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Survive | Veja trailer da nova série sobre sobrevivência com Sophie Turner

Mais uma plataforma de streaming estará chegando para entreter as pessoas em abril e se chamará Quibi. Seu objetivo é conteúdo rápido (não tomando muito espaço na agenda dos assinantes) que possa ser consumido pelo celular (smartphones) e lançando séries junto com produções exclusivas.

Um dos materiais aguardados será Survive, primeira série com Sophie Turner após o final de Game of Thrones. Confira o trailer abaixo.

https://www.youtube.com/watch?v=t0aU0BzlBtI&feature=emb_title

Uma jovem suicida sobrevive a um acidente de avião. Agora, ela precisará sobreviver no meio da floresta com a ajuda de outro sobrevivente (Corey Hawkins).

A série é inspirada na obra de mesmo nome de Alex Morel e terá duração de 10 minutos em seus episódios.

Quibi será lançada em 6 de abril.

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Os dez piores filmes de 2019

É inegável que o ano de 2019 foi grandioso para o cinema, apresentando não só produções excelentes como também péssimos longas-metragens.  Pensando nisso, a equipe de redação da Torre decidiu preparar duas listas, uma expondo os melhores filmes do ano que passou e esta, mostrando os piores longas de 2019. Vale lembrar que esta lista apresenta a minha própria opnião a respeito e envolve apenas os blockbusters do ano.

10) Vidro – M. Night Shyamalan

Vidro é um suspense lançado em 17 de Janeiro de 2019, sendo o terceiro filme da trilogia iniciada em 2000 com Corpo Fechado e como continuação de Fragmentado. A trama gira em torno de David Dunn, personagem vivido por Bruce Willis, caçando a Fera, interpretada por James McAvoy. No desenrolar da trama, os dois acabam se encontrando em uma instituição psiquiátrica junto com Sr. Vidro, personagem de Samuel L. Jackson. Na instituição, os três são estudados por uma psiquiatra que acredita que eles apresentem um delírio de grandeza.

Por mais que o filme seja bem dirigido e que a premissa do filme seja interessante ao juntar os três personagens para explorar seu perfil psicológico, o longa se perde em seu terceiro ato querendo deixar o suspense de lado para se tornar mais um filme de super-herói, com um plot raso e um final que deixa a desejar. Entretanto, por mais que tenha esse defeito, o elenco trabalha bem e Anya Taylor-Joy se apresenta como um dos destaques do longa.

9) Hellboy – Neil Marshall

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Hellboy ganhou um reboot em 2019 – antes dirigido de forma excepcional por Guillermo del Toro, agora foi a vez de Neil Marshall comandar o personagem. O longa adapta quatro histórias em quadrinhos do personagem e sua trama gira em torno do retorno da vilã de Nimue, interpretada por Milla Jovovich. Com seu possível retorno e sua ameaça de destruir a vida na Terra, Hellboy é convocado para evitar que isso ocorra.

Por se tratar de um reboot foi bem pretensioso tentar adaptar um arco tão grandioso, criando um problema no ritmo do longa. Além disso, a direção torna um roteiro que aparentemente é simples ser complexo nas telas com sequências de eventos confusas e fora da ordem cronológica. Outro grande problema é o excesso de piadas fora de hora, quebrando o clima (já mal estabelecido) do longa. Por mais que David Harbour se apresente como um bom Hellboy e que o longa apresente bons efeitos visuais, o filme se perde muito ao querer cumprir mais do que um reboot deveria, comprometendo sua qualidade e se tornando facilmente um dos piores filmes do ano.

8) O Rei Leão – Jon Favreau

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A versão live-action de O Rei Leão, por mais que apresente a mesma trama que o desenho e as excelentes músicas interpretadas por Donald Glover e por Beyoncé, acaba quebrando a parte emocional da trama original ao mostrar na tela personagens em CGI sem nenhuma expressão. Foi uma adaptação desnecessária onde seria mais fácil relançar o desenho nos cinemas do que criar uma versão que não traga nenhum sentimento ou emoção ao telespectador. Eu, como fã apaixonado do desenho, não senti absolutamente nada assistindo ao filme.

