A HBO Max divulgou o trailer oficial da quarta temporada de Titãs, que já está em exibição nos Estados Unidos da América e chega no Brasil pela Netflix em 2023.
Depois de salvar Gotham, os Titãs pegam a estrada para voltar para São Francisco. Mas depois de uma parada em Metropolis, eles se encontram na mira de um culto sobrenatural com poderes diferentes qualquer coisa que eles enfrentaram antes.
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Lex Luthor é um poderoso bilionário corrupto, magnata, cientista, inventor, filantropo para a cidade de Metrópolis e uma das pessoas mais inteligentes do mundo. Uma figura pública carismática e bem conhecida, o personagem tem a intenção de livrar o mundo do Superman, no qual Luthor vê como um obstáculo aos seus planos megalomaníacos e como uma ameaça à própria existência da humanidade.
A quarta temporada de Titãs não possui data de lançamento.
Polêmica, controversa e volátil, Titãs se encontra em um patamar completamente novo em sua terceira temporada. A série que mostra os side-kicks e jovens heróis se unindo em uma equipe sempre foi alvo de duras críticas por suas adaptações inusitadas e duvidosas. Mas agora em sua nova casa, a HBO Max, a série atinge um patamar surreal: É o pior pecado que qualquer fã pode receber na vida, ter o potencial para se tornar tudo aquilo que poderia ser, e se afundar de maneira extremamente trágica e pavoroso.
Começando pela sua história, que sinceramente… existe? Em treze episódios, todos com uma média de 40 (quarenta) à 50 (cinquenta) minutos, parece que simplesmente apenas 5 minutos de cada um realmente importam, mas, simplesmente não adiciona nada para sua trama. Motivo disso? Não há nada coeso, e seria um desrespeito para qualquer pessoa que trabalho no ramo do audiovisual chamar isso de ‘roteiro’. Aqui, vemos a história sobre um novo vilão está em Gotham após o falecer de Jason Todd, e os Titãs precisam ir até a caótica cidade fazer esse acerto de contas. Como novidade dessa temporada, temos quatro personagens regulares: Blackfire, Tim Drake, Barbara Gordon e Jonathan Crane. Ver esses nomes cria uma expectativa colossal, e ver a forma que foram usados, é de se retalhar todo apreço por essa obra (se é que isso pode ser chamado de obra).
Os heróis aqui apresentados são interessantes, e o elenco tem uma ótima química, porém, a falta de desenvolvimento entre eles mata qualquer elogio. Nenhum arco é concreto, quase ninguém se desenvolve de maneira que realmente influencie na história principal, e é tudo esquecível. Barbara Gordon é uma personagem que se cria uma expectativa desde o primeiro episódio, mas tem uma origem completamente horrenda, e quase esquecem que ela é uma personagem fundamental para a trama. Os únicos personagens que realmente conseguem cativar são o Tim Drake, Blackfire e Donna Troy, mas tem um tempo de tela minúsculo. Um ponto a se levar, é o fato de como Donna Troy e Tim Drake funcionaram tão bem, o ponto mais alto dessa temporada. Já os vilões e personagens secundários são… deprimentes. Começando pelo Espantalho, que provavelmente tem a pior versão já vista em qualquer mídia do personagem e um arco sem sentido e sonolento, um Bruce Wayne/Batman que é esquecido e que só cria sub-tramas nunca exploradas, e outros que fazem parecer a fórmula das séries do Arrowverse parecerem boas.
Outros arcos explorados em suas temporadas passadas são quase esquecidas, e quanto lembradas, não são finalizadas. Personagens somem, e pontos criados aqui são desanimadores. O próprio arco da Estelar é completamente uma reciclagem e mal escrito, ou a forma que se desenvolve o arco do Capuz Vermelho, que vai e volta em literalmente todo episódio. O próprio mistério que deveria perpetuar na temporada é revelado logo no início, e isso deixa maçante a forma em que se encaminha a história.
