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Resident Evil: Resistance é um multiplayer promissor

Nesta sexta-feira (04/04), foi lançado junto com o remake de Resident Evil 3 – que você pode ler a nossa análise clicando aqui – a nova tentativa da Capcom de criar um jogo multiplayer da franquia intitulado de Resident Evil: Resistance. Desde sua beta o jogo vem dividindo opiniões e, agora com o lançamento oficial, podemos ter uma visão geral do produto final.

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Resident Evil: Resistance é diferente de tudo o que já foi visto na franquia, e por isso inicialmente é provável que o jogador estranhe um pouco o jogo. O título é semelhante a Dead by Daylight: há quatro jogadores, que são os sobreviventes (personagens novos na franquia), e há um ‘assassino’, que é o mastermind (que são vilões conhecidos da franquia).

Enquanto os sobreviventes precisam completar os objetivos de cada fase e lidar com zumbis e outras criaturas presentes na franquia, o mastermind é responsável por controlar as câmeras ao redor do mapa, selecionar o monstro que deseja para aparecer no mapa e colocar armadilhas para que o sobrevivente não consiga completar o mapa no tempo previsto. Cada personagem apresenta uma habilidade diferente que é necessária para passar de fase, e cada mastermind apresenta uma criatura diferente para liberar no mapa – o Daniel Fabron, por exemplo, apresenta o Mr. X de Resident Evil 2. O jogo tem uma premissa bastante interessante, mas que apresenta detalhes para melhorar.

E isso já era mostrado antes de seu lançamento. Enquanto o jogo estava em sua fase beta, disponibilizada no dia 30, o título estava injogável. Eram inúmeros problemas com o servidor, que faziam com que o jogador esperasse cerca de 15 minutos para encontrar uma partida e, quando encontrasse, o jogador poderia ser desconectado por instabilidade. No meu caso, a Steam registrou 3 horas em jogo da beta e nesse período eu só tinha jogado duas partidas, de em média 8 minutos cada enquanto em uma outra eu esperei cerca de 17 minutos na fila para cair em 2 minutos. No produto final, o jogo ainda apresenta algumas instabilidades em seus servidores porém não há mais tanta demora para encontrar partida.

The Resident Evil Resistance beta is delayed on PC | Rock Paper ...

A jogabilidade e os gráficos são os mesmos apresentados nos dois remakes da franquia, Resident Evil 2 e Resident Evil 3. O que muda aqui é que durante a partida, além de você encontrar itens pelo mapa, você também pode comprar eles através de um baú localizado em áreas específicas do mapa com Umbrella Points – a moeda do jogo. É possível também personalizar a aparência dos personagens e suas habilidades, com itens que são liberados em baús especiais.

É essencial jogar esse título em comunicação com a equipe, e por isso talvez haja estranhamento por parte dos jogadores. É bem difícil ter uma boa experiência sem estar com uma equipe fechada ou sem estar em comunicação com os outros jogadores.

Após jogar a beta e a versão final do jogo, é inegável que o título melhorou bastante em sua versão final. Entretanto, por apresentar sempre os mesmos três mapas, os mesmos objetivos e os mesmos personagens a experiência se torna enjoativa se jogar por bastante tempo. Seria interessante ver mais mapas e mais personagens da franquia no jogo, como sobreviventes e masterminds. Com certeza isso virá futuramente em novas atualizações – inclusive, a própria Capcom já confirmou que Jill Valentine será lançada para o jogo em breve, o que indica que outros protagonistas da franquia chegarão futuramente.

Outro problema que deve ser corrigido com urgência é a instabilidade com o servidor, por mais que a conexão esteja extremamente melhor do que foi apresentado na beta, ainda há alguns problemas causam frustações ao jogador.

Project Resistance: produtor da Capcom rebate críticas

Por fim, Resident Evil: Resistance é uma boa adição para a franquia e um excelente jogo para se divertir com os amigos. Seguindo os moldes de Dead by Daylight, o título exige estratégia tanto para fugir como para ser o mastermind e é inegável que, se a Capcom investir bem no jogo, ele tem um grande futuro pela frente – afinal, é um multiplayer bastante promissor. Além disso, também serve como um complemento ao remake de Resident Evil 3, já que sua campanha é relativamente curta. Vale a pena jogar.