Aladdin, também lançado esse ano, poderia ser um exemplo de que existem filmes certos para serem adaptados em live-action enquanto outros não deveriam nem ser cogitados para isso. Entretanto, com alguns acréscimos em relação a trama original, também prova ser um erro ser adaptado de tal forma.

7) X-Men: Fênix Negra – Simon Kinberg

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Dirigido e escrito por Simon Kinberg, a trama gira em torno de Jean Grey (Sophie Turner). Após um acidente durante uma missão no espaço, a mutante se apresenta fora de controle e com seus poderes ampliados. Com isso, cabe a Charles Xavier e o resto dos X-Men ajudar Jean a se recompor, enquanto Magneto quer matar a mutante. O roteiro é repleto de falhas: além do erro de cronologia (pelo qual a franquia é extremamente famosa), ele erra em não saber desenvolver nenhum personagem. O foco da trama é a Grey, e nem ela o roteiro consegue desenvolver – o que resulta em um filme sem emoção, mesmo nos momentos que deveria criar algum sentimento no telespectador.

Com essa falta de desenvolvimento, toda a história perde o sentido e todos se tornam coadjuvantes, até mesmo a personagem que carrega o filme. Outro grande problema é a insistência na fórmula do Magneto, onde o mesmo se apresenta como herói, se torna vilão e depois muda de lado novamente. Essa fórmula já enjoou em Apocalipse, e parece que novamente eles não aprenderam. O único destaque do filme é a Sophie Turner, que atua de forma excelente e passa o sentimento e o emponderamento da personagem de forma única – entretanto, o desenvolvimento porco da trama consegue também estragar isso. X-Men: Dark Phoenix é uma decepção e consegue ser pior do que X-Men 3: O Confronto Final. Personagens mal desenvolvidos, uma trama enrolada e apresentada de forma apressada que ficou parecendo um trabalho escolar feito durante a véspera da apresentação.

6) Malévola 2: A Dona do Mal – Joachim Rønning

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Em resumo, Malévola 2 é uma continuação desnecessária de um bom filme. A trama gira em torno do casamento de Aurora com Philip, onde a mãe do príncipe não aceita tão bem Malévola e é a vilã da história.

O filme apresenta um roteiro extremamente fraco e raso que não aproveita o talento das atrizes de peso (Angelina Jolie e Michelle Pfeiffer) presentes no longa. O primeiro filme, lançado em 2013, apresentou uma trama boa e um final adequado – o que deixa claro que sua sequência foi feita visando apenas ao lucro.

5) Annabelle 3: De Volta para Casa – Gary Dauberman

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Bom, Invocação do Mal é a melhor franquia de terror atual – créditos a James Wan, que dirige o filme com uma qualidade absurda e de seus enredos. Como toda franquia que gera lucro, há spin-offs desnecessários e assim como os dois filmes anteriores da boneca possuída e A Freira, Annabelle 3 não poderia ser outro caso.

O longa se passa após os Warren deixarem a boneca no porão de sua casa. Após isso, as amigas curiosas vão mexer nas coisas e liberam o espírito – não só da boneca, como de diversos itens de lá. Mas o filme é tão ruim que você chega a dar risada das situações que eram pra dar medo. Não tem história e também não tem momentos que causem medo ou sustos, apenas risadas do quão patético é esse filme. Nem a presença de Patrick Wilson e de Vera Farmiga como os Warren salva o filme do fracasso.

4) The Silence – John R. Leonetti

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A produção original da Netflix não passa de uma cópia barata do bem sucedido A Quiet Place. A trama é bem semelhante, a família precisa sobreviver em um mundo dominado por monstros que são atraídos por sons. O roteiro apresenta situações preguiçosas para dar tensão ao filme e a direção é péssima, não sabendo lidar com a construção da trama, com o desenvolvimento dos personagens e nem trabalhar com a criação da tensão ao telespectador.