O fato aqui é, o roteiro não sabe o que quer ser, e não tem um rumo para tomar. Vemos histórias sendo colocadas em todos os episódios e esquecidas, personagens desnecessários, e mais coisas que deveriam servir no futuro, mas apenas são vazios. E também, inúmeras decisões criativas são tudo, menos criativas. A construção desse mundo desrespeita completamente o universo DC e principalmente o mundo do Batman (assim como o personagem) – aqui temos vários momentos em que se envolve o poço de Lázaro, e é ridículo em todos os momentos. Não há outra palavra para descrever, é ridículo. Nós não nos aprofundamos em como Lex Luthor não se preocupou em perder o Superboy, apenas temos a discussão sobre o Mutano se transformar em outros animais nos episódios finais, toda a trama da Ravena é inútil, e apenas Donna Troy e Dick Grayson realmente tem um aprofundamento um pouco descente.
Em seus detalhes técnicos não se há muito o que comentar, trilhas-sonoras que funcionam, mas são esquecíveis. Sua fotografia consegue por alguns momentos ser mais bonita que de suas outras temporadas, mas ainda usa uma paleta de cores muito esquisita. Mas o seu CGI… Mesmo com seu orçamento aumentando muito, há cenas que é de se gargalhar a maneira em que é malfeito. Muitas cenas dentro de veículos vemos que o CGI tem algum problema e o fundo fica travado, momentos em que parece não estar até finalizado. Sua cenografia por outro lado é bonita, junta com os seus figurinos.
Falando em uma maneira mais pessoal do que crítica, a minha pessoa era apaixonado nessa série, por mais que com muitos defeitos em suas temporadas interiores, a história envolvia e divertia muito, era defensável a maneira que era feita a adaptação aqui. Mas depois de toda essa expectativa que tudo ficaria melhor, e ver que essa temporada em todo episódio era uma sensação de náusea e melancolia. O provérbio “rir para não chorar” nunca foi tão real.
‘Titans’ finaliza sua terceira temporada com um feito histórico, ela se torna uma das piores séries (e obras) que a DC já produziu, e provavelmente a pior temporada que a HBO Max já fez em toda a sua história. Ver cada episódio e ver o quão desajustado isso é, se torna árdua a ideia de que o seu orçamento foi de uma série à níveis de enormes como ‘O Mandaloriano’. Quando vemos o seu spin-off, ‘Patrulha do Destino’, se tornando uma das melhores coisas da história audiovisual da editora, vemos o verdadeiro problema dos heróis: Eles não são feitos com coração, e com toda certeza, nem com mente. E também, comparada com ‘Superman & Lois’, ‘Stargirl’, é difícil aceitar que essa temporada foi real. Se existe uma palavra que faça um resumo, ela é frustação.
O HBO Max liberou o trailer da terceira temporada de Titãs, que estreia em 12 de Agosto de 2021. No Brasil, não foi revelado se a Netflix transmitirá o novo ano, ou se essa missão ficará com o serviço de streaming da Warner.
A nova temporada de Titãs será focada em Jason Todd e sua trajetória até se transformar no anti-herói Capuz Vermelho, e na relação da Estelar com a sua irmã e vilã Blackfire.
Para futuras informações a respeito de Titãs, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
O HBO Max liberou o teaser trailer da terceira temporada de Titãs, que estreia em 12 de Agosto de 2021. No Brasil, não foi revelado se a Netflix transmitirá o novo ano, ou se essa missão ficará com o serviço de streaming da Warner.
Além do teaser, a produção ganhou duas imagens oficiais por meio da EW. Uma, focada em Jonathan Crane, o Espantalho, e a outra, em Bárbara Gordon, a Oráculo.
A nova temporada de Titãs será focada em Jason Todd e sua trajetória até se transformar no anti-herói Capuz Vermelho, e na relação da Estelar com a sua irmã e vilã Blackfire.