  • Veredito: prata – considerável.

Resident Evil: Resistance está disponível para Playstation 4, Xbox One e PC.

 

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Títulos da franquia Half-Life estão gratuitos na Steam por dois meses

Half-Life: Alyx, novo título da saga, será lançado daqui a poucos meses na Steam! E para promover o seu lançamento e aquecer o público, a plataforma disponibilizou gratuitamente todos os jogos de Half-Life por dois meses – tanto os títulos principais como os spin-offs.

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Para ter acesso ao jogo, basta acessar o mercado da Steam e a página de um dos títulos disponíveis. Após isso, basta clicar no botão verde escrito Jogar e instalar o jogo.

A promoção está disponível até Março, mês no qual Half-Life: Alyx será lançado.

Half-Life é um jogo em primeira pessoa produzido pela Valve e lançado em 1998. Durante a jogatina, os jogadores assumem o papel de Dr. Gordon Freeman, um físico teórico que deve lutar para fugir de um centro de pesquisa secreto e subterrâneo cujos experimentos e pesquisas com tecnologia de teletransporte tiveram resultados desastrosos.

 

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Entretenimento Gameplay

A Beleza do Caos em Borderlands 3

Uma das franquias de FPS mais famosas e pioneira no estilo de looter shooter, que mistura elementos de RPG com FPS, está de volta! Borderlands 3 chegou prometendo ser o maior e o mais caótico jogo da saga até então. Será que ele conseguiu cumprir a promessa?

Borderlands 3 é sim o maior jogo da franquia até então, com um mapa maior e mais detalhado do que já foi apresentado em outros jogos da série. Além de ser o mais caótico, com batalhas frenéticas e bem coloridas. Entretanto, o jogo é mais do mesmo ao repetir a fórmula já apresentada nos títulos anteriores.

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A trama de Borderlands 3 é simples e bem semelhante aos anteriores. Lilith, uma caçadora que era jogável no primeiro título da saga, te convoca para seu bando de saqueadores com a missão de encontrar um mapa que mostra a localização de todos os vaults da galáxia. O único problema é que o seu bando não é o único atrás desse mapa: os novos vilões do jogo, os irmãos CalypsoTyreen e Troy, que apresentam o estereótipo de influencers digitais, também estão atrás dele com sua legião de seguidores. De longe, eles são os vilões mais chatos e maçantes de toda a franquia e se compararmos com o Handsome Jack (vilão de Borderlands 2), só agrava mais esse quadro.

Os novos Vault Hunters da franquia são Amara, Zane, FL4K e Moze. Uma adição bem proveitosa do título foi a possibilidade de combinar diferentes habilidades ao personagem escolhido, ao invés de uma só. Essa adição amplia mais ainda o conceito de RPG da franquia e faz com que você imagine como diferentes combinações poderiam funcionar. A minha gameplay foi com a personagem Moze, uma atiradora que apresenta um Mecha como habilidade, e eu pude escolher diferentes armas para compor o titã.

O mapa é o maior apresentado até então: dessa vez você não explora somente o planeta de Pandora – centro de toda a franquia, mas também diversos outros planetas. Além disso, encontramos também velhos personagens da franquia espalhados pelos mapas. A campanha aqui apresentada também é maior que os anteriores, não só em missões principais como também em secundárias. Para realizar 100% do jogo, a gameplay durou cerca de 71 horas. Enquanto em Borderlands 2 levou apenas 37 horas. Então sim, o jogo é o maior até então.

