocalipse de fato criou a aventura final de Wolverine.
Sem a aparição do vilão em Logan, o que poderemos esperar dele no futuro? Simon respondeu que estão considerando introduzi-lo no universo compartilhado dos mutantes.
”A resposta curta é sim”, disse Kinberg quando perguntado se Sinistro faria grandes aparições futuramente. ”Nós adoraríamos vê-lo e acho que ele é um dos grandes vilões inexplorados no Universo X-Men, e temos planos para apresentá-lo ao mundo.”
Nos quadrinhos, Nathaniel Essex foi um importante cientista na Inglaterra do século XIX que previu uma grande mutação. Certo de que as pesquisas de Charles Darwin eram provas de suas próprias teorias, tenta convencer os cientistas londrinos de suas ideias, mas é rejeitado e tachado de louco. É quando surge o Apocalipse, desperto de seu sono milenar, e diz acreditar em Essex. Ao mesmo tempo, Ciclope e Jean, viajando no tempo, chegam para combater o Apocalipse e encontram a esposa e as experiências de Essex, testemunhando a tragédia pessoal deste com a perda de seu filho e a morte de sua esposa. En Sabah Nur então, começa o processo de transformação do cientista inglês em Senhor Sinistro.
A 20th Century Fox tem em desenvolvimento atualmente: Deadpool 2, Novos Mutantes, Gambit e X-Men: Supernova.
De acordo com informações do Collider, Simon Kinberg está em negociação para dirigir o próximo filme dos X-Men. Kinberg é produtor executivo da franquia desde X-Men: Primeira Classe. Seria sua estreia como diretor.
Simon Kinberg já produziu também as séries Designated Survivor, Star Wars Rebels e Legion, além de filmes como Elysium, Cinderela, Perdido em Marte, Deadpool e Logan.
Ele escreveu o roteiro para uma história focada na conhecida saga da Fênix Negra. Caso seja esse o foco do filme, o nome de Sophie Turner já seria certo no papel da mutante Jean Grey, que fez sua estreia em X-Men: Apocalipse.
Além desse projeto, a franquia dos mutantes ainda tem em produção: Os Novos Mutantes, Deadpool 2 e Gambit.
O produtor Simon Kinberg confirmou que o próximo filme dos X-Men, após X-Men: Apocalipse, será ambientado nos anos 1990.
“Nossa próxima produção dos mutantes acontecerá na década de 1990.”, disse Simon Kinberg em entrevista ao ComingSoon.
A cada filme, a Fox tem avançado uma década. X-Men: Primeira Classe passa-se nos anos 1960, período do lançamento dos quadrinhos dos mutantes. X-Men:Dias de Um Futuro Esquecido ocorre nos anos 1970. X-Men: Apocalipse vai acontecer nos anos 1980.
Kinberg não foi inteiramento claro qual seria o próximo com acontecimentos nos anos 1990. Ele pode estar se referindo à um novo filme dos X-Men, ou ao spinoff da franquia confirmado, os Novos Mutantes.
Os quadrinhos dos X-Men tiveram um boom comercial durante os anos 1990, seguindo os novos visuais criados por Jim Lee, que se tornaram base para uma série de TV de animação de muito sucesso. Esses traços continuando sendo usados até hoje.
O futuro filme dos Novos Mutantes vai apresentar uma série de novidades, um grupo com super-poderes, incluindo: Magia, Lupina, Miragem, Míssil, Mancha Solar, e Warlock. A produção terá também a Tempestade (Alexandra Shipp) (que fará sua estreia em X-Men: Apocalipse) e o Professor Charles Xavier (James McAvoy), interpretando papéis importantes.