Para futuras informações a respeito de Titãs, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Na segunda temporada, após as consequências de seu encontro com Trigon, Dick reforma os Titãs. Sob sua supervisão em seu novo lar na Torre dos Titãs, Rachel, Tar e Jason Todd treinam juntos para dominar suas habilidades e trabalhar juntos como uma equipe. Juntando-se a eles, estão Hank Hall e Dawn Granger (Rapina e Columbo) e Donna Troy (Moça-Maravilha). Ainda que esses Titãs originais tentem levar uma vida normal, quando velhos inimigos reaparecem, todos precisam se unir para finalizar negócios incompletos. E enquanto essa família de novos e velhos Titãs – incluindo Donner Kent e Rose Wilson – aprendem a co-existir, a chegada do Exterminador traz à luz os pecados dos velhos Titãs, ameaçando separar essa família mais uma vez. Diz a sinopse do segundo ano.
Para futuras informações a respeito de Titãs, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
O perfil no Twitter do seriado Titãs anunciou que o ator Vincent Kartheiser irá interpretar o Espantalho na terceira temporada da série. O vilão foi a anunciado que estaria no terceiro ano do seriado em Agosto de 2020 no evento DC Fandome.
Vicent é conhecido pelos seus papéis em O Preço do Amanhã, Mad Men, My Friend Dahmer, American Hangman e entre outros filmes.
A terceira temporada de Titãs chega ainda em 2021 no HBO Max.
The streets are never safe from the Prince of Panic … even if he is locked away in Arkham 😳. Please welcome Vincent Kartheiser as Dr. Jonathan Crane! #DCTitanspic.twitter.com/8RrMsJSChM
Na segunda temporada, após as consequências de seu encontro com Trigon, Dick reforma os Titãs. Sob sua supervisão em seu novo lar na Torre dos Titãs, Rachel, Tar e Jason Todd treinam juntos para dominar suas habilidades e trabalhar juntos como uma equipe. Juntando-se a eles, estão Hank Hall e Dawn Granger (Rapina e Columbo) e Donna Troy (Moça-Maravilha). Ainda que esses Titãs originais tentem levar uma vida normal, quando velhos inimigos reaparecem, todos precisam se unir para finalizar negócios incompletos. E enquanto essa família de novos e velhos Titãs – incluindo Donner Kent e Rose Wilson – aprendem a co-existir, a chegada do Exterminador traz à luz os pecados dos velhos Titãs, ameaçando separar essa família mais uma vez. Diz a sinopse do segundo ano.
Para futuras informações a respeito de Titãs, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Estamos em 1991! Sim, viajamos no tempo e chegamos no início da década onde a famigerada ditadura militar não pairava mais na liderança do Brasil e tínhamos um presidente escolhido por meio de votos depois de décadas de chumbo. Era a época de Collor como presidente e seu nefasto plano econômico que estava aterrorizando os brasileiros. Sim amigos, estamos em 1991!
No setor musical, felizmente, em escala mundial, 1991 foi um ano de verdadeiros tesouros. Grandes álbuns, músicas e excelentes artistas debutaram nesse ano. O tanto que ele ficou marcado como o ano que influenciou o rock em mais de duas décadas seguintes. E podemos falar não somente no rock ocorreu a evolução musical. Mas também foi o ano de despedidas. Foi o ano em que foi lançado o Innuendo, o último disco do Queen com Freddy Mercury ainda vivo. O Dire Straits lançou o On Every Street, seu último álbum de estúdio. Assim como o Pixies que lançou o Trompe le Monde, seu quarto e último álbum de estúdio.
Michael Jackson e Quincy Jones
Foi o ano em que recordes foram estabelecidos. Em novembro de 1991, Michael Jackson iniciava a lendária com o multi-produtor musical Quincy Jones e lançam Dangerous. O disco se torna o mais vendido de um artista masculino na década de 1990. O trabalho é recheado de sucessos como “Black or White”, “Jam” e “Heal the World”.
A banda Guns N’ Roses inicia a Use Your Illusion World Tour, que se tornou a maior turnê mundial da história do rock com 192 shows em 27 países. Ela iniciou justamente no Brasil, durante o Rock in Rio II, no Maracanã. A turnê era o lançamento mundial dos álbuns Use Your Illusion I e Use Your Illusion II, que tem sucessos como “Live And Let Die”, “Don’t Cry”, “November Rain”, “The Garden”, “Garden Of Eden” e “Dead Horse”.