O sistema de cooperação continua a mesma coisa, sendo possível jogar online ou em tela dividida. Os gráficos continuam cartoonizados porém melhorados pela Unreal Engine 4, apresentando mais detalhes tanto no cenário como na caracterização das armas e dos personagens. A jogabilidade sofreu algumas melhorias também, principalmente na movimentação do personagem, que se tornou mais fluída com a possibilidade de escalar objetos com salto duplo e de deslizar após correr e na IA, que se tornou mais inteligente em alguns aspectos – entretanto, continua com picos de burrice quando, por exemplo, o inimigo corre em sua direção mesmo sofrendo dano e ficando parado aleatoriamente.

Ainda sobre a jogabilidade, os combates se tornaram mais caóticos que os títulos anteriores, com intensos tiroteios e explosões – isso tudo com bastante cor, o que torna o caos algo belo de se ver. Porém isso acaba sendo um problema: no Xbox One, o jogo apresentou queda de fps em diversos momentos devido ao excesso de informações na tela com longos travamentos que só passavam quando o combate terminava. Não tenho dúvidas que em breve isso será corrigido com alguma atualização, mas enquanto isso, é um ponto negativo.

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Em suma Borderlands 3 nos mostra a beleza do caos através de combates explosivos e coloridos, sendo o maior jogo da franquia até então. Entranto, sofre com a repetição da fórmula de seus antecessores – com poucas novidades em sua gameplay, o jogo se torna mais do mesmo que foi apresentado até então. Mas deixando um pouco isso de lado, o jogo continua sendo um ótimo presente para os fãs da franquia ao apresentar a maior campanha da saga e ao mostrar personagens queridos dos jogos anteriores. É um excelente jogo, apesar de suas repetições.

  • Positivo: campanha divertida; exploração e nível de detalhe dos mapas; gráficos; personagens jogáveis; melhorias na jogabilidade e no combate; customização e variedade das armas.
  • Negativo: vilões sem graça e sem nenhum carisma; pouca novidade em sua gameplay, sendo uma repetição da fórmula dos jogos anteriores; quedas bruscas de fps durante os combates.
  • Veredito: Recomendável.

O jogo foi rodado no Xbox One. Agradecimentos a Gearbox e a 2K pelo envio do código para a avaliação do título.

https://www.youtube.com/watch?v=Av5Eyx3bGtM

O jogo de tiro original está de volta, com milhões de armas e uma aventura cheia de destruição! Impeça que os fanáticos Gêmeos Calypso unam os clãs de bandidos e tomem o poder supremo da galáxia. Seja um dos quatro novos Vault Hunters e testemunhe a evolução de Borderlands!

Borderlands 3 já está disponível para Xbox One, Playstation 4 e PC.

 

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Gears 5 é a renovação que a franquia precisava

Em 2006, fomos apresentados a Marcus Fênix e sua luta contra os Locusts em Gears of War – um dos primeiros jogos exclusivos lançados para o atual console da Microsoft na época, o Xbox 360. Acompanhamos Fênix até o terceiro título da franquia, Gears of War 3, que encerrou a trilogia em 2011 e mostrou como os soldados da CGO derrotaram os Locusts. Depois disso, voltamos um pouco ao passado em Gears of War: Judgment e vimos Baird e seu esquadrão em eventos que sucederam o primeiro jogo da saga (e que dividiram a opinião dos fãs).

Após alguns anos sem nenhuma novidade para a franquia, a Microsoft decidiu revivê-la lançando Gears of War 4 para o Xbox One com o objetivo de abrir uma nova trilogia após os acontecimentos do terceiro jogo – repetindo a mesma fórmula de sempre, o jogo foi completamente desnecessário ao abrir uma nova trama após a saga dos Gears ter tido um final conclusivo. Entretanto, Gears 5 chegou para continuar a trama de seu antecessor e provou que o que a série precisava mesmo era de uma renovação.

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Tirando o foco dos Fênix, a trama gira em torno de Kait Diaz e começa logo após o término de Gears of War 4. Durante toda a campanha acompanhamos Kait em sua jornada para descobrir a origem da sua família e o seu parentesco com os Locusts.  Esse é um breve resumo para não dar muitos spoilers, pois a campanha é o ponto forte do jogo – diferente de seu antecessor, Gears 5 apresenta uma trama boa que prende o jogador a cada ato que se passa.