3) Rambo: Last Blood – Adrian Grunberg

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Stallone precisa entender que já está velho para reviver seus personagens antigos de filmes de ação, e até mesmo para fazer um filme de ação com a mesma fórmula que fazia antigamente. Os tempos são outros, e ninguém mais se sente atraído por um filme nesse nível, ainda mais quando alguém que interpreta já deveria estar aposentado. Rambo: Last Blood é uma tentativa de reviver um dos seus personagens mais famosos e conhecidos, forçando uma história com um roteiro preguiçoso para dar justificativa a cenas de ação sem pé nem cabeça e a momentos de extrema xenofobia contra o povo mexicano.

É uma desculpa para a violência gratuita, mas mais do que isso, uma tentativa fracassada de reviver um personagem que já morreu, e que se alguém sentir saudades, basta rever os filmes antigos – que apresentam uma boa qualidade cinematográfica e justificativa para existir, visto que a trama é boa e baseada no livro de mesmo nome.

2) Esquadrão 6 – Michael Bay

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Mais uma produção original da Netflix na lista, sendo o fruto das fantasias mais delirantes de Michael Bay. A trama gira em torno do personagem de Ryan Reynolds, um bilionário que decide reunir um grupo de pessoas para derrubar forças ditatoriais ao redor do globo. Para isso, cada membro simula sua própria morte para fazer parte dessa missão. A proposta é até interessante porém se perde em um roteiro preguiçoso, uma direção porca e uma edição horrível repleta de cortes desnecessários onde até a trilha sonora sofre nisso.

O roteiro é tão raso que parece que não existe, a edição é extremamente preguiçosa e o diretor usa e abusa das explosões e dos efeitos especiais. Em suma, parece que o filme foi feito apenas para agradar o diretor e realizar o seu maior feitiche.

Clique aqui para ler a crítica completa.

1) Cats – Tom Hooper

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Em primeiro lugar, está o filme mais bizarro do ano: Cats. Primeiramente o musical da broadway é bom mas não merecia uma adaptação para os cinemas. Infelizmente, a adaptação veio e com ela as coisas mais estranhas desse mundo vieram juntas como se abrissem um portal diretamente do inferno onde gatos se fundiram com os humanos para dominar a Terra.

Criticado desde o lançamento do seu primeiro trailer assutador, Cats vem recebendo críticas negativas da internet – e com razão, o trailer só preparava pro desastre que estava por vir. As coregrafias de qualidade e a trilha sonora bem feita não conseguem fazer com que o longa avance ou fuja da sua bizarrice, tendo em vista que os visuais em CGI estão extremamente assustadores e mal feitos e que os atores aparentam atuar de forma desconfortável a todo o momento. O filme não cativa o telespectador e nem apresenta um roteiro para se sustentar. É, sem sombra de dúvidas, o pior filme de 2019.

Vamos torcer para que 2020 traga excelentes filmes, da mesma forma que o ano anterior trouxe, e que os filmes ruins venham em pouco número.

 

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X-Men: Fênix Negra é um trem desgovernado poderoso, tenso e criativo

Poderia iniciar esse artigo ridicularizando o fato de que a FOX tentou adaptar mais uma vez a Saga da Fênix Negra. Porém, eu preciso discordar. Não porque eu vivo para isso, mas há uma hipérbole negativa em torno das reações ao novo filme dos mutantes. X-Men: Fênix Negra é um bom filme.

Apesar de gerar desconfiança imediata por ter contratado Simon Kinberg (O Confronto Final) como roteirista e diretor, esse sentimento se esvai a partir dos 20 minutos iniciais. Pois os X-Men agem como X-Men. A primeira cena de um filme sempre deve definir sua atmosfera e Fênix Negra se mantém firme em seu drama e sua tragédia.

Grande parte disso se deve às intenções de Kinberg em querer aproximar a obra da maturidade e do realismo proporcionado por Logan. É algo a ser apreciado, pois X-Men: Fênix Negra dá um dedo-do-meio constante à suavização, ao humor em momentos dramáticos, extremamente corriqueiros em filmes do subgênero. Eu sou grato por isso.