Uma foto da gigantesca Use Your Illusion World Tour.
1991 também foi o ano em que bandas e artistas se reafirmaram e lançaram seus discos de maiores sucessos, seja de crítica ou na parte financeira. A banda Motörhead, do icônico vocalista e baixista Lemmy Kilmister, lançam o disco 1916 que tem as faixas “Going to Brazil” (feita após a primeira vinda da banda ao país), “R.AM.O.N.E.S” e “1916”. É um dos trabalhos mais elogiados da banda.
O Red Hot Chili Peppers lançou o seu quinto álbum intitulado Blood Sugar Sex Magik, onde conseguiram alcançar o topo do rock mundial. Depois de saírem da EMI e assinarem com a Warner Bros. Records, o RHCP lança seu quinto álbum de estúdio. O trabalho tem produção de Rick Rubin. Com letras que tocam em temas que variam de insinuações sexuais passando por drogas e morte, luxuria e preconceitos. A mistura de funk e rock contribuiu para a ascensão do rock alternativo naquela década. Os sucessos “Give It Away”, “Under The Bridge”, “Suck My Kiss” e “Breaking the Girl” viraram hits rapidamente. Juntamente com o sucesso e reconhecimento mundial, também veio problemas ardidos como pimenta. Como brigas entre os integrantes da banda, uso excessivo de drogas e até expulsão de palco na turnê europeia.
O explosivo Red Hot Chili Peppers em 1991
O R.E.M. lança o álbum Out of Time, sétimo álbum da banda e recheado de sucessos que atravessam gerações: “Losing My Religion”, “Shiny Happy People” e “Country Feedback”. Graças a esse disco, o R.E.M. abocanhou três Grammy Awards no ano seguinte. A dupla sueca Roxette lança o seu terceiro trabalho de estúdio, Joyride. Que tem sucessos como “Fading Like a Flower (Every Time You Leave)”, “The Big L.”, “Spending My Time”, “Church of Your Heart” e a faixa título do álbum. O Roxette alcançou o topo dos rankings musicais em mais de 20 países.
O U2 lançou o seu sétimo álbum Achtung Baby, o disco que foi um marco para a banda. Nesse trabalho os caras propuseram a se reinventar onde substituíram a imagem de “fechados” para “descontraídos e autodepreciativos” frente ao público. Além de vender mais de 18 milhões de cópias mundialmente, o trabalho levou um Prêmio Grammy em 1993 de Melhor Performance de Rock por Duo ou Grupo com Vocais. Quem também lançou um disco icônico e até hoje celebrado pelos fãs foi o Metallica. The Black Album é considerado como a “verdadeira essência” da banda, com faixas como “The Unforgiven”, “Enter Sandman” e “Nothing Else Matters”, tornou-se no álbum de maior sucesso do grupo sendo campeão de vendas ao redor do mundo e colecionador de prêmios da música.
Em 1991, as bandas/artistas não afetaram e atingiram somente o lado musical, mas também foram importante para ditar a moda dos jovens. Estávamos nos despedindo das roupas extravagantes e coloridas da década de 1980 e abraçando a cor preta e os casacos quadriculados do grunge. Isso mesmo, era o Nirvana e a tchurma de Seatle chegando.
O lendário Nirvana
O Nirvana lançou o histórico Nevermind que catapultou a banda para um dos mais altos patamares do rock mundial, transformando o vocalista Kurt Cobain em ídolo da uma geração. O disco foi tão poderoso que desbancou o Dangerous de Michael Jackson (já citado aqui) do primeiro lugar das paradas da Billboard 200, no ano seguinte. Outra banda que se firmou de vez foi o Pearl Jam. O seu disco de estreia Ten marcou a trajetória da banda e apesar de ser muito celebrado por diversos clássicos como “Even Flow”, “Jeremy”, “Black” e “Alive”, o trabalho não foi um sucesso imediato, e os caras ainda foram acusados de usar o grunge para se promoverem na época. Muitas pessoas consideram o Ten como a popularização do rock alternativo no mainstream. No final das contas, o disco vendeu mais de 20 milhões de cópias no mundo e é o mais bem sucedido do Pearl Jam.