Em sua gameplay, o novo jogo da franquia retorna com a mesma fórmula de third person shooter apresentada nos seus antecessores. Entretanto, há diversas novidades que renovam não só a jogabilidade como também trazem um novo ar para a franquia. Há alterações simples, como mudanças no HUD e no combate, onde agora o jogador possui uma faca para o combate corpo a corpo, podendo matar os inimigos em stealth e alterações bem drásticas, como a interação com os robôs que acompanham o esquadrão. Presente desde o primeiro jogo, Jack agora pode ser controlado no modo cooperativo e o jogador pode dar ordem para ele usar suas habilidades durante o combate, que vão desde cegar os inimigos com flashs até controlar a mente deles a seu favor. Além disso, você comanda ele para abrir portas, pegar armas e munição e até mesmo colecionáveis. Conforme você progride no jogo, você recebe habilidades novas para Jack e componentes para upar as já desbloqueadas.

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A maior novidade do jogo é a presença de um mundo aberto em cada ato. Sim, isso mesmo, Gears 5 apresenta um mundo aberto. Bem pequeno, mas é algo inovador na franquia. Todo ato do jogo tem um cenário diferente, e esse cenário é um mini mundo aberto onde o jogador vai até as missões em um veículo, que na campanha chamam de bote. No mapa temos algumas missões secundárias em locais abandonados para o jogador explorar e encontrar novas peças para o drone, além de melhorias e complementar a história com subtramas. É uma adição muito bem vinda a franquia e que funcionou bem, sem parecer forçado e que aumenta a vida do modo campanha.

Quanto ao multiplayer, é o que já conhecemos: temos o modo casual com os mesmos modos que os jogos anteriores e o modo Horda, onde você e mais três amigos lutam contra diversas ondas de inimigos. Entretanto, há um novo modo chamado de Fuga – semelhante ao Horda, você e mais três amigos precisam fugir da colmeia dos locusts e sobreviver procurando armas e não ficando no gás venenoso (semelhante ao círculo presente nos battle royales). No multiplayer, podemos jogar com alguns personagens de Halo: Reach e também com Sarah Connor e o T-800, de Terminator: Dark Fate.

Os gráficos estão superiores aos do Gears of War 4 e o design da armadura dos Gears estão surreais. Cada detalhe pode ser visto, desde um simples arranhão até a falta de pintura em alguma parte, é uma arte à parte.

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Infelizmente, nem tudo é perfeito. Durante a jogatina, que foi iniciada no dia 6 de Setembro, o jogo apresentou diversos bugs. Eram bugs que estragavam a jogatina, me fazendo reiniciar o jogo no console pois meu personagem ficava preso ou continuava morto mesmo depois de ter retornado ao ponto de controle anterior. Além disso, o modo cooperativo também apresentou diversos bugs, onde o segundo jogador não conseguia se mexer ou simplesmente se tornava invisível, com somente a arma visível. Ainda hoje alguns bugs acontecem, então resta esperar uma atualização para a correção deles.

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Gears 5 prova ser a renovação que a franquia precisava. Após utilizar a mesma fórmula por cinco jogos seguidos, tornando a experiência maçante e mais do mesmo, inclusive com uma sequência (na época) desnecessária, a Microsoft trouxe um sopro de ar fresco para a saga com um mundo aberto interessante de se explorar, uma trama imersiva e bem construída, um multiplayer divertido e modos cooperativos que nunca perdem a graça. É um presente para os fãs de Gears of War que com certeza vale a pena ser jogado.

  • Positivo: história, jogabilidade, gráficos, mundo aberto, a interação/customização do Jack, multiplayer.
  • Negativo: bugs que atrapalham a jogatina.
  • Veredito: Recomendável

Nota: 4/5

Gears 5 está disponível para Xbox One e para PC. Os assinantes da Game Pass Ultimate possuem acesso ao jogo tanto para o console como para os computadores.