Não apenas a coragem de Kinberg em querer se distanciar o máximo dos filmes de HQs deve ser notada, como também a sua direção. Acredito que a obra se beneficiaria ainda mais de sua proposta crua, caso fosse para maiores. Pois as cenas de ação, extremamente bem dirigidas e executadas com muito estilo, são extremamente violentas. Kinberg não liga para as crianças e faz do seu terceiro-ato, um trem desgovernado poderoso, criativo, apesar das suas limitações.

A trilha sonora também contribui para o ritmo frenético da produção. Composta por Hans Zimmer, a música é fantástica, cósmica, trágica, densa e tensa. Há uma verdadeira aliança entre a direção e a musicalidade, o que conta como mais um ponto positivo para esse filme tão odiado. Há um frescor constante durante os 114 minutos. Porém, admito, nem tudo são flores.

Apesar de conseguir contar sua história bem, o cineasta precisa aprimorar sua direção com atores, destacados, mais pelo seus talentos do que pela coordenação. Alguns diálogos soam estranhos e em alguns momentos ,expositivos, mas não é motivo para crucificação, pois não falha em manter o interesse do espectador e consegue progredir tematicamente, mesmo razoavelmente.

Os antagonistas, o fator menos pé no chão da obra, são simplesmente desnecessários. O real conflito deveria ser entre os mutantes. A aproximação com o lado cósmico do material-base foi um erro. Além disso, o Ciclope (Tye Sheridan) é jogado para escanteio e não influencia diretamente no plot. Uma pena, pois A Saga da Fênix Negra é sobre Scott e Jean, mas o filme é decente em contar uma história sobre Xavier e Grey.

Em relação às performances, Sophie Turner realmente impressiona como Jean Grey e em transmitir dualidade emocional, conseguindo dividir o talento em tela com A Primeira Classe. Fassbender como Magneto está mais auto-consciente, MacAvoy explora um lado mais sujo do Professor-X, Lawrence apresenta uma progressão coerente como Mística, tal qual Hoult, como Fera. O resto do elenco é bom, mas o destaque dramático fica por conta do quinteto.

O real inimigo de X-Men: Fênix Negra é o estúdio. Conforme noticiado, originalmente, o filme seria mais longo e o desfecho seria mais grandioso, provavelmente, explorando mais os seus personagens. Porém, o resultado final é surpreendentemente tenso, divertido e decente. É uma conclusão satisfatória para franquia.

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Séries

HBO divulga datas e duração dos 6 episódios da Oitava temporada de Game of Thrones

De acordo com informações da revista Entertainment Weekly, a emissora HBO revelou os tempos de cada capítulo da última temporada de Game of Thrones, e quando eles vão ser exibidos.

Oitava temporada, episódio 1
Data de exibição: Domingo, 14 de abril 21:00 (ET/PT)
Duração: 54 minutos

Oitava temporada, episódio 2
Data de exibição: Domingo, 21 de abril 21:00 (ET/PT)
Duração: 58 minutos

Oitava temporada, episódio 3
Data de exibição: Domingo, 28 de abril 21:00 (ET/PT)
Duração: 82 minutos

Oitava temporada, episódio 4
Data de exibição: Domingo, 5 de maio 21:00 (ET/PT)
Duração: 78 minutos

Oitava temporada, episódio 5
Data de exibição: Domingo, 12 de maio 21:00 (ET/PT)
Duração: 80 minutos

Oitava temporada, episódio 6
Data de exibição: Domingo, 19 de maio 21:00 (ET/PT)
Duração: 80 minutos

Estrelado por Emilia Clarke, Sophie Turner, Maisie Williams, Kit Harrigton e Lena Headey, Game of Thrones é baseado nos livros de George R.R. Martin.

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Game of Thrones ganha novas imagens de sua temporada final

A revista Entertainment Weekly divulgou fotos inéditas da oitava temporada de Game of Thrones. Confira.

Game of Thrones retorna com novos episódios no dia 14 de abril.