Muitas outras bandas fizeram o seu debute em 1991. Os britânicos do Blur lançaram o Leisure. Que fez sucesso apesar das pessoas não entenderem direito a proposta da banda, com seu rock baladeiro e guitarras distorcidas. Mas que nos trabalhos seguintes inspiraram muitas cenas musicais. Foi o ano que a banda Smashing Pumpkins estreiam com seu disco Gish, o álbum foi elogiado na época, mas não foi um estouro comercial, mas já pintava a proposta da banda que se consolidou nos anos seguintes.
Foi uma época que as gravadoras buscavam as chamadas “bandas de garagem”, todas buscavam um “novo Nirvana”. Na Inglaterra, o subgênero shoegaze ficou em evidência após o My Bloody Valentine lançar o seu segundo disco, intitulado Loveless. O estilo de rock alternativo foi um que cresceu muito com o grunge. E esse disco foi um dos pilares.
Vale lembrar que 1991 foi o ano em que a música eletrônica saiu do underground e se consolidou no mainstream. E um dos responsáveis foi a banda britânica Primal Scream com o seu terceiro disco chamado Screamadelica. Esse disco é considerado como um dos melhores álbuns que mudaram a música com os arranjos eletrônicos misturando com rock, blues e soul music. Fazendo a crítica especializada abrir mais os olhos para a Dance Music e o Techno, algo que muitos relutavam muito para digerir.
O Primal Scream fez os críticos reconhecerem a música eletrônica em 1991.
O 2Pacalypse Now foi o primeiro disco do rapper americano 2Pac, onde ele aborda as questões sociais enfrentadas pelos negros nos EUA, como racismo, brutalidade policial, pobreza, crimes etc. O disco não atingiu nenhum grande sucesso e por isso ficou meio que “esquecido” por todos durante anos. Somente em 1995 o disco foi certificado como Ouro, um ano antes do rapper ser assassinado.
Aqui no Brasil, como dito antes, estávamos saindo dos anos de chumbo e começando a pisar em terras que não conhecíamos em questão de liberdade de expressão. Os discos não eram mais censurados pelos militares (apesar de algumas rádios colocarem o famigerado PIII em algumas músicas ainda) para um modo em que íamos ainda nos acostumar e até mesmo torcer o nariz às vezes.
Foi o ano da despedida de Arnaldo Antunes da banda Titãs no sexto álbum Tudo ao Mesmo Tempo. A cena do hardcore melódico começava a surgir em Vitória, Espírito Santo, com a formação do Dead Fish. Foi também o ano em que o sertanejo tomaria de assalto, juntamente com o pagode e o Axé as paradas de sucesso e a TV brasileira. A dupla Sandy e Junior, respectivamente com oito e sete anos, lançaram o seu primeiro disco intitulado Aniversário do Tatu, que tem o clássico Maria Chiquinha. O disco vendeu mais de 1 milhão de cópias.
O grupo de pagode Raça Negra lançou o seu primeiro disco em 1991, iniciando uma era de ouro do pagode romântico no Brasil
Foi também em 1991 que Zezé di Camargo & Luciano lançaram o seu primeiro disco, atingindo quase dois milhões de cópias vendidas, embalado pelo hit “É o Amor”. A cantora baiana Daniela Mercury lançou o seu primeiro disco autointitulado com o sucesso “Swing da Cor“, que tem a participação especial do Olodum. Já o pagode era representado com a estreia do Raça Negra debutando no seu primeiro disco, depois de oito anos na estrada. Você com certeza já cantarolou “Caroline”, “Chega” e “Volte Amanhã”, iniciando à era da trindade pagode/axé-music/sertanejo que invadiu as rádios populares naquela década.