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Review | My Friend Pedro

Desenvolvido pela DeadToast Entertainment e distribuido pela Devolver Digital, My Friend Pedro é um jogo indie bastante curioso e que chamou minha atenção por conta de sua gameplay composta por parkour, amizade e bastante violência. O jogo é bem divertido de ser jogado, entretanto, ainda possui algumas coisas que podem melhorar.

My Friend Pedro é uma história de amizade entre um cara sem nome e uma banana, chamada Pedro. Basicamente, a banana manda você matar todo mundo em seu caminho e passa o jogo todo fazendo comentários irônicos e te dando sugestões sobre como matar seus inimigos.

Em suma essa é a história do jogo, bem simples, cômica e linear. O jogo se situa em um cenário 2D de plataforma onde você precisa derrotar os seus inimigos, apresentando diversas variedades para tal ato além das armas de fogo, como por exemplo uma frigideira, um skate, faca, barril e até mesmo pedaços que sobraram dos inimigos mortos – tornando cada morte única. Bem, a história não é o foco de My Friend Pedro.

A trama do jogo, por ser simples e cômica, acaba tornando a jogatina bastante engraçada e divertida. Entretanto, o jogo em si se torna enjoativo por apresentar apenas uma coisa a ser feita: passar as fases fazendo parkour e matando os inimigos. Mesmo com a tamanha variedade de se matar os inimigos, o jogo acaba sendo díficil de ser jogado por tanto tempo sem se enjoar, até porque logo na primeira fase ele apresenta tudo o que tem para apresentar, enquanto nas fases posteriores não há mais novidades para se ver.

Por sorte a jogatina é bem curta, o jogo apresenta 40 fases e para completá-lo demorou apenas 5 horas. Uma coisa que ajuda a quebrar o padrão jogo são as boss fights, onde cada uma apresenta uma luta diferente e coisas diferentes para se fazer. Além disso, o jogo possui um sistema de pontuação em cada fase, onde cada morte e o jeito que ela ocorreu é contabilizada e garante uma nota no final, que pode ser A, B ou C. Isso torna as coisas bem interessantes e incentiva o jogador a voltar para a fase com o objetivo de melhorar sua pontuação.

A jogabilidade é bastante confusa no início, visto que há muita informação na tela e uma variedade de coisas para serem feitas. A mira, o parkour e até mesmo a troca de armas se tornam complicadas de fazer no teclado e no mouse, porém após uma hora de jogo já se pega o jeito. No controle, a jogabilidade fica bem menos confusa e mais fácil. As fases não são difíceis de se passar, basicamente é só andar em linha reta fazendo parkour e matando os inimigos.

Os gráficos são satisfatórios, visto que o jogo é 2D. A direção de arte do jogo é bem interessante, as fases se apresentam bem detalhadas e até um pouco cartunescas. O grande problema é a variedade de inimigos, eles mudam conforme você passa de fase, porém na fase em si eles são iguais e parece que você está lutando contra diversos clones.

No fim das contas, mesmo se apresentando enjoativo durante sua jogatina, My Friend Pedro é uma experiência bastante divertida, apresentando momentos emocionantes, satisfatórios e engraçados. É um jogo que vale a pena ser comprado e jogado em um final de semana. É diversão garantida.

My Friend Pedro é uma violenta aventura sobre amizade, imaginação e o empenho de um homem para aniquilar tudo que estiver em seu caminho, sob o comando de uma banana senciente. O uso estratégico da mira dividida, câmera lenta e o bom e velho salto através da janela criam sensacionais sequências de ação consecutivas, em uma batalha explosiva por um perigoso submundo.

My Friend Pedro foi lançado hoje (20/06) para Nintendo Switch e PC, através da Steam.

Obrigado, Devolver Digital, por ter fornecido a key do jogo para essa review.