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Sophie Turner e Jessica Chastain virão ao Brasil para a CCXP 2018

Sophie Turner, Jessica Chastain e o diretor Simon Kinberg , virão ao Brasil para promover o longa X-Men: Fênix Negra, que estreia em 7 de Junho do ano que vem em todos os cinemas brasileiros. As atrizes e o cineasta estarão presentes no dia 7 de Dezembro durante a CCXP 2018.  Turner, Chastain e Kinberg apresentarão apenas o painel do longa e não terão sessão de fotos e autógrafos com os fãs.

 

Ambientado em 1992, Charles Xavier (James McAvoy) está lidando com o fato dos mutantes serem considerados heróis nacionais. Com o orgulho a flor da pele, ele envia sua equipe para perigosas missões, mas a primeira tarefa dos X-Men no espaço gera uma explosão solar, que acende uma força malévola e faminta por poder dentro de Jean Grey (Sophie Turner). 

Para futuras informações, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância!

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Saiu! Primeiro trailer de X-Men Fênix Negra chega a internet

A Fox divulgou um novo vídeo promocional de X-Men: Fênix Negra. Confira.

Estrelado por Sophie Turner, X-Men: Fênix Negra chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro.

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Cinema

X-Men: Fênix Negra revolucionará o gênero de filmes de heróis, segundo Sophie Turner

Em uma conversa com a revista Empire, Sophie Turner, a interprete da jovem Jean Grey nos filmes dos X-Men, comentou sobre o filme X-Men: Fênix Negra e falou a respeito do diretor  Simon Kinberg.

”Será revolucionário! Nós queríamos criar um novo tipo de filme de super-heróis. Simon Kinberg foi a mente por trás desse longa e ficamos felizes com o resultado.”

E mais, a revista liberou uma nova imagem do Magneto, que aparenta não estar em seus melhores dias.

Veja a imagem a seguir:

X-Men: Fênix Negra chega em 2 de Novembro em todos os cinemas do país.

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Entretenimento Séries

Estrelas de Game of Thrones fazem imitações e cantam em vídeo para TV

As atrizes Sophie Turner e Maisie Williams, que interpretam as irmãs Sansa e Arya Stark em Game of Thrones, participaram do programa Carpool Karaoke. Confira.

Game of Thrones tem no seu elenco: Peter Dinklage, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Sophie Turner, Maisie Williams, Nikolaj Coster-Waldau, Iain Glen, Alfie Allen, John Bradley, Conleth Hill, Aidan Gillen, Gwendoline Christie, Isaac Hempstead Wright, Liam Cunningham, Rory McCann, Nathalie Emmanuel, Ben Crompton, Daniel Portman, Carice van Houten e Kristofer Hivju.

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Game of Thrones | Sophie Turner diz que série foi sua educação sexual

A atriz Sophie Turner aprendeu alguma coisa de Game of Thrones ao longo das seis primeiras temporadas.

A atriz fez audição para o seriado quando tinha apenas 12 anos de idade e cresceu interpretando a personagem Sansa Stark. Hoje, aos 21 anos de idade, Sophie Turner disse ao Sunday Times, do Reino Unido, que o sucesso da HBO foi sua educação sexual.

“Eu sempre leio todos os roteiros da série, e eles falam de coisas muito gráficas. A primeira vez que eu descobri sobre sexo oral foi lendo o roteiro. Fiquei muito surpresa e pensei: ‘Uau! As pessoas fazem aquilo? Isso é fascinante!”… Então, posso dizer que foi minha educação sexual. Estar em Game of Thrones.

Falando à revista Entertainment Weekly, o showrunner David Benioff explicou o envolvimento de Sophie Turner e de sua amiga na vida real e colega do seriado, Maisie Williams (Arya Stark).

“Elas foram sensacionais desde o começo e podemos ver o tanto que cresceram como atrizes. Agora, nós estamos caminhando para o final, e é muito gratificante ver a evolução da Sophie e da Maisie. Conseguimos trilhar um mesmo caminho, rumo a um mesmo objetivo por tanto tempo.”

Game of Thrones retorna com sua sétima e penúltima temporada no dia 16 de julho.