O Sepultura lançou o Arise, marcando assim seu nome no metal mundial. O disco foi o primeiro da banda a conseguir uma certificação mundial, em 1992 vendeu mais de 265.000 cópias na Indonésia.
O ano musical de 1991 moldou toda a década seguinte. Mas as influências também aconteceriam em outros pontos como mídias e moda. Foi os estilos musicais iniciados em 1991 que ditaram por exemplo, as trilhas sonoras dos programas populares da TV brasileira durante a década de 90 e suas semanais brigas por audiências. Foi o ano em que pessoas foram alçadas ao ponto de estrelas mundiais do rock e algumas dessas pessoas sofreram com a pressão e algumas sucumbiram às mesmas. Mas a influência ainda está por aqui mas principalmente na cultura e registro de excelentes discos e músicas lançados.
Aqui temos uma playlist com algumas músicas que fizeram sucesso nesse ano dourado:
Foi revelado pelo Full Circle, que o ator Jay Lycurgo irá dar vida ao Robin Tim Drake, na terceira temporada de Titãs.
O curioso, é que Jay estará no filme Batman, de 2022. O seu personagem, fará parte de uma gangue, na qual aparece no primeiro trailer do longa, onde o Homem-Morcego espanca um dos membros.
Nos quadrinhos, Tim Drake é o terceiro Robin, que posteriormente alcança a sua independência do Batman e torna-se o herói Robin Vermelho.
Jay Lycurgo has been cast as Tim Drake in ‘TITANS’ Season 3.
Na segunda temporada, após as consequências de seu encontro com Trigon, Dick reforma os Titãs. Sob sua supervisão em seu novo lar na Torre dos Titãs, Rachel, Tar e Jason Todd treinam juntos para dominar suas habilidades e trabalhar juntos como uma equipe. Juntando-se a eles, estão Hank Hall e Dawn Granger (Rapina e Columbo) e Donna Troy (Moça-Maravilha). Ainda que esses Titãs originais tentem levar uma vida normal, quando velhos inimigos reaparecem, todos precisam se unir para finalizar negócios incompletos. E enquanto essa família de novos e velhos Titãs – incluindo Donner Kent e Rose Wilson – aprendem a co-existir, a chegada do Exterminador traz à luz os pecados dos velhos Titãs, ameaçando separar essa família mais uma vez. Diz a sinopse do segundo ano.
Para futuras informações a respeito de Titãs, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Foi revelado pela conta da série Titãs no Twitter, que a atriz Savannah Welch irá intepretar a Barbara Gordon na terceira temporada da série.
CASTING ANNOUNCEMENT: We are excited to announce that one of the most beloved characters from the #DCuniverse will be coming to season 3 of #DCTitans. Please welcome Savannah Welch as Barbara Gordon. pic.twitter.com/tP3qgizOne
A atriz já participou de Boyhood, Casey Jones, SIX e entre outros projetos.
Bárbara será a comissária de Polícia de Gotham, uma vez que ela assumiu o “manto de seu pai”, James Gordon, após a sua morte.
Veremos a personagem logo após o Coringa deixá-la paraplégica. As filmagens estão programadas para começarem em Março em Toronto.
Na segunda temporada, após as consequências de seu encontro com Trigon, Dick reforma os Titãs. Sob sua supervisão em seu novo lar na Torre dos Titãs, Rachel, Tar e Jason Todd treinam juntos para dominar suas habilidades e trabalhar juntos como uma equipe. Juntando-se a eles, estão Hank Hall e Dawn Granger (Rapina e Columbo) e Donna Troy (Moça-Maravilha). Ainda que esses Titãs originais tentem levar uma vida normal, quando velhos inimigos reaparecem, todos precisam se unir para finalizar negócios incompletos. E enquanto essa família de novos e velhos Titãs – incluindo Donner Kent e Rose Wilson – aprendem a co-existir, a chegada do Exterminador traz à luz os pecados dos velhos Titãs, ameaçando separar essa família mais uma vez. Diz a sinopse da segunda temporada.