Nota: 3/5

 

 

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Séries

Rainbow Six Siege | Season Pass Ano 2 já pode ser adquirida

A Ubisoft comemora o primeiro ano de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege com o anúncio do Season Pass Ano 2, que já está disponível para e Playstation 4 e PC. O Season Pass Ano 2, dará acesso exclusivo a oito novos operadores que serão lançados até 7 de fevereiro de 2018. Ele também estará disponível na versão Gold Edition, que contém o jogo básico, para Xbox One e Playstation 4 e para PC. A Complete Edition, que inclui o jogo básico mais o pacote completo de operadores do primeiro ano.

Em sintonia com o compromisso da Ubisoft de fornecer novos conteúdos e integrar membros de sua crescente comunidade, o Season Pass Ano 2 traz benefícios equivalentes ao primeiro season pass do jogo, incluindo o desbloqueio mais rápido de conteúdos como capacetes e uniformes de batalha (BDU).  Além disso, a skin universal “Obsidian” está disponível para aqueles que adquirirem o novo pass antes do dia 7 de fevereiro 2017. Para aqueles que possuem o season pass original, além dos novos operadores, mais 600 créditos R6 serão adicionados.

“A comunidade brasileira de Rainbow Six Siege é uma das mais engajadas no mundo. Prova disso, foi o aumento do número de usuários ativos com o lançamento das expansões Skull Rain e Red Crow. Nossa meta é chegar a um milhão apenas no Brasil e esperamos que no segundo ano isso seja alcançado”, comenta Bertrand Chaverot, diretor geral da Ubisoft na América Latina.

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O conteúdo do Season Pass Ano 2 enriquece a experiência da comunidade de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege com quatro novas unidades antiterrorismo (CTUs), vindas de quatro novos países: Espanha, Hong Kong, Polônia e Coreia do Sul.

Lançado mundialmente no dia 1º de dezembro de 2015, Tom Clancy’s Rainbow Six Siege está disponível para Xbox One, Playstation 4 e PC.

A Gold Edition Ano 2 já está disponível na Playstation Store para PS4 e no Steam e Uplay para Windows PC, e em 6 de dezembro,  estará disponível no Xbox Live para Xbox One.

A Complete Edition já está disponível no Steam e Uplay para Windows PC, e em 6 de dezembro estará disponível no Xbox Live para Xbox One. Também estará disponível na Playstation Store para PS4 em data que será anunciada em breve.

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Games PC

OSVR | Steam com suporte para realidade virtual

Os cofundadores do Open Source Virtual Reality (OSVR), maior consórcio mundial de uma plataforma aberta de realidade virtual, acabam de anunciar uma atualização do Steam que dá suporte a diversos conteúdos para o OSVR e passa a centralizar, em um único ponto de distribuição, todos os projetos de realidade virtual desenvolvidos com a plataforma.  Os jogos apoiados pelo OSVR e os óculos de realidade virtual, por exemplo, já podem ser adquiridos pelos usuários do Steam nos Estados Unidos e Europa. Ainda não há previsão de chegada ao Brasil.

“Essa atualização do Steam é um marco para a realidade virtual, pois amplia o acesso do público a mais jogos e hardwares que possuem essa tecnologia e leva a ideia compartilhada da Valve e OSVR de uma plataforma totalmente aberta para todas as pessoas”, disse Christopher Mitchell, chefe de OSVR da Razer.

“O OSVR facilita a vida de desenvolvedores de games por ter suporte a centenas de dispositivos e também a vida de revendedores por tornar acessível muitos conteúdos de altíssimo nível”, disse Yuval Boger, CEO da Sensics. “Ter os softwares e hardwares OSVR no Steam é a melhor maneira de distribuir e adquirir conteúdos compatíveis com a plataforma”.

 

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“Estamos muito entusiasmados com o anúncio do suporte aos títulos OSVR”, disse Augusta Butli, da Valve. “O Steam é uma plataforma aberta para todos os desenvolvedores e essa novidade amplia ainda mais a enorme oferta de conteúdo para os milhões de usuários do Steam”, completou.

 

OSVR no Steam:

No Steam, o ícone do OSVR fica ao lado de cada conteúdo compatível com a plataforma e o usuário também pode usar filtros de busca.

Cada vez mais opções:

O fundo para desenvolvimento OSVR é uma iniciativa de até 5 milhões de dólares que incentiva os desenvolvedores a produzirem conteúdos de código aberto a fim de estimular o uso da realidade virtual.

 

Ícone do OSVR no Steam
Ícone do OSVR no Steam

 

O fundo já recebeu centenas de inscrições desde seu lançamento, em julho de 2016, e 32 projetos estão em andamento.

Segue uma lista com o nome dos jogos em desenvolvimento e os que possuem links para acesso:

  1. Limb

Desenvolvedor: Interdiction Studios

URL: https://www.patreon.com/InterdictionStudios

 

  1. Abduction Prologue: The Jonathan Blake Story (Demo)

Desenvolvedor: Red Iron Labs

URL: http://www.redironlabs.com/Abduction

 

  1. Abduction Episode 1: Her Name Was Sarah

Desenvolvedor: Red Iron Labs

URL: http://www.redironlabs.com/Abduction

 

  1. PolyRunner

Desenvolvedor: Lucid Sight

URL: www.lucidsight.com

 

  1. RC Soccer VR

Desenvolvedor: Beatshapers

 

  1. StarDrone VR

Desenvolvedor: Beatshapers

 

  1. Theme Park Studio

Desenvolvedor: Pantera Game Studio

URL: www.ThemeParkStudio.com

 

  1. Alice VR

Desenvolvedor: Carbon Studios

URL:  http://alice-vr.com/

 

  1. Infinite

Desenvolvedor:Project: Gateway VR Studios GmbH

URL: http://project-gateway.de/infinite/

 

  1. The Hum: Abductions

Desenvolvedor: Totwise Studios

URL: http://thehumuniverse.com/the-hum-abductions/

 

  1. Redout

Desenvolvedor: 34BigThings

URL: https://www.youtube.com/watch?v=9OLVNDQfmCo

 

  1. The Brookhaven Experiment

Desenvolvedor: Phosphor Games

URL: http://phosphorgames.com/blog/games/the-brookhaven-experiment/

 

  1. A-10

Desenvolvedor: Futuretown

URL: http://futuretown.io/portfolio/a-10-vr/

 

  1. Descent: Underground

Desenvolvedor: Descendent Studios

URL: www.descentunderground.com

 

  1. Radial-G : Racing Revolved

Desenvolvedor: Tammeka Games

URL: http://www.radial-g.com

 

  1. CDF Starfighter

Desenvolvedor: Mad About Games Studios Ltd.

URL: http://www.cdfstarfighter.com

 

  1. Bloxiq VR

Desenvolvedor: Blot Interactive

URL: http://blotinteractive.com/

 

  1. Blind

Desenvolvedor: Tiny Bull Studios/Surprise Attack Games

URL: http://www.blindvrgame.com/

 

  1. Chamber19

Desenvolvedor: Deepak M, Grant B

URL: http://store.steampowered.com/app/477170/

 

  1. Leave The Nest

Desenvolvedor: Kaio Interactive

URL: http://www.ki-games.com/

 

  1. Marble Mountain

Desenvolvedor: Lightning Rock

URL: http://store.steampowered.com/app/409390/

 

  1. Domain Defense: VR

Desenvolvedor: Inclusion Studios

URL: http://www.inclusionstudios.com/

 

  1. The Assembly

Desenvolvedor: nDreams

URL: http://www.ndreams.com/titles/theassembly/

 

  1. 4089

Desenvolvedor: Phr00t’s Software

URL: http://store.steampowered.com/app/329770/

 

  1. 5089: The Action RPG

Desenvolvedor:Phr00t’s Software

URL:  http://store.steampowered.com/app/414510/

 

  1. Frantic Freighter

Desenvolvedor: Phr00t’s Software

URL: http://store.steampowered.com/app/503150/

 

  1. Spermination

Desenvolvedor: Phr00t’s Software

URL: http://store.steampowered.com/app/363460/

 

  1. MazerQuest|Revisited

Desenvolvedor: RealityCheckVR Developments

URL: http://www.mazerquest.com    

 

  1. Toy Coliseum

Desenvolvedor: Reality Check VR Developments

URL: http://www.toycoliseum.com

 

  1. Drift Into Eternity

Desenvolvedor: We Are Bots

URL: http://store.steampowered.com/app/431830/

 

  1. FIVE: Champions of Canaan

Desenvolvedor: Kingdom Games

URL: http://store.steampowered.com/app/492870/

 

  1. Mervils: A VR Adventure

Desenvolvedor: VitruviusVR

URL: http://store.steampowered.com/app/497460/

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Consoles Games PC

Cross-play | Sony se pronuncia sobre o cross-play entre plataformas

Depois de Street Fighter V anunciar que haveria cross-play entre suas versões de PlayStation 4 e PC, e Fallout 4 anunciar compatibilidade para a mesma função entre Xbox One e os computadores, a pressão das empresas pela indústria está cada vez maior, para descobrir se haverá o possível suporte entre plataformas.

Depois dos produtores de conteúdo da Xbox abrirem as portas para um possível cross-play entre plataformas na segunda-feira (14), link do post completo, foi a vez da Sony se pronunciar a respeito do assunto, e comentar se os usuários da PlayStation Network poderiam atravessar a barreira, e jogar com os usuários da Xbox Live.

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Respondendo a uma pergunta feita pelo Gamespot à respeito de um trabalho conjunto com a Microsoft, o representante da Sony disse:

 

“O PlayStation tem dado suporte entre plataformas com o PC em diversos títulos começando com Final Fantasy 11 entre o PC e o PS2 em 2002.

Nós ficaríamos felizes em ter uma conversa com quaisquer produtoras ou desenvolvedoras que estejam interessadas no assunto.”

 

Não está claro, mas a decisão da Sony de evitar mencionar outros detentores de plataformas na sua declaração, pode significar que eles ainda estão avaliando suas opções ou estão completamente rejeitando tais planos.

O que sabemos é que o primeiro jogo do console da Microsoft anunciado para aproveitar essa conectividade multi-plataforma será Rocket League, permitindo que usuários do Xbox One e clientes de PC possam jogar uns contra os outros online. Tal recurso já está presente na versão de PlayStation 4, que permite que os jogadores da PSN possam configurar partidas com os jogadores da Steam.

Mas a Microsoft indicou que agora quer fazer a ponte entre o seu console e da Sony, e foram tão longe ao ponto de dizer que o trabalho de base tinha sido completado. Na segunda-feira o seu diretor de desenvolvimento, Chris Charla disse:

 

“Além de suportar nativamente jogos de plataforma cruzada entre Xbox One e Windows 10 jogos que usam Xbox Live, estamos permitindo aos desenvolvedores apoiar jogos cross-rede também.”

“Isto significa que os jogadores do Xbox One e Windows 10 usando Xbox Live será capaz de jogar com jogadores em diferentes redes multiplayer online – incluindo outros consoles e redes de PC.”

 

O certo é que em algum momento iremos descobrir se realmente haverá uma possível conectividade entre plataformas diferentes. Esperamos que não demore muito para termos essa resposta.

 

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Consoles Games PC

Dark Souls III | Abertura de arrepiar

A Namco Bandai Brasil liberou o trailer de abertura de Dark Souls III, totalmente legendado, na segunda-feira dia 08. 

Dark Souls III segue o clássico estilo de combate de seus antecessores, cheio de desafios e recompensas, o jogo já é considerado por muitos um dos mais aguardados de 2016.

A abertura quase que cinematográfica apresenta as novas criaturas que os jogadores encontrarão em sua jornada através das vastas terras de Lothric, com uma incrível introdução da misteriosa história aclamada da série produzida pela FromSoftware.

Veja o trailer com legendas em português, publicado no canal oficial da Namco Bandai Brasil no YouTube.

O jogo será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC através do serviço STEAM em 15 de Abril de 2016.

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